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Zé Love continua trocando de clubes e pode quebrar recorde de Loco Abreu

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Se você tentar adivinhar em quantos times Zé Love já jogou na carreira, provavelmente vai errar para menos. Não parece, mas o atacante ex-Santos já passou por 23 até agora. Por isso ele está perto de quebrar um recorde que pertence a Loco Abreu, de jogador que defendeu mais clubes na história. Atualmente o uruguaio está com 28 no currículo.

É claro que, com um currículo tão extenso, Zé Love construiu uma carreira cheia de histórias curiosas. Ele inclusive virou “parça” de Neymar no Santos e se recusou a treinar no Milan. No vídeo acima lembramos dessas curiosidades e também revelamos por onde anda Zé Love atualmente.

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Esportes

Confira a agenda do futebol desta quinta-feira, dia 27 de junho de 2019

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daniel alves na seleção brasileira
Mowa Press

Jogo da seleção brasileira nas quartas da Copa América é o destaque da agenda do futebol desta quinta-feira

A agenda do futebol desta quinta-feira está recheada de bola rolando. Decisões na Copa América e na Copa do Mundo feminina, além do início da Liga Europa são os destaques do dia.

Confira todas as partidas do dia. Os horários da agenda do futebol são de Brasília.

Copa Africana de Nações

11h30 – Madagascar x Burundi
14h00 – Senegal x Argélia
17h00 – Quênia x Tanzânia

Campeonato Europeu Sub 21

13h00 – Alemanha x Romênia
16h00 – Espanha x França

Liga Europa – fase preliminar

14h30 – Barry (Wal) x Cliftonville (Nir)
14h30 – Niedercorn (Lux) X Cardiff Metropolitan (Wal)
15h00 – Klaksvik (Fai) x Tre Fiori (San)
15h00 – Sant Julia (And) x Europa FC (Gib)
15h45 – Ballymena (Nir) x Runavik (Fai)
15h45 – La Fiorita (San) x EU Engordany (And)
15h45 – Prishtina (Kos) x St. Josephs (Gib)

Copa do Mundo de futebol feminino – quartas de final

16h00 – Noruega x Inglaterra

Campeonato Brasileiro Série C

19h00 – Treze x Santa Cruz

Copa América – quartas de final

21h30 – Brasil x Paraguai

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Esportes

Sorriso ausente nos últimos dias precisa vencer as polêmicas de Neymar

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“Preciso escrever alguma coisa”. Essa frase está me perseguindo por dias . É como se alguém já me acordasse dizendo: Guilherme, seu vagabundo, você precisa escrever. E até por isso quero pedir desculpas pelo tempo ausente. É que gostaria de evitar justamente isso: escrever por escrever, sem ter nada para acrescentar. Tivemos a Copa do Mundo feminina, a Copa América, Neymar e tantos outros pratos saborosos para explorar. Mas o assunto de hoje é felicidade . É sobre o único tema que consigo tratar.

Eu tenho me sentido feliz nos últimos dias . E é aquela alegria sem razão ou circunstância, sem obrigação ou devoção, causa ou aparência. Nos últimos dias tenho lembrado de coisas engraçadas que aconteceram comigo, como quando joguei uma bituca de cigarro na bolsa de uma mulher, num bar. Eu ainda fumava. Fui me livrar daquele troço fedorento e, como Michael Jordan, acertei precisamente o zíper aberto . Na mosca.

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Imaginei um incêndio de grandes proporções. De repente a bolsa pegando fogo. E depois a mesa. E o bar. E a rua. E depois o quarteirão. E o Pacaembu, que fica lá por perto, ficaria cheio de chamas e fumaça. Tive sorte e tempo, porém, de evitar uma calamidade. Enfiei a mão na bolsa e tirei a bituca atrevida. A moça riu – não entendendo muito bem o que estava acontecendo, mas riu – e demorou uns 10 minutos para entender como poderia ter alguém tão burro e idiota por perto. Eu, no caso.

O herói , no futebol, é a razão da felicidade de todo torcedor. O jogador que dribla. No jogo, o drible é a definição mais precisa de sorriso. O gol é o ponto chave. O gol separa os campeões dos rebaixados. Os vencedores dos perdedores. O herói é quem decide a partida mais difícil. E nem sempre é o craque do time. O Brasil sempre teve os seus. Pelé e Garrincha; Bebeto e Romário; Sócrates e Zico; Rivaldo e Ronaldo; Ronaldinho e Kaká. Uma infinidade de duplas e trios e quartetos e etc.

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Neymar , hoje, é o maior candidato a herói brasileiro de sua geração. Está longe dos outros. Lesões seguidas, acusações e dificuldade em lidar com a fama estão afastando o camisa dez do próprio potencial. Seu pai não ajuda. Seus empresários não ajudam. E ele, por fim, não se ajuda. Neymar é um craque. E um craque detestado . O brasileiro não gosta do seu melhor jogador.

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Neymar surgiu sorrindo. E não gostavam. Chamavam o então moleque de inconsequente por só sorrir. Driblava e sorria o tempo todo, diante de quem quer que fosse: grandalhões de quase dois metros ou fortões de cento e poucos quilos. Neymar apanhava e sorria. E hoje só tem apanhado. O sorriso do jogador foi substituído pela pose do popstar. O riso sincero deixou de ser marca registrada. Ele precisa entender que não é o dono do mundo.

Ontem me flagrei cantando no carro. Cantando o que tocava no rádio, sem quase nem saber a letra, enquanto os outros motoristas me olhavam de cima pra baixo. É a tradução: estou feliz. Realmente estou me sentindo feliz, inexplicavelmente feliz nesses dias . Se há alguma torcida de minha parte em relação a Neymar, saiba: é pelo sorriso. Ele diz muito mais do que depoimentos policiais, conversas no WhatsApp e entrevistas. A bituca de Neymar ainda não causou incêndio irreversível.

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