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Covid-19: nadador da seleção nos anos 90 está em UTI, em São Paulo

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No início deste mês, Edilson Silva, um dos maiores nadadores do estado do Pará, entrou na lista dos infectados pelo novo coronavírus (covid-19). Natural da capital Belém, o atleta master, de 49 anos, foi internado às pressas em um hospital particular de São Paulo (SP). “Ele estava entubado. Mas, ontem (15), o equipamento foi retirado. Segue na UTI, mas evoluindo. Graças a Deus”, relatou a cunhada Cláudia Cunha, à Agência Brasil.

“É importante falarmos que a doença é grave e as pessoas precisam se prevenir e se proteger”, aconselhou Cláudia, que iniciou uma campanha de arrecadação de recursos, entre amigos, em sua conta pessoal no Instagram, para ajudar a pagar os custos com o tratamento médico do atleta.

“O Edilson tem uma microempresa. E, como milhares de pessoas pelo Brasil, infelizmente, está sofrendo bastante nesse período de pandemia. O tratamento está correndo bem. Mas não sabemos quanto tempo pode durar. Por isso, qualquer ajuda é sempre bem-vinda”, conclui a cunhada. 

Dentro das piscinas, Edilson integrou a seleção brasileira adulta no Mundial de Palma de Mallorca (Espanha), em 1993. Na ocasião, ficou bem perto de conquistar uma das vagas para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Barcelona (Espanha), em 1992. 

O nado costa é o estilo favorito do atleta. Foi nele que o paraense faturou, entre outras conquistas, duas medalhas de bronze, uma nos 50 metros e outra na prova dos 100 m no Mundial Master de 2012, na categoria entre 40 e 44 anos.

Em 2009, o nadador competiu o Campeonato Americano de Natação, pela equipe da Universidade de Indiana (Estados Unidos), onde estudou. O paraense conquistou o ouro nas provas de 50 m e 100 m  costas, além de um bronze nos 50 m borboleta.  Por equipes, o nadador também coleciona triunfos: o ouro nos 4 por 50 m medley e nos 40 por 100 m medley, com o recorde mundial da época. Durante a carreira, ele já bateu mais de dez recordes sul-americanos, 13 recordes brasileiros e quatro recordes norte-americanos.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Bottas ganhar GP da Rússia após punições afastarem Hamilton de recorde

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O finlandês Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio da Rússia de Formula 1 pela Mercedes neste domingo, depois que seu companheiro de equipe e líder do Mundial de Pilotos, Lewis Hamilton, foi atrapalhado por punições recebidas antes de a corrida sequer ter começado.  

Hamilton, que havia largado na pole position em Sochi – o piloto britânico buscava a 91ª vitória da carreira para igualar o recorde da lenda da Ferrari, Michael Schumacher – terminou em terceiro lugar, atrás de Max Verstappen, da Red Bull. Hamilton acusou os fiscais de tentarem impedi-lo de vencer e disse que as sanções “ridículas” foram excessivas, mas esperadas: “Estão tentando me parar, não estão?”, disse o britânico à emissora Sky Sports.

A vantagem do britânico para Bottas diminuiu para ainda confortáveis 44 pontos, transcorridas dez das 17 corridas, depois que o finlandês somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida.

“Nunca desista. É um bom dia”, disse Bottas, que respondeu aos críticos por meio de falas pelo rádio da equipe, enquanto recebia a bandeirada.

“É bom vencer, fazia tempo e eu preciso tentar manter o embalo… ainda há algumas corridas pela frente, então nunca se sabe. Vou continuar tentando. Não desistirei e veremos como termina”.

A vitória – por 7,729 segundos de diferença para Verstappen – foi a segunda do finlandês nesta temporada e a primeira desde o retorno da F1 com o GP da Áustria, em julho.

Punições marcaram GP da Rússia

Bottas disse que teve sorte, mas que provavelmente teria vencido de qualquer maneira, com Hamilton largando com pneus macios, que desgastam mais, enquanto o finlandês estava com pneus médios, uma melhor estratégia para o longo prazo.

As esperanças de Hamilton, de qualquer maneira, desapareceram quando os fiscais emitiram duas punições de cinco segundos por largadas fora da área designada, enquanto ele se dirigia para o grid.  

Hamilton também somou dois pontos de punição na sua habilitação, ficando a apenas dois de ser suspenso por uma corrida — o que acontece quando um piloto soma 12 pontos ao longo de 12 meses.

Em uma prova maçante e solitária para os três primeiros, após duas etapas empolgantes na Itália, a Mercedes manteve sua marca de vencer todos os Grandes Prêmios da Rússia, desde o primeiro, em 2014, no circuito urbano ao redor das instalações das Olimpíadas de Inverno.

O mexicano Sergio Pérez foi quarto colocado pela Racing Point, com o australiano Daniel Ricciardo em quinto, pela Renault, e Charles Leclerc, em sexto, pela Ferrari.

O francês Esteban Ocon ficou em sétimo, pela Renault, com o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri em oitavo, o que agradou o primeiro público de verdade da temporada, após oito corridas com portões fechados devido à pandemia de Covid-19.

Seu companheiro de escuderia, Pierre Gasly, que surpreendeu ao vencer em Monza, foi nono colocado, enquanto Alexander Albon, da Red Bull, levou o último ponto, na décima posição.

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Desembargadora mantém suspensão de jogo entre Flamengo e Palmeiras

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A desembargadora Maria Helena Motta, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), negou, hoje (27), um pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e manteve a decisão judicial que determinou a suspensão do jogo entre Flamengo e Palmeiras, agendado para ocorrer esta tarde, em São Paulo. 

Ontem (26), o juiz Filipe Olmo de Abreu Marcelino, do próprio tribunal, decretou a suspensão da partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro e que estava prevista para as 16 horas de hoje. Em sua decisão liminar, o magistrado estipulou o pagamento de multa de R$ 2 milhões caso os atletas dos dois clubes entrem em campo, desrespeitando sua decisão.

A CBF recorreu da primeira sentença, ajuizando um mandado de segurança, mas a desembargadora Maria Helena Motta, negou o pedido de reconsideração da decisão de Marcelino, mantendo  a suspensão da partida e a multa em caso de descumprimento da liminar.

Autor do pedido de suspensão do jogo, o Sindicato dos Empregados em Clubes, Estabelecimentos de Cultura Física, Desportos e similares do Estado do Rio de Janeiro (Sindeclubes) alega que o novo coronavírus (covid-19) está potencialmente ativo entre empregados do departamento de futebol do Flamengo e, portanto, não há condições de realização da partida devido ao “elevado risco de contágio generalizado”.

Desde o jogo entre Independiente Del Valle e Flamengo, pela Copa Libertadores da América, no último dia 17, o Rubro-Negro teve 19 jogadores infectados pela covid-19 até hoje (26), além de membros da diretoria e comissão técnica. O clube tentou o adiamento do duelo no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que negou o pedido. Após a confirmação de mais três casos na noite de sexta-feira (25), o clube carioca pediu novamente revisão da sentença Justiça Desportiva

Edição: Lílian Beraldo

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