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Esporte e Saúde

Prova longa e lenta ou rápida e curta? Como correr bem sem quebrar no fim

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Nesse domingo aconteceu no Rio de Janeiro a Corrida Eu Atleta, disputada nas distâncias de 5km e 10km. As provas foram muito disputadas lá na frente, e com vários iniciantes se aventurando também. Se você quer mandar bem nesse tipo de corrida, é importante ter em mãos boas informações na hora de fazer escolhas. Confira abaixo três informações importantes para quem gosta de correr.

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1. Você quebra no final?

Corredor cansado euatleta (Foto: Getty Images)Acelerar demais no início pode comprometer seu resultado final (Foto: Getty Images)

É comum ver corredores largando muito forte e quebrando antes da chegada. Quando você começa a corrida muito rápido, pode recrutar as fibras musculares e o sistema de energia de forma errada (precipitada). De uma maneira geral, tente correr os primeiros 70% da prova em um ritmo mais dosado para, se der, acelerar nos 30% finais.

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2. Você corre de estômago vazio?

Mulher barra de cereal euatleta (Foto: Getty Images)Comer algo leve antes de correr pode melhorar seu desempenho (Foto: Getty Images)

Talvez esse seja um dos erros alimentares mais comuns entre os corredores, principalmente para a galera que treina de manhã. Fazer um pequeno lanche de fácil digestão uns trinta minutos antes de correr otimiza a queima calórica e a qualidade do seu treino. Se não comer nada, provavelmente usará as suas reservas de gordura antes da hora. Isso pode parecer uma boa ideia, mas a gordura não supre as necessidades de energia tão bem, o ritmo de corrida diminui e você pode se cansar mais rápido.

3. O que é melhor para emagrecer: corrida longa e lenta ou rápida e curta?

Corrida Eu Atleta Rio (Foto: André Durão)Corridas curtas mantêm o gasto calórico por mais tempo (Foto: André Durão)

As duas podem ajudá-lo com isso, desde que você mantenha a alimentação sob controle. Corridas longas e lentas são mais acessíveis para a maioria dos corredores e, no geral, levam a menos lesões que as corridas mais rápidas. Você queima mais ou menos 60 calorias por km em corridas mais longas. Corridas curtas e rápidas queimam um pouco mais e ainda elevam o gasto calórico no pós-treino (mais do que as corridas lentas).

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*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com

GUSTAVO LUZ
É educador físico formado pela Estácio de Sá, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 18 anos. Diretor técnico da G-LUZ Top Team, vive atento a tudo que se refere à fisiologia do exercício. Também fala com conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

Por: Eu Atleta

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Homem é detido por tentativa de furto de fiação elétrica no Mini Estádio Monte Líbano

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Mini estádio Monte Líbano- Foto: Ilcimar Aranhas/ Cidade Nos Esportes

Policiais militares de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) prenderam na madrugada desta terça-feira (31.03), um homem por tentativa de furto, no bairro Monte Líbano.

Conforme o boletim de ocorrência, a denúncia via 190 relatava que um homem estaria tentando furtar a fiação elétrica do estádio.

No local, os policiais encontraram o homem escondido entre as arquibancadas. Ele alegou que estava no estádio para dormir, porém, os policiais perceberam que o suspeito carregava uma alavanca de ferro.

Na vistoria, os agentes encontraram as caixas de eletricidade dos postes dos refletores danificadas e os fios de energia e a tela de proteção cortadas.

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Britânico passa por reconstrução facial após confundir tumor na pele com espinha

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Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após  câncer de pele
Reprodução/Daily Mail

Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após câncer de pele

Um homem foi submetido a uma reconstrução facial após confundir um tumor cancerígeno com uma simples espinha em sua cabeça. De acordo com o Daily Mail
, Colin Davies, de 66 anos, procurou ajuda médica após perceber que o caroço em sua testa estava crescendo com o passar do tempo, descobrindo, assim, que tinha câncer de pele
já em estágio avançado.

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Davies relatou que, no início, não se preocupou com a pequena ‘bolinha’ vermelha que se alojou em sua testa, e que só procurou por um especialista ao notar um crescimento fora do comum no caroço, que ficou do tamanho de uma uva. Em pouco tempo, o câncer de Colin tomou conta de seu corpo, espalhando-se pelo pescoço, mandíbula, orelha e ombro direito, fazendo com que realizasse um procedimento de reconstrução facial
que durou 13 horas em uma clínica de Hartlepool, na Inglaterra

Reconstrução facial e o período de recuperação de Colin

O britânico explicou que, devido ao avanço do câncer de pele, teve grande parte de seu rosto removido. Ele também sofreu a perda do couro cabeludo, que foi substituído por uma placa de acrílico e um enxerto de pele retirado da perna, passando ainda por dois meses de radioterapia intensiva para erradicar o câncer.

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Depois de lutar contra 21 tumores durante 25 anos, o idoso decidiu compartilhar sua experiência a fim de motivar e encorajar pessoas que estão passando pela mesma situação que viveu. Atualmente, livre do câncer, Colin se descreveu otimista e muito animado para o futuro.


Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo
Reprodução/Daily Mail

Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo

“Se o caroço não tivesse crescido, talvez passasse despercebido. Eu poderia ter morrido aos 41 anos se não fosse um bom observador. Lutei contra o câncer de pele por mais de 25 anos, passei por muitos momentos complicados, e finalmente posso afirmar que estou livre disso. Agora, quero contar a minha história para que as pessoas se cuidem e tenham em mente que não são invencíveis”, disse.

Davies alegou que apesar de ter conseguido reverter o quadro de câncer de pele, continuará com os cuidados e evitará ao máximo a exposição ao sol
, já que isso pode fazer os tumores retornarem.  

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“Meu médico suspeita que meus anos de juventude, quando pescava abaixo do sol forte, podem ter influenciado na propagação da doença. Demorei dois anos para ser diagnosticado de fato, só sentia meu rosto dolorido e coçando. Depois desse período, perdi grande parte dele, e por isso tive que passar por uma reconstrução facial
e por implantes de próteses do meu canal auditivo. No momento, estou bem, e quero conscientizar as pessoas sobre os riscos e os cuidados que devemos ter com o câncer de pele”, concluiu.

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