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Seleção feminina aumenta série invicta e encerra 2019 com vitória

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A seleção brasileira de futebol feminino se despediu com vitória da temporada 2019. Neste domingo (15), na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), o time comandado pela técnica sueca Pia Sundhage superou outra vez o México, agora por 4 a 0, diante de 5.384 torcedores. Na última quinta-feira (12), a equipe canarinho aplicou 6 a 0 nas mesmas rivais, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Para o novo compromisso diante das mexicanas, Pia promoveu quatro mudanças no time titular, com entradas da goleira Luciana, da lateral-direita Isabella, da zagueira Kathleen e da atacante Chú nos lugares de Lelê, Fabi Simões, Bruna Benites e Duda, respectivamente. A técnica, porém, manteve a formação ofensiva da última quinta (12), com duas meias (Luana e Andressinha), duas jogadoras abertas (Chú e Debinha) e duas centroavantes (Cristiane e Bia Zaneratto).

Pressionando a saída de bola e sufocando desde o início o México, o Brasil saiu na frente logo aos 9 minutos, Bia avançou pela esquerda e cruzou na pequena área para Cristiane, que se antecipou a goleira Itzel González e mandou para as redes.

As brasileiras diminuíram o rítmo, mas seguiam no campo de ataque. Aos 26, após falta cometida em Luana próxima à meia-lua, Debinha bateu no ângulo esquerdo e ampliou.

O terceiro saiu aos 40, em contra-ataque puxado por Debinha, que envolveu Bia e Isabella. A lateral cruzou e Cristiane, de cabeça, marcou o segundo dela na noite.

No segundo tempo, Pia aproveitou para mexer na equipe. Saíram Tamires, Debinha, Cristiane, Andressinha, Chú e Isabella para as entradas de Bruna Calderan, Millene, Gabi Zanotti, Aline Milene, Victória Albuquerque e Giovanna, respectivamente.

Com muitas alterações, inclusive do lado mexicano, o ritmo do jogo caiu, com passes errados de ambos os lados. Mesmo assim, deu tempo para o Brasil fechar o placar. Aos 29, Aline Milene escapou da marcação dentro da área e tocou para Victória Albuquerque chutar de bico, no canto de González.

A vitória foi a sexta sob comando de Pia, que ainda não perdeu em oito jogos dirigindo a Seleção. A equipe foi superada duas vezes em disputas de pênaltis, por Chile e China, em torneios amistosos, mas o resultado oficial das partidas foi o empate. Foram 24 gols marcados e só dois sofridos, com 42 jogadoras convocadas e 38 testadas no período.

A Seleção só volta a jogar em 2020, quando disputará a Olimpíada de Tóquio, no Japão. Antes, terá pela frente três datas-Fifa, com dois jogos em cada, como preparação para a competição em solo asiático. Os rivais e locais das partidas ainda não foram anunciados.

Edição: Verônica Dalcanal
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Coluna: Uma questão de mercado

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A discussão continua. Semana passada falamos sobre o interesse do Flamengo em receber cota diferenciada para que os jogos dele sejam transmitidos pela TV. A resposta da emissora detentora dos direitos foi de que pagar a mais causaria um desequilíbrio na competição – no caso, o Campeonato Carioca. É um bom argumento, mas um estudo da Pluri Consultoria, divulgado recentemente, mostra que nem sempre existe essa preocupação. E que, na verdade, o interesse do mercado pesa na distribuição de valores.

O estudo abrangeu os oito principais estaduais do país – Paulista, Carioca, Mineiro, Gaúcho, Paranaense, Pernambucano, Baiano e Cearense. Ele mostra que estas competições custam, às emissoras detentoras de direitos de transmissão, R$ 379,6 milhões, distribuídos a todas as equipes participantes. E aqui começa o tal desequilíbrio, que se não repercute diretamente nos estaduais, certamente afeta o desempenho das equipes que disputam as principais competições nacionais.

Por exemplo: o Campeonato Paulista custa R$ 176 milhões, contra R$ 2,8 milhões pagos ao Baiano e R$ 1,7 milhão ao Cearense. O que isso significa? Os quatro grandes paulistas recebem, cada um, R$ 26 milhões só pelo Estadual. O Bahia, que está na Série A, R$ 900 mil; Ceará e Fortaleza, R$ 600 mil. Os paulistas ganham 46 vezes mais que os cearenses.

É evidente que cada Estadual tem um alcance diferente, incluindo aí o mercado publicitário. Mas se pensarmos no tal equilíbrio, as cotas pagas em apenas três meses já criam uma diferença enorme entre equipes que disputam a mesma competição, aliás, a mais importante do calendário – o Brasileirão.

Voltando a falar do Flamengo, a cota proposta ao rubro-negro do Rio era de R$ 18 milhões, a mesma destinada a Fluminense, Vasco e Botafogo. Se pensarmos que o time foi campeão brasileiro e da Copa Libertadores, será que a audiência dos jogos dele não será compatível com a estimada para os clubes paulistas, que vão receber R$ 8 milhões a mais?

Como se vê, é um tema que merece muitas discussões e que não é tão simples de ser explicado. Num país de dimensões continentais, em que torcedores de outras regiões do país torcem, também, por clubes do Sul e do Sudeste, falar em equilíbrio para pagar, quando não há equilíbrio na hora de receber, soa um pouco estranho.

Edição: Marcos Alcântara
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Muriel promete força total contra o Rubro-Negro no clássico Fla-Flu

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Não vai ter moleza para o Flamengo. O Fluminense dificilmente vai poupar jogadores para o clássico desta quarta-feira (29), às 20h30min, no Maracanã. Líder do grupo B da Taça Guanabara, com nove pontos conquistados em três jogos, o Tricolor encara como decisão a partida contra o rubro-negro. Para o Flu, enfrentar o time alternativo do rival não diminui a responsabilidade, e quem garante foco total é o goleiro Muriel.

“Eu já vivi isso em outros lugares. Em se tratando de clássico não tá escrito time A, time B, time C. É Fla-Flu. Nós representamos o Fluminense, um grande time, sempre teremos a responsabilidade de entrar para vencer e se eles estivessem com o time titular não seria diferente, então a gente vai entrar com força total. Sabemos que será um jogo difícil, tanto que o Flamentgo tem feito um bom campeonato até aqui, segue invicto, venceu um clássico, não perdeu e é líder isolado no outro grupo. A gente tem se preparado para fazer um grande jogo, sem pensar nos jogadores deles. Nossa obrigação é entrar sempre para vencer, dar o nosso máximo e honrar as cores do Fluminense”.

Ouça na Rádio Nacional

Muriel vai fazer apenas seu segundo jogo em 2020. Após se recuperar de uma fratura na mão esquerda no final de 2019, ele realizou uma pré-temporada maior. Acabou substituído por Marcos Felipe, de 23 anos, nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro do ano passado e nas duas primeiras partidas do Carioca de 2020. A tendência é que Muriel siga como titular após ter defendido a meta tricolor contra o Bangu, mas se precisar, o goleiro confia no reserva.

“Fiquei muito feliz com o desempenho dele. Já ouvia falar dele há muitos anos, sempre destaque em seleção de base e aqui no Fluminense tinha tido poucas oportunidades. Eu não tinha dúvida que ele ia corresponder bem e tanto no ano passado quanto nesse ano fez bastante a diferença. Ele é muito jovem e suportou um momento de muita dificuldade em 2019 quando estávamos lutando na parte de baixo da tabela, e ele superou com muita personalidade e confiança, o que é importante para um goleiro”.

Apesar de o Flamengo botar um time de garotos em campo, é do Flu a promessa que chama mais atenção no clássico. Miguel, de apenas 16 anos, é até aqui a revelação do Campeonato Carioca e deve ser titular contra o rival. No confronto com o Bangu, o meia foi muito bem, e agora tem a chance de confirmar a empolgação da torcida no primeiro Fla-Flu do ano.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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