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Técnico Roberto Fonseca pede vontade extra na Copa do Brasil

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O Cuiabá joga por duas competições nacionais nesta semana. Na quinta-feira(02), tem a primeira batalha, enfrenta a Ponte Preta em jogo único pela Copa do Brasil fora de casa, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas(SP).

Para o técnico Roberto Fonseca, a equipe tem feito bons jogos, porém, precisa de dedicação e atenção extra para buscar uma classificação na Copa do Brasil.

“Fizemos bons jogos na temporada, conseguimos as vitórias e não levamos gol. Tenho que parabenizar os atletas, pela entrega, pela determinação em vencer, mas sabemos que neste jogo pela Copa do Brasil teremos que jogar muito mais do que jogamos até aqui. Se trata de uma decisão, contra um time da Série A, então a força de vontade e concentração terá que ser triplicada”, disse o técnico Roberto Fonseca.

No domingo(05), o Dourado encara o Rondoniense, mesmo adversário da estreia na Copa do Brasil, porém, agora pelo jogo de ida na primeira fase pela Copa Verde, no estádio Aluízio Ferreira.

Na estreia da Copa do Brasil, o Cuiabá mesmo com a vantagem do empate, venceu o Rondoniense por 2 a 0 em Porto Velho(RO). Desta vez, terá que vencer mais um adversário fora de casa para passar de fase.

“No primeiro jogo da competição jogamos fora e tínhamos a vantagem do empate, vencemos, mesmo assim foi uma batalha dura. Desta vez, o regulamento acaba nos prejudicando, jogar contra um time grande fora de casa já é complicado, ainda mais tendo que vencer, mas estamos trabalhando para encarar essas adversidades e buscar a classificação de extrema importância”, completou Fonseca.

A delegação do Cuiabá Esporte Clube embarca nesta terça-feira a tarde para Campinas, onde realiza um treino apronto na quarta-feira. O duelo contra a Ponte Preta será na quinta a partir das 18h30 (de MT).

Fonte: Assessoria/Cuiabá.E.C

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Membros da FMFS participam de cursos on-line sobre atualização do futsal

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Atualização no cadastro de atletas, revalidação, transferência interestadual e internacional foram alguns dos temas abordados

Foto: Assessoria

A bola não está rolando pelas quadras de todo o país, mas nem por isso que o futsal está totalmente parado. Nesta semana, a membros da Federação Mato-grossense de Futsal (FMFS) participaram de um aperfeiçoamento on-line disponibilizado pela Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).O treinamento tem como objetivo inteirar responsáveis das entidades estaduais sobre o sistema que integra atletas e clubes cadastrados. A ferramenta garante mais veracidade e transparência nas informações durante as competições nacionais e internacionais. Essa tecnologia deve beneficiar jogadores, comissão técnica e profissionais ligados à modalidade.

Representantes da FMFS, Pedro Verão e Suellen Ferreira presidente e coordenadora do departamento técnico da entidade, respectivamente participaram do treinamento.

“Essa capacitação tem uma importância muito grande, porque ela aborda desde a inscrição inicial como tem que ser feita, até as transferências nacionais, internacionais, e esse parte técnica envolvendo atletas é a parte que mais tem sido difícil para as federações no desenrolar das competições”, disse Verão.

Sobre o retorno do futsal em todo o país, a CBFS segue com cautela e, portanto, não definiu uma data. A FMFS monitora o avanço do novo coronavírus no estado e tem seguido as orientações dos órgãos de saúde, que estabelece os cuidados necessários e que se evite eventos com aglomeração de pessoas.

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Opinião: Momento requer pulso firme e decisão, mas FMF não age sobre o presente e não prepara o futuro do futebol

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Marcio Alencar- Foto: Assessoria

Médico anestesista e Conselheiro do Mixto, Márcio Alencar, cita omissão da entidade máxima do futebol estadual em lidar com os estragos causados pela pandemia

Em um cenário de pandemia, e em pleno crescimento no número de infectados pelo coronavírus, que a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) parece querer jogar com a sorte. Inerte e sem sequer mobilizar-se na busca de uma solução plausível, espera o improvável. Qual o interesse por trás de uma demora em enxergar a realidade atual dos fatos e tomar a decisão que o futebol estadual necessita?

O coronavírus possui uma família ampla de vírus com esse nome. Atualmente são sete cepas que infectam humanos. A Covid-19 é a mais letal delas.

Basicamente a transmissão ocorre pelo contato da mão contaminada com as mucosas nasal, oral e oftálmica, podendo ainda acontecer através de gotículas lançadas pela tosse, espirros ou mesmo pela fala. É uma doença de alta transmissibilidade, pouco conhecida e sem tratamento eficaz ainda.

Estima-se que a taxa de mortalidade dessa doença gire em torno de 3% a 5%. Em Mato Grosso já são mais de 4 mil casos confirmados da doença e mais de 120 mortes. Com dados assim não deveríamos estar tranquilos. Um estudo divulgado por pesquisadores da UFMT, apontou que as maiores taxas de incidência estão na baixada cuiabana e que o pico da Covid-19 será em setembro. É preciso acreditar na ciência e ter responsabilidade para não pôr em risco a vida.

Está claro que o Campeonato Mato-grossense deve ser anulado. Isso é bom? Claro que não é. Com essa decisão Mixto e Araguaia serão beneficiados com o não rebaixamento. Porém, isso ocorrerá por pura e irrestrita condição causada pela pandemia.

A FMF deveria estar preocupada em buscar soluções para o futebol. Olhando para frente e não ficar estática aguardando posicionamento da CBF ou de autoridades sanitárias.

Em que pese possa haver favorecimento de um não rebaixamento para Mixto e Araguaia por conta da pandemia, entendo que a situação requer a anulação da competição, uma vez que não temos garantia sobre a segurança em saúde de toda a cadeia produtiva envolvida no futebol em um eventual retorno. Principalmente a saúde dos atletas. Tirando o Cuiabá e talvez o União, as demais equipes provavelmente não têm condições financeiras para arcar com novos contratos e muito menos com as despesas caso haja atletas e funcionários infectados.

Sendo assim quem será responsabilizado caso aconteçam infecções em atletas e funcionários? A Federação? Os clubes que aceitarem retornar? A CBF? Ou todos envolvidos?

Precisamos, por hora, preservar a saúde de todos e discutir novos modelos para a sustentabilidade do futebol no estado, buscando aumentar o interesse do público e de investidores.

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