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Futebol / CBF

Copa América 2019: títulos e história dos adversários da Seleção Brasileira

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Sorteio da Copa América será nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre a história de cada um dos participantes do torneio

Seminário das equipes da Copa América 2019. Taça

Copa América 2019 no Brasil será realizada entre os dias 14 de junho a 7 de julho
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Os motores estão aquecendo para o começo da Copa América 2019! Nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, um sorteio definirá os três grupos da competição continental. Mas antes de conhecer os adversários que estarão no caminho da Seleção Brasileira em busca do título, é hora de saber um pouco mais sobre a história deles no torneio.

Argentina

Posição no ranking da FIFA: 11º
Copa do Mundo 2018: 16º (eliminada nas oitavas-de-final)
Últimos cinco jogos: V-V-D-E-V
Melhor resultado: campeão (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993)
Último título: 1993

Segunda maior campeã da história da Copa América, a Argentina vive uma longa seca de títulos sul-americanos. A última vez que a Alviceleste ergueu a taça continental foi em 1993, no Equador, sob o comando do lendário Gabriel Batistuta. Na decisão contra o México, “Batigol” brilhou e marcou duas vezes na vitória por 2 a 1. Mas isso não quer dizer que os hermanos não tenham feito grandes participações no torneio. Nas últimas cinco edições, foram quatro finais, e quatro vice-campeonatos: dois para o Brasil (2004 e 2007) e dois para o Chile (2015 e 2016). A Argentina sediou a Copa América pela última vez em 2011, quando caiu nas quartas-de-final contra o Uruguai, nos pênaltis.

Seleção Argentina

Argentina não vence a Copa América desde 1993, mas é a segunda maior campeã
Créditos: FIFA

Bolívia

Posição no ranking da FIFA: 59º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: E-E-D-V-E
Melhor resultado: campeão (1963)
Último título: 1963

Pior colocada no ranking da FIFA entre as seleções da Conmebol, a Bolívia tem apenas um título da Copa América. Muito forte historicamente dentro de casa, a Bolívia chegou à final nas duas vezes em que sediou o torneio. Em 1963, La Verde derrotou o Brasil por 5 a 4 no jogo do título, conquistado após uma disputa em pontos corridos entre as sete seleções participantes. A Seleção Brasileira deu o troco em 1997. Com gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto, venceu por 3 a 1 e conquistou o título em La Paz. Desde então, a Bolívia não ficou mais entre os quatro primeiros da Copa América.

Seleção Boliviana

Bolívia chegou duas vezes na final, ambas em edições disputadas em casa
Créditos: FIFA

 

Catar

Posição no ranking da FIFA: 93º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: V-V-V-D-D
Melhor resultado: o Catar nunca disputou a Copa América

País-sede da próxima Copa do Mundo, em 2022, o Catar é um dos dois convidados desta edição da Copa América, ao lado do Japão. É a primeira vez que o país asiático disputa o torneio continental. Com um forte projeto para o desenvolvimento do futebol local, a seleção catari já começa a colher os frutos na Copa Asiática. Na primeira fase, foram três vitórias em três jogos, com 10 gols marcados e nenhum sofrido. O Catar não se classificou para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, e é a única equipe já garantida no Mundial de 2022, justamente por ser o anfitrião.

Seleção do Catar

Catar sediará a próxima Copa do Mundo; esta é sua primeira Copa América
Créditos: FIFA

 

Chile

Posição no ranking da FIFA: 13º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: V-D-V-D-E
Melhor resultado: campeão (2015 e 2016)
Último título: 2016

O Chile vem ao Brasil para defender o seu bicampeonato da Copa América. Campeão pela primeira vez em 2015, jogando dentro de casa, La Roja repetiu a dose no ano seguinte, na edição centenária do torneio continental, nos Estados Unidos. Nas duas oportunidades, o Chile teve o mesmo adversário na final: a Argentina. Estes foram os dois primeiros títulos da seleção na Copa América. Mas o bom desempenho no torneio não se repetiu nas Eliminatórias. Em uma disputa muito equilibrada, o Chile acabou ficando de fora da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, e tenta recuperar sua boa forma na Copa América.

Seleção Chilena

Atual bicampeão da Copa América, Chile encerrou um jejum centenário em 2015
Créditos: FIFA

Colômbia

Posição no ranking da FIFA: 12º
Copa do Mundo 2018: 9º (eliminada nas oitavas-de-final)
Últimos cinco jogos: V-V-E-V-D
Melhor resultado: campeão (2001)
Último título: 2001

Uma das escolas mais tradicionais do futebol sul-americano, a Colômbia foi campeã da Copa América na única edição que sediou, em 2001. Dona de um futebol vistoso e de estilo inconfundível, os cafeteros já tiveram times memoráveis,com craques como Valderrama e Rincón, e viram sua força ressurgir nos últimos anos. Na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, chegou até as quartas-de-final, eliminada para os anfitriões. Dessa vez, os comandados de José Pekerman tentam voltar a levantar uma taça depois de 18 anos de seca, contando com os gols de Falcão Garcia e os passes açucarados de James Rodríguez.

Seleção Colombiana

Colômbia tem apenas um título na história da Copa América: 2001
Créditos: FIFA

Equador

Posição no ranking da FIFA: 57º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: V-V-E-D-V
Melhor resultado: quarto lugar (1959 e 1993)

Muito forte jogando em seus domínios, o Equador teve suas melhores participações nas duas edições em que foi o país sede da Copa América. Em 1959, apenas cinco equipes disputaram a competição. Com uma vitória, um empate e duas derrotas, o Equador superou o Paraguai e ficou com a quarta posição. Já em 1993, em outro formato, o Equador teve uma campanha memorável. Foram três vitórias na primeira fase, incluindo uma goleada por 6 a 1 sobre a Venezuela. Depois de eliminar o Paraguai, o Equador ficou nas semifinais contra o México, que seria derrotado pela Argentina em seguida. Desde então, as participações do país na Copa América têm sido discretas.

Japão

Posição no ranking da FIFA: 50º
Copa do Mundo 2018: 15º (eliminada nas oitavas-de-final)
Últimos cinco jogos: V-V-V-V-V
Melhor resultado: fase de grupos (1999)

O Japão é uma das duas equipes convidadas para a Copa América. Diferente do Catar, no entanto, esta não é a primeira vez que a nação nipônica disputa a competição. Em 1999, em edição realizada no Paraguai, o Japão não conseguiu passar da fase de grupos. Atualmente, o Japão disputa a Copa Asiática, em que acumula quatro vitórias em quatro jogos. 

Seleção Japonesa

Apesar de convidado, o Japão já tem uma Copa América na sua história
Créditos: FIFA

Paraguai

Posição no ranking da FIFA: 32º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: E-D-D-D-V
Melhor resultado: campeão (1953 e 1979)
Último título: 1979

Nesta edição da Copa América, o Paraguai comemorará 40 anos de sua última conquista sul-americana. O segundo título da Albirroja veio em 1979, sob o comando do ídolo Julio César Romero, mais conhecido como Romerito. Com uma passagem marcante pelo futebol brasileiro, no Fluminense, o meia é considerado por muitos o melhor jogador paraguaio de todos os tempos. Na campanha do título, marcou o gol do empate contra o Brasil no Maracanã, que deu a classificação ao Paraguai (na época, a competição não tinha sede fixa). Na final diante do Chile, ainda com 19 anos, o meia marcou duas vezes no jogo de ida. A última participação de destaque do Paraguai na Copa América foi em 2011, quando eliminou o Brasil e chegou à final, perdida para o Uruguai.

Seleção Paraguaia

Paraguai foi campeão pela última vez em 1979, mas eliminou o Brasil em 2011
Créditos: FIFA

Peru

Posição no ranking da FIFA: 20º
Copa do Mundo 2018: 20º (eliminada na fase de grupos)
Últimos cinco jogos: D-D-E-V-D
Melhor resultado: campeão (1939 e 1975)
Último título: 1975

Renascido após a classificação para a Copa do Mundo da Rússia, o Peru não vence a Copa América desde 1975. Sem sede-fixa, o torneio foi vencido pelos peruanos com grande colaboração do meia-atacante Teófilo Cubillas. Na semifinal, o Peru derrotou o Brasil. No Mineirão, vitória por 3 a 1 dos visitantes. A Seleção se recuperou jogando fora de casa, e venceu por 2 a 0 em Lima, mas acabou eliminada no cara ou coroa. Até 2017, Cubillas era o maior artilheiro da história da seleção do Peru. Mas o atacante Paolo Guerrero deixou o ídolo para trás e assumiu o posto. Esperando ansiosamente a volta de seu artilheiro de uma suspensão por doping, a torcida peruana confia no camisa nove, que vem de boas competições pelo Peru. Nas duas últimas edições disputadas em solo sul-americano (2015 e 2011), Guerrero acabou como artilheiro.

Seleção Peruana

O Peru foi campeão em 1975, com o craque Teófilo Cubillas, e tenta reconquistar a América
Créditos: FIFA

Uruguai

Posição no ranking da FIFA: 7º
Copa do Mundo 2018: 5º (eliminada nas quartas-de-final)
Últimos cinco jogos: D-D-D-D-V
Melhor resultado: campeão (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959, 1967, 1983, 1987, 1995 e 2011)
Último título: 2011

O Uruguai é o maior campeão da história da Copa América. Um bicho papão das primeiras edições do torneio, venceu oito de seus 15 títulos antes do bicampeonato mundial, no Brasil, em 1950. Sua última conquista veio em 2011, na Argentina, quando derrotou o Paraguai na final. No caminho para o título, desbancou os donos da casa. Boa parte da base do time campeão em 2011 ainda se mantém, como os atacantes Luís Suarez e Edinson Cavani, e o zagueiro Diego Godín, além do técnico Oscar Tabarez. El Maestro, como é conhecido o treinador, está no cargo desde 2006, quando assumiu o Uruguai com a missão de fazer a Celeste voltar à Copa do Mundo. E não decepcionou. O Uruguai disputou os três Mundiais desde então, e se destacou em todos eles. Chegou às semifinais em 2010, parou nas oitavas de final em 2014 e foi às quartas na Rússia.

Seleção Uruguaia

Com 15 títulos, o Uruguai é o maior campeão da história da Copa América
Créditos: FIFA

Venezuela

Posição no ranking da FIFA: 31º
Copa do Mundo 2018: não se classificou
Últimos cinco jogos: E-E-V-D-V
Melhor resultado: quarto lugar (2011)

A Venezuela é a única seleção pertencente à Conmebol que nunca disputou uma edição da Copa do Mundo. Na Copa América, o máximo que a Vinotinto conseguiu foi chegar ao quarto lugar, em 2011. Mas esse retrospecto tem tudo para mudar nos próximos anos. A seleção tem feito campanhas melhores nas Eliminatórias e conta com uma geração promissora nas categorias de base. É a atual campeã sul-americana sub-20, já que venceu o torneio em 2017. Na edição que está sendo disputada no Chile, já são três vitórias em quatro jogos (a única derrota veio diante do Brasil). O passado pode não dizer tanto sobre a força do futebol venezuelano, mas a resposta pode estar no futuro.

Seleção Venezuelana

A Vinotinto não tem grandes resultados na Copa América, mas tenta surpreender no Brasil
Créditos: FIFA

Fonte: CBF
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Futebol / CBF

CBF Academy realiza quinto workshop de Intermediação no Futebol

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Curso começou nesta quinta (9) pela manhã e segue na sexta e sábado, com objetivo de capacitar e atualizar os intermediários, gestores de clubes e advogados

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF

Workshop de Intermediação de Futebol - CBF Academy

Workshop de Intermediação de Futebol – CBF Academy

Créditos: Laís Torres/ CBF


A quinta edição do Workshop de Intermediação no Futebol começou na manhã desta quinta-feira (8), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, e segue na próxima sexta (10) e sábado (11). O curso promovido pela CBF Academy busca capacitar e atualizar os intermediários cadastrados na CBF, gestores de clubes e advogados quanto as normas regulamentares referentes a atividade. Além disso, também tem como propósito expor conceitos éticos e de conduta a serem seguidos pelos profissionais no meio.

O Workshop teve em sua primeira manhã uma palestra conjunta entre André Sica e Américo Espallargas sobre a regulamentação CBF-FIFA. Em um auditório cheio com os 100 alunos do curso, os dois explicaram sobre o trabalho dos intermediários e tiraram diversas dúvidas dos participantes. Presente na primeira edição do Workshop, André reiterou a importância dos cursos da CBF Academy. 

– Eu acho que é um dos grandes cursos do futebol brasileiro. Ele se presta a educar o mercado, atualizar o mercado e fazer com que o ambiente mercadológico fique muito mais sadio. Então, pra mim, este curso, assim como os demais cursos da CBF Academy, são de suma importância pro engrandecimento do futebol nacional – destacou.

Na parte da tarde desta quinta-feira (9), o Workshop de Intermediação no Futebol segue com Roberto Barracco falando sobre o futebol nos EUA e Vantuil Gonçalves, expondo os casos CNRD de intermediários. Nos próximos dias, ainda serão debatidos questões como: técnicas de negociação, profissionalização do futebol feminino, questões práticas de intermediação, análise de desempenho e transição do atleta pós aposentadoria. 

Confira abaixo a programação completa.

Quinta-feira (09/05)

9h – 10h: Welcome Coffee

10h – 13h: André Sica / Américo Espallargas – Regulamentação CBF-FIFA

13h – 14h: Almoço

14h -16h30: Roberto Barracco – Futebol nos EUA

17h – 19h30: Vantuil Gonçalves – Casos CNRD de intermediários

Sexta-feira (10/05)

10h – 13h: Carlos Viveiro – Técnicas de Negociação

13h – 14h: Almoço

14h -16h30: Amauri Nascimento / Romeu Castro – Profissionalização do Futebol Feminino 

17h – 19h30: Victor Eleuterio / Stefano Malvestio – Questões práticas de intermediação

Sábado (11/05)

9h – 11h: Carlos Thiengo – Análise de Desempenho

11h30 – 13h30: Tinga/Fábio Braga/Magrão – Mediação: Amilar Fernandes – Mesa Redonda: Transição do Atleta Pós aposentadoria 

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Fonte: CBF
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Futebol / CBF

Série B do Brasileirão: Vila Nova e Ponte Preta empatam sem gols

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No Serra Dourada

Série B do Brasileirão: Vila Nova e Ponte Preta empatam sem gols

Pela terceira terceira rodada da Série B, Tigre e Macaca ficam no 0 a 0 em Goiânia. Equipes seguem sem vencer na competição

Vila Nova e Ponte Preta ainda não sentiram o sabor da vitória na Série B do Brasileirão. As duas equipes mediram forças na noite desta sexta-feira (10), e não saíram do zero no Serra Dourada, em Goiânia, pela terceira rodada da competição. Com o resultado, ambos chegam ao segundo empate da Série B. A Ponte vai agora para a 14ª posição, com dois pontos. O Vila vem logo à frente, em 13º colocado, com o mesmo número de pontos.

Confira a tabela completa da Série B do Brasileirão!

Sobraram chances, mas faltou gol na primeira etapa. Os dois times travaram duelo disputado, com oportunidades para os dois lados, mas as redes insistiram em não balançar. Dentre momentos quentes, cada equipe teve ao menos uma chance claríssima de abrir o placar. A primeira foi da Macaca: aos 14 minutos, Matheus Vargas aproveitou vacilo da defesa do Vila, invadiu a área e finalizou cruzado na trave. O Tigre respondeu no minuto seguinte: Juninho recebeu na pequena área e, livre de marcação, mandou para fora.

A etapa final foi um tanto quanto mais lenta em relação ao primeiro tempo. As duas equipes pareciam se estudar um pouco mais, e não repetiram o ímpeto ofensivo de antes. Aos 26, no entanto, a Macaca ficou em vantagem numérica dentro de campo. Isso porque Alan Mineiro recebeu o segundo amarelo – por falta em Edson – e foi expulso pelo árbitro.  O time dono da casa seguiu tentando, mesmo com um a menos, porém a Ponte Preta não deu chances ao rival e saiu do Serra Dourada com a igualdade.

Fonte: CBF
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