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Esporte e Saúde

“Genoma do atleta” busca entender como o corpo responde ao exercício

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Como cientistas do mundo inteiro, através de um consórcio científico, podem influenciar na atividade física não só de atletas de elite mais de todas as pessoas que querem se exercitar para viver de maneira mais saudável? Na semana passada, diversos cientistas renomados com a atuação em genética do exercício, se reuniram na Eslovênia para apresentarem seus mais recentes resultados em genética e biologia do esporte.

Descubra como a genética pode ser aliada de quem precisa perder peso

Mulher correndo genética euatleta (Foto: Getty Images)Congresso discutiu a necessidade de ações mais efetivas para que as pessoas se exercitem mais (Foto: Getty Images)

Foram dias intensos, em que a principal pauta era a necessidade de ações mais efetivas para que as pessoas pratiquem atividade física diária, de maneira disciplinada e sem exceções. O consórcio do genoma do atleta, ou Athlome, foi criado em 2015, em Santorini, na Grécia, com o objetivo de reunir os mais relevantes dados científicos para melhorar a performance esportiva e também entender como o corpo responde ao exercício.

Eficácia de dieta detox depende da formação genética de cada indivíduo

Uma das pesquisas em destaque foi a de lesões. Os pesquisadores sequenciaram o genoma inteiro de diversos indivíduos e atletas de elite e verificaram que diversos genes relacionados ao metabolismo do colágeno estão envolvidos no aumento de risco para lesões em tendões e ligamentos. Entendendo como funciona esse mecanismo é possível montar planos de exercícios individualizados e suplementos que possam minimizar os riscos para o desenvolvimento de lesões.

Conheça seus genes e adapte o treino para alcançar o melhor desempenho

Outro destaque foi a pesquisadora australiana Katryn North, que descreveu pela primeira vez o gene ACTN3, considerado o gene da velocidade. As pesquisas indicam que todos os atletas olímpicos de modalidades de força e velocidade o apresentem. E, ao mesmo tempo, sua variante, ou seja, os indivíduos que não possuem a proteína codificada pelo ACTN3, possuem uma maior aptidão para esportes de resistência e também são favorecidos em locais de altitude, principalmente devido ao melhor funcionamento das funções mitocondriais.

Dieta e dados genéticos: estudo prevê avanços para o combate ao sobrepeso

A ciência é fundamental para o desenvolvimento do esporte e da saúde e cada vez mais ela indica a necessidade de uma individualização. Como disse o professor Dr. Claude Bouchard, referência no assunto obesidade e atividade física: hoje a tecnologia proporciona a possibilidade da medicina, dos treinos determinados para o eu e não para o nós. É a tecnologia favorecendo cada um para atingir seu máximo potencial.

Gula é genética: descubra por que é difícil tentar controlar a saciedade

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com

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Homem é detido por tentativa de furto de fiação elétrica no Mini Estádio Monte Líbano

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Mini estádio Monte Líbano- Foto: Ilcimar Aranhas/ Cidade Nos Esportes

Policiais militares de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) prenderam na madrugada desta terça-feira (31.03), um homem por tentativa de furto, no bairro Monte Líbano.

Conforme o boletim de ocorrência, a denúncia via 190 relatava que um homem estaria tentando furtar a fiação elétrica do estádio.

No local, os policiais encontraram o homem escondido entre as arquibancadas. Ele alegou que estava no estádio para dormir, porém, os policiais perceberam que o suspeito carregava uma alavanca de ferro.

Na vistoria, os agentes encontraram as caixas de eletricidade dos postes dos refletores danificadas e os fios de energia e a tela de proteção cortadas.

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Britânico passa por reconstrução facial após confundir tumor na pele com espinha

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Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após  câncer de pele
Reprodução/Daily Mail

Britânico Colin Davies passou por reconstrução facial após câncer de pele

Um homem foi submetido a uma reconstrução facial após confundir um tumor cancerígeno com uma simples espinha em sua cabeça. De acordo com o Daily Mail
, Colin Davies, de 66 anos, procurou ajuda médica após perceber que o caroço em sua testa estava crescendo com o passar do tempo, descobrindo, assim, que tinha câncer de pele
já em estágio avançado.

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Davies relatou que, no início, não se preocupou com a pequena ‘bolinha’ vermelha que se alojou em sua testa, e que só procurou por um especialista ao notar um crescimento fora do comum no caroço, que ficou do tamanho de uma uva. Em pouco tempo, o câncer de Colin tomou conta de seu corpo, espalhando-se pelo pescoço, mandíbula, orelha e ombro direito, fazendo com que realizasse um procedimento de reconstrução facial
que durou 13 horas em uma clínica de Hartlepool, na Inglaterra

Reconstrução facial e o período de recuperação de Colin

O britânico explicou que, devido ao avanço do câncer de pele, teve grande parte de seu rosto removido. Ele também sofreu a perda do couro cabeludo, que foi substituído por uma placa de acrílico e um enxerto de pele retirado da perna, passando ainda por dois meses de radioterapia intensiva para erradicar o câncer.

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Depois de lutar contra 21 tumores durante 25 anos, o idoso decidiu compartilhar sua experiência a fim de motivar e encorajar pessoas que estão passando pela mesma situação que viveu. Atualmente, livre do câncer, Colin se descreveu otimista e muito animado para o futuro.


Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo
Reprodução/Daily Mail

Colin, de 66 anos, retirou 21 tumores de seu corpo

“Se o caroço não tivesse crescido, talvez passasse despercebido. Eu poderia ter morrido aos 41 anos se não fosse um bom observador. Lutei contra o câncer de pele por mais de 25 anos, passei por muitos momentos complicados, e finalmente posso afirmar que estou livre disso. Agora, quero contar a minha história para que as pessoas se cuidem e tenham em mente que não são invencíveis”, disse.

Davies alegou que apesar de ter conseguido reverter o quadro de câncer de pele, continuará com os cuidados e evitará ao máximo a exposição ao sol
, já que isso pode fazer os tumores retornarem.  

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“Meu médico suspeita que meus anos de juventude, quando pescava abaixo do sol forte, podem ter influenciado na propagação da doença. Demorei dois anos para ser diagnosticado de fato, só sentia meu rosto dolorido e coçando. Depois desse período, perdi grande parte dele, e por isso tive que passar por uma reconstrução facial
e por implantes de próteses do meu canal auditivo. No momento, estou bem, e quero conscientizar as pessoas sobre os riscos e os cuidados que devemos ter com o câncer de pele”, concluiu.

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