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Esporte e Saúde

Organizações e movimentos fazem ação e pedem que presidenta vete Lei Geral das Olimpíadas

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Projeto traz série de ataques à Democracia, como criação de novos tipos penais
– Twitaço está marcado para as 15 horas desta quarta-feira (13)

Está nas mãos da Presidenta Dilma Rousseff o Projeto de Lei da Câmara 2/2016, a chamada Lei Geral das Olimpíadas, que, se for sancionado, representa uma série de retrocessos na democracia, afetando desde o direito à livre manifestação até penais, com a criação de novas tipificações criminais ligadas exclusivamente aos Jogos, por exemplo.

Para evitar que os efeitos nocivos desse projeto entrem em vigor, os movimentos e organizações reunidas na plenária Jogos da Exclusão – que busca denunciar e interromper os efeitos desse megaevento – lançam hoje a campanha #VetaLeiOlímpica, para que o Executivo não aceite as propostas aprovadas pelo Congresso.

Veja alguns dos pontos polêmicos do Projeto:

– No Artigo 9º cria áreas exclusivas do COI e seus patrocinadores, o que restringe o livre exercício do trabalho ao impedir o comércio de rua para produtos vendidos pelos organizadores, e, ainda restringe a liberdade de expressão e a liberdade de ir e vir das pessoas no entorno dos locais oficiais de competição e nas áreas que serão delimitadas pela Prefeitura do Rio. Para piorar, não há qualquer critério para estabelecer o tamanho máximo dessa área que será delimitada.

– O projeto restringe (Artigo 12) o direito de captar imagens e sons em qualquer evento, a não ser que seja autorizado pelo Comitê Olímpico e o Comitê Paralímpico Internacional (IPC). De acordo com a Constituição Federal, art. 220, §1º nenhum dispositivo pode constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer meio de comunicação social. A gravidade do das consequências deste artigo podem ser exemplificadas, por exemplo, se houver qualquer violação decorrente de um protesto, o COI e o IPC poderão tentar impedir a disseminação dessas imagens, inclusive pela internet.

– Na parte de Proteção e Exploração de Direitos Comerciais, há uma série de seções específicas que restringem os direitos dos cidadãos de circular por áreas públicas. Na Seção V, o projeto vai além e cria pena de detenção de três meses a um ano ou multa para quem reproduzir, imitar, falsificar ou modificar qualquer símbolo oficial dos Jogos. Aqueles que forem distribuir, vender, ajudar na venda ou mesmo guardar material com símbolos oficiais pode ficar preso de um a três meses ou pagar multa. É de enorme gravidade a existência de uma seção que cria novos tipos penais, ressaltando a postura punitivista do Estado com relação aos cidadãos. Este artigo é extremamente prejudicial para liberdade de expressão, pois as pessoas que usarem/modificarem qualquer símbolo oficial como forma de protesto poderão ser detidas. Além do que, há uma proteção desproporcional do direito às marcas, que já é garantido por outras leis.

– No Capítulo IV, o projeto afirma, que como condição de permanecer nos locais oficiais, não se deve portar ou ostentar cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas, de caráter racista, xenófobo ou que estimulem outras formas de discriminação. A Lei limita previamente o tipo de expressão que não é admitida dentro dos Locais Oficiais de Competição. A Constituição Federal e outras leis já se encarregam de responsabilizar qualquer forma de discriminação, motivo pelo qual não cabe à Lei das Olimpíadas estabelecer restrições prévias à liberdade de expressão, uma vez que os excessos devem ser responsabilizados posteriormente por meios legais já existentes. O mais problemático aqui é o fato de deixarem em aberto “mensagens ofensivas”.

– Na Seção X, afirma que não devem ser utilizadas bandeiras para outros fins que não o da “manifestação festiva e amigável”. Além de violar o direito à liberdade de expressão, garantido constitucionalmente, nos locais do evento, caracterizando uma censura prévia, pode ser prejudicial para os protestos uma vez que pessoas com cartazes e bandeiras poderão ser banidas dos arredores do estádio, por exemplo. Além disso, a utilização das expressões “manifestação festiva e amigável” caracteriza, em tese, um comportamento intolerante das entidades organizadores no que se refere às críticas que poderão ser feitas pelos indivíduos, evidenciando, assim, que trata-se de uma afronta à livre manifestação de pensamento e à liberdade de expressão como um todo. Além de serem termos excessivamente amplos e indefinidos.

A partir das 15 horas de hoje, haverá um twitaço nas redes sociais denunciando as irregularidades do projeto e pedindo que a presidenta vete a proposta.

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Homem é detido por tentativa de furto de fiação elétrica no Mini Estádio Monte Líbano

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Mini estádio Monte Líbano- Foto: Ilcimar Aranhas/ Cidade Nos Esportes

Policiais militares de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) prenderam na madrugada desta terça-feira (31.03), um homem por tentativa de furto, no bairro Monte Líbano.

Conforme o boletim de ocorrência, a denúncia via 190 relatava que um homem estaria tentando furtar a fiação elétrica do estádio.

No local, os policiais encontraram o homem escondido entre as arquibancadas. Ele alegou que estava no estádio para dormir, porém, os policiais perceberam que o suspeito carregava uma alavanca de ferro.

Na vistoria, os agentes encontraram as caixas de eletricidade dos postes dos refletores danificadas e os fios de energia e a tela de proteção cortadas.

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Britânico passa por reconstrução facial após confundir tumor na pele com espinha

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Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após  câncer de pele
Reprodução/Daily Mail

Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após câncer de pele

Um homem foi submetido a uma reconstrução facial após confundir um tumor cancerígeno com uma simples espinha em sua cabeça. De acordo com o Daily Mail
, Colin Davies, de 66 anos, procurou ajuda médica após perceber que o caroço em sua testa estava crescendo com o passar do tempo, descobrindo, assim, que tinha câncer de pele
já em estágio avançado.

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Davies relatou que, no início, não se preocupou com a pequena ‘bolinha’ vermelha que se alojou em sua testa, e que só procurou por um especialista ao notar um crescimento fora do comum no caroço, que ficou do tamanho de uma uva. Em pouco tempo, o câncer de Colin tomou conta de seu corpo, espalhando-se pelo pescoço, mandíbula, orelha e ombro direito, fazendo com que realizasse um procedimento de reconstrução facial
que durou 13 horas em uma clínica de Hartlepool, na Inglaterra

Reconstrução facial e o período de recuperação de Colin

O britânico explicou que, devido ao avanço do câncer de pele, teve grande parte de seu rosto removido. Ele também sofreu a perda do couro cabeludo, que foi substituído por uma placa de acrílico e um enxerto de pele retirado da perna, passando ainda por dois meses de radioterapia intensiva para erradicar o câncer.

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Depois de lutar contra 21 tumores durante 25 anos, o idoso decidiu compartilhar sua experiência a fim de motivar e encorajar pessoas que estão passando pela mesma situação que viveu. Atualmente, livre do câncer, Colin se descreveu otimista e muito animado para o futuro.


Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo
Reprodução/Daily Mail

Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo

“Se o caroço não tivesse crescido, talvez passasse despercebido. Eu poderia ter morrido aos 41 anos se não fosse um bom observador. Lutei contra o câncer de pele por mais de 25 anos, passei por muitos momentos complicados, e finalmente posso afirmar que estou livre disso. Agora, quero contar a minha história para que as pessoas se cuidem e tenham em mente que não são invencíveis”, disse.

Davies alegou que apesar de ter conseguido reverter o quadro de câncer de pele, continuará com os cuidados e evitará ao máximo a exposição ao sol
, já que isso pode fazer os tumores retornarem.  

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“Meu médico suspeita que meus anos de juventude, quando pescava abaixo do sol forte, podem ter influenciado na propagação da doença. Demorei dois anos para ser diagnosticado de fato, só sentia meu rosto dolorido e coçando. Depois desse período, perdi grande parte dele, e por isso tive que passar por uma reconstrução facial
e por implantes de próteses do meu canal auditivo. No momento, estou bem, e quero conscientizar as pessoas sobre os riscos e os cuidados que devemos ter com o câncer de pele”, concluiu.

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