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Sem início definido, Liga de Futsal terá novo modelo de disputa

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Prevista para começar no último dia 27 de março, a abertura da Liga Nacional de Futsal não deve começar antes de agosto. A competição, suspensa devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19) depende da realização de uma assembleia entre os representantes das 21 franquias participantes, para ter seu modelo de disputa e calendário definidos. É o que explica o vice-presidente das áreas técnica e administrativa da Liga, Luiz Henrique Taveira, durante entrevista à Agência Brasil. 

“Em função do calendário cada vez mais apertado, trabalhamos com esses dois modelos: um que é a divisão dos times em dois grupos, e outro com a divisão em três grupos, de forma regionalizada. Pelo prazo, o modelo anterior – com os times jogando em turno único e playoffs – não daria mais para fazer”, analisa Taveira. E ressalta ainda que “antes de julho a gente já sabe que não dá, devido aos protocolos que a gente têm visto de cidades e estados que envolvem os times. Não cravo, mas não trabalharia com julho, não”.

Segundo o dirigente, a liga trabalha, atualmente, com três cenários para o início da temporada. “Início de agosto, meados de agosto e início de setembro. A cada 15 dias para frente a gente caminha também, com o cenário entrando em meados de setembro e até outubro. E o formato pode chegar no extremo de ser um mata-mata, um playoff direto. A gente terá que ir passo a passo, estudando possibilidades”, descreve.

A premissa da Liga é concluir a temporada até 20 de dezembro. A previsão é que as equipes tenham uma pré-temporada de 15 dias, após a liberação para retomada de atividades coletivas, com possibilidade até de realização de amistosos. Por enquanto, os times que retomaram os treinos ainda trabalham com grupos reduzidos, de quatro a seis atletas.

A região Sul, onde os estados iniciaram a flexibilização das atividades antes de outras partes do país, concentra a maior parte das franquias que recomeçaram os treinamentos presenciais. A atualização do cenário de propagação da covid-19, levando em conta o aumento do o número de casos confirmados da doença, pode alterar a situação de algumas equipes. Os jogadores do Carlos Barbosa, por exemplo, terão de voltar a treinar em casa. A área onde fica a cidade gaúcha, que dá nome ao time, teve piora nos índices de covid-19 e encontra-se com atividades não essenciais restritas.

“A [ideia de] regionalização era para tentar viabilizar o início, sobretudo, nas regiões liberadas. Nessa perspectiva, as equipes do Sudeste [quatro de São Paulo e duas de Minas Gerais] e de Brasília formariam um grupo com expectativa que começasse por último, já que o Sul estaria em um cenário melhor, mas, a coisa começou a desandar por lá. Então, tem de aguardar cada semana e acompanhar o calendário dentro do formato da competição que estamos propondo”, conclui.

Futsal na TV Brasil

Enquanto a temporada 2020 não inicia, a TV Brasil exibe aos domingos, a partir das 11h (horário de Brasília), confrontos marcantes da edição 2019 da Liga Nacional de Futsal. Neste domingo (21), será a vez do jogo de volta entre Tubarão (SC) e Marreco (PR), pelas oitavas de final. Os catarinenses venceram por 2 a 0 no tempo normal, levando a decisão para a prorrogação – os paranaenses haviam vencido na ida por 5 a 3. No tempo extra, o empate por 2 a 2 classificou o Tubarão por ter feito a melhor campanha na primeira fase.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Bottas ganhar GP da Rússia após punições afastarem Hamilton de recorde

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O finlandês Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio da Rússia de Formula 1 pela Mercedes neste domingo, depois que seu companheiro de equipe e líder do Mundial de Pilotos, Lewis Hamilton, foi atrapalhado por punições recebidas antes de a corrida sequer ter começado.  

Hamilton, que havia largado na pole position em Sochi – o piloto britânico buscava a 91ª vitória da carreira para igualar o recorde da lenda da Ferrari, Michael Schumacher – terminou em terceiro lugar, atrás de Max Verstappen, da Red Bull. Hamilton acusou os fiscais de tentarem impedi-lo de vencer e disse que as sanções “ridículas” foram excessivas, mas esperadas: “Estão tentando me parar, não estão?”, disse o britânico à emissora Sky Sports.

A vantagem do britânico para Bottas diminuiu para ainda confortáveis 44 pontos, transcorridas dez das 17 corridas, depois que o finlandês somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida.

“Nunca desista. É um bom dia”, disse Bottas, que respondeu aos críticos por meio de falas pelo rádio da equipe, enquanto recebia a bandeirada.

“É bom vencer, fazia tempo e eu preciso tentar manter o embalo… ainda há algumas corridas pela frente, então nunca se sabe. Vou continuar tentando. Não desistirei e veremos como termina”.

A vitória – por 7,729 segundos de diferença para Verstappen – foi a segunda do finlandês nesta temporada e a primeira desde o retorno da F1 com o GP da Áustria, em julho.

Punições marcaram GP da Rússia

Bottas disse que teve sorte, mas que provavelmente teria vencido de qualquer maneira, com Hamilton largando com pneus macios, que desgastam mais, enquanto o finlandês estava com pneus médios, uma melhor estratégia para o longo prazo.

As esperanças de Hamilton, de qualquer maneira, desapareceram quando os fiscais emitiram duas punições de cinco segundos por largadas fora da área designada, enquanto ele se dirigia para o grid.  

Hamilton também somou dois pontos de punição na sua habilitação, ficando a apenas dois de ser suspenso por uma corrida — o que acontece quando um piloto soma 12 pontos ao longo de 12 meses.

Em uma prova maçante e solitária para os três primeiros, após duas etapas empolgantes na Itália, a Mercedes manteve sua marca de vencer todos os Grandes Prêmios da Rússia, desde o primeiro, em 2014, no circuito urbano ao redor das instalações das Olimpíadas de Inverno.

O mexicano Sergio Pérez foi quarto colocado pela Racing Point, com o australiano Daniel Ricciardo em quinto, pela Renault, e Charles Leclerc, em sexto, pela Ferrari.

O francês Esteban Ocon ficou em sétimo, pela Renault, com o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri em oitavo, o que agradou o primeiro público de verdade da temporada, após oito corridas com portões fechados devido à pandemia de Covid-19.

Seu companheiro de escuderia, Pierre Gasly, que surpreendeu ao vencer em Monza, foi nono colocado, enquanto Alexander Albon, da Red Bull, levou o último ponto, na décima posição.

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Desembargadora mantém suspensão de jogo entre Flamengo e Palmeiras

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A desembargadora Maria Helena Motta, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), negou, hoje (27), um pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e manteve a decisão judicial que determinou a suspensão do jogo entre Flamengo e Palmeiras, agendado para ocorrer esta tarde, em São Paulo. 

Ontem (26), o juiz Filipe Olmo de Abreu Marcelino, do próprio tribunal, decretou a suspensão da partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro e que estava prevista para as 16 horas de hoje. Em sua decisão liminar, o magistrado estipulou o pagamento de multa de R$ 2 milhões caso os atletas dos dois clubes entrem em campo, desrespeitando sua decisão.

A CBF recorreu da primeira sentença, ajuizando um mandado de segurança, mas a desembargadora Maria Helena Motta, negou o pedido de reconsideração da decisão de Marcelino, mantendo  a suspensão da partida e a multa em caso de descumprimento da liminar.

Autor do pedido de suspensão do jogo, o Sindicato dos Empregados em Clubes, Estabelecimentos de Cultura Física, Desportos e similares do Estado do Rio de Janeiro (Sindeclubes) alega que o novo coronavírus (covid-19) está potencialmente ativo entre empregados do departamento de futebol do Flamengo e, portanto, não há condições de realização da partida devido ao “elevado risco de contágio generalizado”.

Desde o jogo entre Independiente Del Valle e Flamengo, pela Copa Libertadores da América, no último dia 17, o Rubro-Negro teve 19 jogadores infectados pela covid-19 até hoje (26), além de membros da diretoria e comissão técnica. O clube tentou o adiamento do duelo no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que negou o pedido. Após a confirmação de mais três casos na noite de sexta-feira (25), o clube carioca pediu novamente revisão da sentença Justiça Desportiva

Edição: Lílian Beraldo

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