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Quatro atletas entram no BID e Mixto está pronto para enfrentar o Cuiabá

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Mixto estreou no estadual fora de casa diante do União e encara o rival da cidade neste sábado para somar os primeiros pontos.

Mixto E.C- Foto: Domingos Rodrigues/CIDADE NOS ESPORTES

O técnico do Mixto, Gianni Freitas, tem motivos para sorrir. Poderá contar com quatro novos jogadores para o jogo contra o Cuiabá,neste sábado, às 17h, na Arena Pantanal, em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Mato-Grossense.

O lateral-direito João Lennon, o zagueiro Jefferson de Lima, o volante Odair Junior, e o meia-atacante Diego Neves apareceram no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Um dos destaques do Alvinegro da Vargas, o zagueiro Anderson Pedra, comemorou a regularização dos seus companheiros.

 Na semana da estreia treinamos com um elenco, e devido a essa situação do BID não conseguimos jogar com alguns atletas que estavam trabalhando conosco. Com a liberação dos atletas, serão mais quatro opções para o jogo tão importante diante do Cuiabá – disse Pedra, capitão da equipe.

A Federação Mato-grossense de Futebol divulgou na tarde desta quinta-feira (23), a escala de arbitragem irá atuar na 2ª rodada do Campeonato Mato-grossense.

Mixto x Cuiabá – Sábado / 17h

Árbitro: Rafael Odílio dos Santos
Assistente 1: Gislan Antônio Garcia
Assistente 2: Ederson da Costa
4º árbitro: Adilson Rodrigues

Poconé x União – Sábado / 15h

Árbitro: Danilo Alves de Campos
Assistente 1: Paulo César Farias
Assistente 2: Fernanda Krugger
4º árbitro: Daniel de Arruda Cruz

Nova Mutum x Luverdense – Domingo / 15h30

Árbitro: Luiz Paulo Pinheiro
Assistente 1: Adilson dos Santos
Assistente 2: Marcelo Grando
4º árbitro: Hermes Leite

Dom Bosco x Sinop – Domingo / 15h

Árbitro: Leonardo Lorenzatto
Assistente 1: Fábio Rubinho
Assistente 2: Gustavo Taques
4º árbitro: João Paulo Revelles

Araguaia x Operário VG – Domingo / 15h30

Árbitro: Rodrigo da Fonseca
Assistente 1: Renan Rodrigues
Assistente 2: Loedilson de Oliveira
4º árbitro: André Melo Moura

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Membros da FMFS participam de cursos on-line sobre atualização do futsal

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Atualização no cadastro de atletas, revalidação, transferência interestadual e internacional foram alguns dos temas abordados

Foto: Assessoria

A bola não está rolando pelas quadras de todo o país, mas nem por isso que o futsal está totalmente parado. Nesta semana, a membros da Federação Mato-grossense de Futsal (FMFS) participaram de um aperfeiçoamento on-line disponibilizado pela Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).O treinamento tem como objetivo inteirar responsáveis das entidades estaduais sobre o sistema que integra atletas e clubes cadastrados. A ferramenta garante mais veracidade e transparência nas informações durante as competições nacionais e internacionais. Essa tecnologia deve beneficiar jogadores, comissão técnica e profissionais ligados à modalidade.

Representantes da FMFS, Pedro Verão e Suellen Ferreira presidente e coordenadora do departamento técnico da entidade, respectivamente participaram do treinamento.

“Essa capacitação tem uma importância muito grande, porque ela aborda desde a inscrição inicial como tem que ser feita, até as transferências nacionais, internacionais, e esse parte técnica envolvendo atletas é a parte que mais tem sido difícil para as federações no desenrolar das competições”, disse Verão.

Sobre o retorno do futsal em todo o país, a CBFS segue com cautela e, portanto, não definiu uma data. A FMFS monitora o avanço do novo coronavírus no estado e tem seguido as orientações dos órgãos de saúde, que estabelece os cuidados necessários e que se evite eventos com aglomeração de pessoas.

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Opinião: Momento requer pulso firme e decisão, mas FMF não age sobre o presente e não prepara o futuro do futebol

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Marcio Alencar- Foto: Assessoria

Médico anestesista e Conselheiro do Mixto, Márcio Alencar, cita omissão da entidade máxima do futebol estadual em lidar com os estragos causados pela pandemia

Em um cenário de pandemia, e em pleno crescimento no número de infectados pelo coronavírus, que a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) parece querer jogar com a sorte. Inerte e sem sequer mobilizar-se na busca de uma solução plausível, espera o improvável. Qual o interesse por trás de uma demora em enxergar a realidade atual dos fatos e tomar a decisão que o futebol estadual necessita?

O coronavírus possui uma família ampla de vírus com esse nome. Atualmente são sete cepas que infectam humanos. A Covid-19 é a mais letal delas.

Basicamente a transmissão ocorre pelo contato da mão contaminada com as mucosas nasal, oral e oftálmica, podendo ainda acontecer através de gotículas lançadas pela tosse, espirros ou mesmo pela fala. É uma doença de alta transmissibilidade, pouco conhecida e sem tratamento eficaz ainda.

Estima-se que a taxa de mortalidade dessa doença gire em torno de 3% a 5%. Em Mato Grosso já são mais de 4 mil casos confirmados da doença e mais de 120 mortes. Com dados assim não deveríamos estar tranquilos. Um estudo divulgado por pesquisadores da UFMT, apontou que as maiores taxas de incidência estão na baixada cuiabana e que o pico da Covid-19 será em setembro. É preciso acreditar na ciência e ter responsabilidade para não pôr em risco a vida.

Está claro que o Campeonato Mato-grossense deve ser anulado. Isso é bom? Claro que não é. Com essa decisão Mixto e Araguaia serão beneficiados com o não rebaixamento. Porém, isso ocorrerá por pura e irrestrita condição causada pela pandemia.

A FMF deveria estar preocupada em buscar soluções para o futebol. Olhando para frente e não ficar estática aguardando posicionamento da CBF ou de autoridades sanitárias.

Em que pese possa haver favorecimento de um não rebaixamento para Mixto e Araguaia por conta da pandemia, entendo que a situação requer a anulação da competição, uma vez que não temos garantia sobre a segurança em saúde de toda a cadeia produtiva envolvida no futebol em um eventual retorno. Principalmente a saúde dos atletas. Tirando o Cuiabá e talvez o União, as demais equipes provavelmente não têm condições financeiras para arcar com novos contratos e muito menos com as despesas caso haja atletas e funcionários infectados.

Sendo assim quem será responsabilizado caso aconteçam infecções em atletas e funcionários? A Federação? Os clubes que aceitarem retornar? A CBF? Ou todos envolvidos?

Precisamos, por hora, preservar a saúde de todos e discutir novos modelos para a sustentabilidade do futebol no estado, buscando aumentar o interesse do público e de investidores.

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