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Basquete

Franca é campeão da Copa Super 8 de basquete

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(Foto: Divulgação/Franca) Gazeta Esportiva

Com uma impressionante virada no último quarto, Franca conquistou o título da Copa Super 8 de basquete, após vencer o Flamengo por 77 a 73, no Rio de Janeiro, neste sábado, em uma reedição da final do ano passado. Com a conquista, a equipe se classificou para a Champions League Américas da próxima temporada.

A etapa inicial foi bastante disputada e equilibrada. No primeiro quarto, o Franca se sobressaiu e venceu por 19 a 13. Já no segundo, o rubro-negro reagiu e, com as mudanças feitas pelo treinador do time carioca Gustavo de Conti, virou o confronto para 44 a 37.

No segundo tempo, o equilíbrio foi mantido. O Flamengo conseguiu se manter à frente no terceiro quarto, vencendo por 63 a 56. Entretanto, no último período, faltando pouco mais de três minutos para o fim, o time paulista virou com uma cesta de dois pontos de David Jackson, deixando a equipe com a vantagem de 73 a 71.

Com a virada, o time carioca sentiu o nervosismo e começou a cometer mais erros. Aproveitando-se do bom momento, Franca se manteve consistente e venceu o confronto por 77 a 73, conquistando o título da competição.

“Ano passado batemos na trave duas vezes contra o Flamengo e estávamos engasgados com isso, por toda a pressão que tivemos. Me cobro bastante e, depois de perder a final do Super 8 e do NBB, aquele sentimento ficou comigo. Um sentimento que não quero ter nunca mais. Estamos de parabéns. Isso não tem preço”, disse Lucas Dias, um dos destaques da partida e da equipe paulista.

“O importante foi que nunca desistimos. Enfrentar o Flamengo em casa é muito difícil. Mas demos o troco do ano passado”, declarou Rafael Hettsheimeir, MVP da final, com 28 pontos.

Da redação com Terra

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Basquete

Raulzinho confessa estar inseguro com possível retorno da NBA

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O armador Raulzinho, que defende o Philadelphia 76ers na NBA, afirmou, em uma live transmitida pelo Youtube, que está inseguro com o possível retorno dos jogos da liga profissional de basquete dos Estados Unidos, que está parada desde o dia 11 de março

“Para falar a verdade estou com medo, será que vou voltar fora de forma? Não tenho direção, não sei o que o armador que vai disputar posição comigo está fazendo. O cara pode estar treinando em algum lugar e me matar no treino. Ou então, estou fora de forma e já tive lesões no passado (…). Desde os 16 anos, nunca fiquei mais de duas semanas sem pegar em uma bola de basquete e já estou há dois meses praticamente sem treino. Fica essa dúvida na nossa cabeça”, disse o jogador durante conversa com Magic Paula, Marcelinho e Anderson Varejão mediada pelo jornalista Everaldo Marques.

Cumprindo o isolamento social em Utah, ele ainda contou que está realizando atividades individualmente em uma igreja mórmon próxima de sua casa. Segundo Raulzinho, como o local está fechado, consegue acesso através do tio de sua namorada, que é bispo. O armador, que disputou duas edições do Jogos Olímpicos (Londres 2012 e Rio 2016), revelou também como vem sendo o acompanhamento da sua atual equipe e a incerteza sobre a continuidade da competição americana: “Acho que eles estão dando todo o suporte possível neste momento. Ninguém sabe exatamente o que vai acontecer. Tive uma conversa com o Elton Brands, manager do nosso time, e ele disse que nosso centro de treinamento pode abrir daqui a uma semana ou uma semana e meia. Mas que não há obrigação alguma por parte dos jogadores que não estão na cidade de irem treinar, pois eles estão preocupados com a saúde dos atletas, dos familiares e torcedores. Não tem nada certo de que a liga vai voltar e que vamos terminar a temporada”.

Impasse sobre retomada da NBA

Raulzinho também disse que entre os atletas há muitas opiniões divergentes quando o assunto é terminar a temporada 2019/2020: “Há muitas opiniões diferentes, há atletas que dizem que não querem voltar a jogar, porque acham muito arriscado e que vão colocar em risco as famílias e muita gente. Há jogadores que já falaram publicamente que querem voltar a jogar, o LeBron, o Chris Paul disseram que querem de alguma maneira voltar e terminar esta temporada. É uma mistura de opiniões. Por mais que a temporada acabe e tenha redução de 25% dos salários de todos, a maioria não está preocupada com isso e não se sente confortável de voltar agora, sem vacina ou remédio. O meu pensamento é esse também”.

Para o ex-ala da seleção brasileira Marcelinho a parte econômica deve ser levada em consideração, mas a saúde é o mais importante: “Acho muito difícil a temporada da NBA voltar, não tem um tempo justo para isso, mas acredito muito na intenção. O esporte hoje é um negócio e movimenta muito dinheiro e emprega muita gente. Então, se a NBA, que sempre tem posturas positivas com relação a tudo, se ela resolver voltar dentro de uma condição melhor, com segurança, acho válido. Não pode ser o negócio à frente de tudo. Este momento está provando que o que mais importa na vida é a saúde”.

Já Magic Paula, campeã mundial em 1994 (Austrália) e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, é contrária ao retorno da competição: “Basquete é um esporte de contato, não é como tênis, onde fica um lá e outro aqui. Acho que é momento de pensar na vida das pessoas que estão ali. Nós, que estamos dentro do esporte, achamos que todos gostam e assistem esporte, mas não está acima do bem e do mal. Agora é momento de recuar, vamos ver a NBA no ano que vem”.

Conhecendo de perto a NBA, Anderson Varejão, que vestiu a camisa do Cleveland Cavaliers por mais de uma década, acredita no bom senso dos dirigentes: “Acho que a NBA não voltou ainda porque eles não querem colocar ninguém em risco. A NBA está levando do jeito está porque é uma liga muito forte, tem muito dinheiro. Eles podem se dar ao luxo de continuar esperando e trabalhando nos bastidores, fazendo a coisa certa. Caso apareça uma vacina ou alguma coisa que dê a certeza para eles de que nada vai acontecer, eles vão voltar”.

Edição: Fábio Lisboa

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Basquete

Basquete de luto: morre ex-técnico Brito Cunha, ouro nos Jogos de 1964

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O ex-técnico da seleção brasileira  masculina de basquete Renato Brito Cunha – medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão) em 1964 –  faleceu nesta terça-feira (5), aos 94 anos, em São Paulo (SP). A causa da morte não foi divulgada.

Brito Cunha também foi presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) entre 1989 e 1997. No período a frente da entidade, o basquete brasileiro feminino ganhou relevância internacional. Em 1994, a equipe verde e amarela conquistou o título Mundial e dois anos depois foi medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (Estados Unidos). Pelas redes sociais – Twitter e Facebook – a entidade postou uma mensagem lamentando o ocorrido.

“Com pesar, a CBB informa o falecimento de Renato Brito Cunha, ex-presidente da Confederação Brasileira de Basketball entre 1989 e 1997 e também técnico da Seleção Brasileira. Brito nos deixou aos 94 anos. Descanse em paz. Como treinador do Brasil, Renato dirigiu o time que conquistou a medalha de bronze na Olimpíada de Tóquio 1964. E também conquistou o ouro com as meninas no Pan de Winnipeg 1967, além de outros títulos nas Américas.”

O ex-presidente do CBB também ainda teve passagens como treinador em clubes como o Flamengo e Fluminense.

Duas perdas em menos de uma semana

O basquete nacional já havia ficado de luto na última quarta-feira (29), quando o ex-jogador Gérson Victalino, de 60 anos, que disputou três  Olimpíadas pelo país (Los Angeles-1984, Seul-1988 e Barcelona-1992), faleceu em decorrência de complicações causadas pela esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa contra a qual lutava desde novembro do ano passado.

O basquete brasileiro perdeu um gigante nesta quarta-feira, 29 de abril. Gerson Victalino O basquete brasileiro perdeu um gigante nesta quarta-feira, 29 de abril. Gerson Victalino

O ex-pivô Gerson integrou a seleção brasileira, ouro no Pan de Indianápolis, em 1997, após derrotar o favorito time norte-americano.  – Arquivo/CBB

Além da experiência em Jogos olímpicos, o ex-pivô entrou para história ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Ele fez parte da equipe que venceu a final contra favorita seleção dos Estados Unidos por 120 a 115, em Indianápolis, na casa adversária.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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