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UFC comete injustiça histórica ao deixar Cyborg fora de disputa de cinturão

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Uma semana depois de Dana White revelar que Cris Cyborg recusou três ofertas para disputar o inédito cinturão peso pena feminino do UFC, o evento anunciou na noite na última terça-feira que quem fará essa luta serão a norte-americana Holly Holm e a holandesa Germaine de Randamie.

A explicação dada por Dana White para deixar a brasileira para trás nessa luta é que lhe foi dada a chance e o evento precisa seguir em frente. “Estamos no negócio da luta. Ela disse que não poderia bater o peso em oito semanas, depois negou de novo e novo. Tinha duas garotas que poderiam fazer essa luta, então seguimos em frente. Imagina um jogador do Patriots (time da NFL), falando que não pode jogar neste fim de semana?”

Cris explicou na época que ainda estava muito abalada, física e psicologicamente, pelo corte de peso de suas três últimas lutas. Disse que quase morreu para chegar às 140 libras nos dois combates que fez no UFC este ano. “Ontem eles falaram que não tinham meninas para montar essa categoria e agora se apressam para fazer uma disputa de cinturão. Disse que poderia lutar em março, mas acho que ficaram bravos por eu ter recusado as lutas”, desabafou.

Não esperar Cris Cyborg ter condições de aceitar a luta é uma enorme injustiça que o UFC está cometendo contra a brasileira e soa, sim, como birra ou represália por ela não ter aceitado as ofertas iniciais.

A curitibana é detentora do cinturão da categoria peso pena feminina em todos os eventos que disputou em sua vida (como Strikeforce e Invicta FC, por exemplo). Ela é uma desbravadora do MMA feminino e já fazia – em o destaque devido – o que Ronda Rousey fez anos depois.

Cyborg estava há meses, na verdade anos, pedindo para o UFC criasse sua categoria e que ela pudesse parar de sofrer com o corte de peso. Ela sempre disse que seria justo com muitas atletas que sofrem para bater o peso galo e que poderiam povoar o peso de cima. E agora ela acabou preterida.

Apenas em termos de comparação, está invicta há mais de dez anos, venceu 15 de suas 19 lutas por nocaute, sendo dez vezes no primeiro round. Já Holly Holm vem de duas derrotas consecutivas (para Miesha Tate e Valentina Shevchenko) e Germaine de Randamie tem apenas nove lutas profissionais de MMA, aos 32 anos.

Ninguém iria morrer de esperar um mês ou dois para colocar Cris Cyborg nessa merecida disputa de cinturão. Mas os fãs de MMA não precisam se preocupar. Ela avisou que não vai abandonar o UFC por conta disso e para esse título estar em suas mãos é questão de tempo.

Fonte: Uol

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SÉRIE D: Adversário do União E.C Operário-MS dispensa 22 jogadores e anuncia treinador Celso Rodrigues

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O Operário apresentou nesta tarde (25) o elenco e o técnico que comandará o time no Campeonato Brasileiro da Série D. O Galo reformulou o elenco em relação àquele que disputou o Estadual e traz para comandar o grupo o treinador Celso Rodrigues, campeão pelo clube no ano passado.

Segundo o presidente do Alvinegro, Estevão Petrallas, 22 jogadores foram dispensados. Chegam ao clube alguns que se destacaram pelo Estadual deste ano com as camisas do Comercial, Urso e Costa Rica. Alguns já estavam treinando há pelo menos 12 dias e se juntam ao treinador, que chegou na quarta-feira em Campo Grande. “Se fossemos o melhor time não tínhamos dispensado 22 jogadores”, afirmou.

“São jogadores de performance boa. Recebi informações. Outros atletas [do Estadual] foram procurados”, comentou Celso Rodrigues durante a apresentação. O treinador esteve no clube em 2017, quando chegou a semifinal, e também no ano passado, quando pôs fim ao jejum de 20 anos sem título do Galo.

Treinador Celso Rodrigues- Foto: Assessoria

O desafio do clube e do comandante agora é a Série D. E somente o acesso para a terceira divisão fará com que o Operário se mantenha em alguma competição nacional no ano que vem, já que ficou de fora da final do Estadual deste ano. Por isso, a responsabilidade na competição nacional aumenta. “Sonhamos em conquistar a vaga para a Série C. Vai ser bem difícil”, diz o treinador, que terá apenas dez dias para arrumar o time para a estreia.

A estreia na Série D será no dia 5 de maio contra o Patrocinense (MG), às 15h, fora de casa. Os dois clubes integram o grupo A11, que também é composto por União (MT) e Anapolina (GO). O Operário mandará seus jogos em Campo Grande no estádio Jacques da Luz, nas Moreninhas.

Situação econômica e despedida

O presidente do clube, Estevão Petrallas, também aproveitou o momento para prestar contas aos torcedores que acompanharam a apresentação e afirmou que pretende deixar o comando do clube ainda este ano. O vice, Nelson da Silva, também deve deixar o cargo, assumindo assim o atual presidente do Conselho Deliberativo, Edilson Duarte.

Assumiu erros de gestão na formação do elenco para o Estadual. “Falta de comprometimento. O comodismo tomou conta”.

Apontou ainda que as dívidas do clube caíram de R$ 13 milhões para R$ 2,7 milhões e que hoje o clube conta com as certidões negativas. Segundo ele, somente o débito com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), em torno de R$ 300 mil, foi liquidado através da Timemania, loteria federal com os clubes de todo o Brasil.

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HÁ 15 ANOS, CRAC ERGUIA, PELA SEGUNDA VEZ, A TAÇA DE CAMPEÃO GOIANO

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Na tarde de 18 de abril de 2004, a cidade de Catalão praticamente parou para testemunhar aquele que seria um jogo histórico e marcaria o bicampeonato do Clube Recreativo e Atlético Catalano (Crac) (1967/2004) no Campeonato Goiano de Futebol.

Time do Crac Campeão Goiano em 2004 (Foto: Reprodução Revista Placar)

Comandado pelo técnico Wanderley Paiva, o time de Catalão chegou à decisão após eliminar a equipe do Goiás na semifinal. Na tarde de 18 de abril, o Crac entrou em campo em busca da vitória contra o time do Vila Nova, tendo em vista que havia perdido a primeira partida por 2X1, em jogo realizado no domingo anterior, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Diante de uma torcida empolgada, que lotou o Estádio Genervino da Fonseca, o Leão do Sul fez bonito e não deu chances para o time visitante, vencendo o Vila Nova no tempo normal pelo placar de 3X0, com gols de Sandro Oliveira, Celinho e Guaru.
O regulamento da competição à época, previa então que o título estadual fosse decidido nos pênaltis. O time de Catalão deu mais um show, e os jogadores converteram todas as cinco cobranças para o Leão do Sul. Guaru, Celinho, Cacá, Cleiton Goiano e Cristiano marcaram para o Leão. Para o time do Vila Nova, converteram a cobrança os jogadores Bosco, Mendes, Jacques e Tim. Luciano desperdiçou e o Crac foi campeão com o placar de 5X4.
A torcida invadiu o campo e comemorou junto à equipe campeã, naquela que foi uma data histórica para a cidade de Catalão e colocou o Crac como a grande força do futebol no interior do estado de Goiás.
O time dirigido por Wanderley Paiva contava com Helder, Baiano, Cristiano, Cleiton Mineiro e Marcinho (Cleiton Goiano), Pedrino, Celinho, Cacá e Guaru, Sandro Oliveira e Sandro Goiano.
Confira reportagem da TV Serra Dourada sobre a conquista do Crac e a festa em Catalão:

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