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Uefa libera time da Liga dos Campeões 2018 com Messi e domínio do Real Madrid

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Uefa disponibilizou o time de 2018. Os torcedores escolheram os atletas pela internet
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Uefa disponibilizou o time de 2018. Os torcedores escolheram os atletas pela internet

Nesta sexta-feira (11) a Uefa liberou o time do ano de 2018. Em dezembro a entidade disponibilizou em seu site o nome de 50 jogadores para serem escolhidos pelos torcedores.

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A novidade do time do ano da Uefa é a ausência de Neymar, ou nem tão novidade assim, já que o brasileiro ficou de fora de quase todas as listas de melhores do ano de 2018.

O campeão da Liga dos Campeões do ano passado, o Real Madrid emplacou no time do ano cinco jogadores, contando ainda que Cristiano Ronaldo defendia o time merengue na última edição da Champions League. Vice-campeão da competição, o Liverpool teve um representante na seleção.

De acordo com os dados disponibilizados pela Uefa, cerca de 168 mil usuários participaram da votação e foram computados 1.800 milhões de votos pelo site da instituição. O jogador mais votação foi o croata Luka Modric, vencedor de todos os prêmios individuais da temporada e eleito o melhor jogador do mundo em 2018.

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O torcedor também tinha a oportunidade de votar na formação da equipe. Estavam disponíveis as opções 4-4-2/ 3-5-2/ 3-4-3/ 4-3-3/ 5-3-2 e 4-5-1. A vencedora foi o 4-3-3.

Veja abaixo todos os nomes que foram votados para o #TeamOfTheYear da Uefa

Goleiro – Marc-André Ter Stegen (Barcelona)

Defesa – Sérgio Ramos (Real Madrid); Virgil Van Djik (Liverpool); Raphael Varane (Real Madrid) e Marcelo (Real Madrid)

Meio de campo – Luka Modric (Real Madrid); N’golo Kanté (Chelsea); Eden Hazard (Chelsea)

Atacantes – Kylian Mbappé (PSG); Lionel Messi (Barcelona) e Cristiano Ronaldo (Juventus).

Todos os torcedores que participaram da votação concorriam a um pacote de Fifa 19 para Playstation 4. O vencedor desse kit não foi divulgado publicamente.

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Em relação à seleção de 2017, os jogadores do Real Madrid, com exceção de Varane, Hazard, do Chelsea, e a dupla de ataque Cristiano Ronaldo e Messi mantiveram suas posições. A votação da Uefa acontece desde 2001.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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