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Santos abre 3 a 0, sofre pane no 2º tempo e só empata com o Fortaleza

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Agência O Globo

Após bom primeiro tempo, Santos tem pane e apenas empata com o Fortaleza: 3×3 na Vila Belmiro

Do céu ao inferno. Vindo de duas derrotas no Brasileirão, o Santos entrou em campo mordido, neste domingo, e atropelou o Fortaleza por 3 a 0 no primeiro tempo, com gols de Marinho, Jorge e Sasha. Com a vantagem porém, o Peixe relaxou, sofreu dois gols de Wellington Paulista e, aos 49 do segundo tempo, viu Tinga empatar para o Leão. Com o resultado na 16ª rodada, o Alvinegro fica com 33 pontos e pode perder a liderança para o Flamengo nos critérios de desempate.

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Na próxima rodada, o Peixe visita a Chapecoense no sábado, às 19h. O Leão do Pici – que fica com 18 pontos e não pode ser ultrapassado na 15º posição – recebe o Goiás no domingo, às 16h, no Castelão.

COM JEITO É MARINHO.. .
Um minuto e 32 segundos: este foi o tempo que o Peixe levou para dar uma resposta pelos últimos dois jogos. Jorge lançou Evandro na grande área e, a partir daí, tudo de primeira: o meia escorou para Sasha, que rolou na esquerda para Marinho chapar no canto, com jeito. Era o Alvinegro, mordido, abrindo o placar na Baixada.

…O MÍSSIL É DE JORGE!
Como uma tsunami invadindo as praias de Santos, o time de Sampaoli massacrava o Fortaleza. Aos quatro minutos, Soteldo teve chance clara, mas parou em Felipe Alves. Aos nove, o 2 a 0: Marinho cobrou o escanteio, Alves tirou de soco e, na sobra, Jorge – destaque da etapa inicial – pegou de primeira, da meia-lua, e fez um golaço – em lance de jogador de Seleção Brasileira.

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BAILE NA VILA
Sem afrouxar o ritmo, time mandante manteve o ímpeto por toda a primeira etapa. Aos 32, Jorge, sempre ele, lançou Sasha, que invadiu a área e tocou por cima do goleiro. O lance, a princípio anulado por impedimento, foi rapidamente validado pelo VAR.

NÃO ESTÁ MORTO QUEM PELEIA
O Fortaleza tomou um choque no vestiário e voltou aceso para o segundo tempo. Aos 10, Edinho arrancou pelo meio e caiu após contato com Aguilar na grande área. Com o auxílio do VAR, o árbitro marcou pênalti, convertido por Wellington Paulista. Não demorou, o camisa 9 recebeu cruzamento e, da pequena área, marcou o segundo – dando conotação dramática ao duelo na Vila.

NA BACIA DAS ALMAS!
Pressionado, o Santos oxigenou o time com as entradas de Sánchez e Mota, e voltou ao controle do jogo. No fim, porém, o Tricolor do Ceará partiu para o abafa e chegou ao empate. Aos 49′ do segundo tempo, Tinga aproveitou o cochilo da zaga santista e completou para o gol o cruzamento de Carlinhos, frustrando a torcida santista.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 3 FORTALEZA

Local: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 25/08 – 16h
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC) – Nota L!:
Assistentes: Helton Nunes e Alex dos Santos (ambos SC)
Árbitro de vídeo: Rafael Traci (SC)
Assistentes: William Machado Steffen e Thiaggo Americano Labes (ambos SC)
Público e renda:
Gramado: Ótimo
Cartões amarelos: C. Sánchez, Jorge e Marinho (SAN) ; Juninho, Felipe e Carlinhos (FOR)
Cartões vermelhos: não houve.

GOLS: Marinho 1’/2ºT (1-0), Jorge 9’/2ºT (2-0), E. Sasha 32’/2ºT (3-0), Wellington Paulista 14’/2ºT (3-1), W. Paulista 22’/2ºT (3-2) e Tinga 49’/2ºT (3-3)

SANTOS : Everson, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Jorge; Alison, Diego Pituca e Evandro (C. Sánchez, 25’/2ºT); Marinho, Soteldo (D. González, 43’/2ºT)e Eduardo Sasha (Jean Mota 30’/2ºT). Técnico: Jorge Sampaoli.

FORTALEZA: Felipe Alves; Tinga, Quintero, Jackson e Carlinhos; Juninho, Felipe, Gabriel Dias (André Luís, 33’/2ºT); Edinho (Osvaldo, 36’/2ºT), Romarinho (Felipe Pires, intervalo) e Wellington Paulista. Técnico: Zé Ricardo.

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Seleção feminina aumenta série invicta e encerra 2019 com vitória

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A seleção brasileira de futebol feminino se despediu com vitória da temporada 2019. Neste domingo (15), na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), o time comandado pela técnica sueca Pia Sundhage superou outra vez o México, agora por 4 a 0, diante de 5.384 torcedores. Na última quinta-feira (12), a equipe canarinho aplicou 6 a 0 nas mesmas rivais, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Para o novo compromisso diante das mexicanas, Pia promoveu quatro mudanças no time titular, com entradas da goleira Luciana, da lateral-direita Isabella, da zagueira Kathleen e da atacante Chú nos lugares de Lelê, Fabi Simões, Bruna Benites e Duda, respectivamente. A técnica, porém, manteve a formação ofensiva da última quinta (12), com duas meias (Luana e Andressinha), duas jogadoras abertas (Chú e Debinha) e duas centroavantes (Cristiane e Bia Zaneratto).

Pressionando a saída de bola e sufocando desde o início o México, o Brasil saiu na frente logo aos 9 minutos, Bia avançou pela esquerda e cruzou na pequena área para Cristiane, que se antecipou a goleira Itzel González e mandou para as redes.

As brasileiras diminuíram o rítmo, mas seguiam no campo de ataque. Aos 26, após falta cometida em Luana próxima à meia-lua, Debinha bateu no ângulo esquerdo e ampliou.

O terceiro saiu aos 40, em contra-ataque puxado por Debinha, que envolveu Bia e Isabella. A lateral cruzou e Cristiane, de cabeça, marcou o segundo dela na noite.

No segundo tempo, Pia aproveitou para mexer na equipe. Saíram Tamires, Debinha, Cristiane, Andressinha, Chú e Isabella para as entradas de Bruna Calderan, Millene, Gabi Zanotti, Aline Milene, Victória Albuquerque e Giovanna, respectivamente.

Com muitas alterações, inclusive do lado mexicano, o ritmo do jogo caiu, com passes errados de ambos os lados. Mesmo assim, deu tempo para o Brasil fechar o placar. Aos 29, Aline Milene escapou da marcação dentro da área e tocou para Victória Albuquerque chutar de bico, no canto de González.

A vitória foi a sexta sob comando de Pia, que ainda não perdeu em oito jogos dirigindo a Seleção. A equipe foi superada duas vezes em disputas de pênaltis, por Chile e China, em torneios amistosos, mas o resultado oficial das partidas foi o empate. Foram 24 gols marcados e só dois sofridos, com 42 jogadoras convocadas e 38 testadas no período.

A Seleção só volta a jogar em 2020, quando disputará a Olimpíada de Tóquio, no Japão. Antes, terá pela frente três datas-Fifa, com dois jogos em cada, como preparação para a competição em solo asiático. Os rivais e locais das partidas ainda não foram anunciados.

Edição: Verônica Dalcanal
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Vanderlei Luxemburgo é o novo treinador do Palmeiras para a temporada 2020

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Vanderlei Luxemburgo é o mais novo comandante do Palmeiras. Terceiro treinador com mais jogos (373) e mais vitórias (226) à frente do clube na história, o técnico firmou vínculo com o Verdão neste domingo (15) por duas temporadas e inicia seus trabalhos pelo clube ainda neste mês de dezembro. Chegam com Luxemburgo o auxiliar Mauricio Copertino e o preparador físico Antônio Mello.

Carlos Gregório/Vasco da Gama _ Esta será a quinta passagem do treinador pelo Verdão

Esta será a quinta passagem do treinador pelo Verdão

Natural de Nova Iguaçu-RJ, Luxemburgo apareceu para o Brasil após conquistar o título paulista de 1990 pelo Bragantino. Pouco tempo depois, chegou ao Palmeiras para sua primeira passagem, dando início à vitoriosa Era Parmalat. Em 1993, encerrou um jejum de quase 17 anos sem títulos com uma histórica goleada por 4 a 0 sobre o Corinthians na final do estadual.

Ainda em 1993, o Palmeiras comandado por Luxemburgo protagonizou mais um momento histórico ao vencer o Campeonato Brasileiro diante do Vitória, pondo fim a um período de 20 anos sem conquistas nacionais. Em 1994, repetiu a dose no Paulista – campeão em cima do Santo André – e no Brasileiro – título vencido frente ao Corinthians.

Sua segunda passagem no Verdão se inicia no final de 1995, tempo suficiente para montar o esquadrão alviverde para o ano seguinte. O plantel avassalador deu as cartas no título paulista de 1996 com campanha extraordinária de 27 vitórias, dois empates e somente um revés. O jogo bonito e ofensivo da equipe ficou conhecido como “ataque dos 100 gols”. Ou melhor: 102, com média de 3,4 por partida. Naquela temporada, o Verdão conquistou sua maior sequência de vitórias em todos os tempos, com 24 triunfos consecutivos entre 11/2/1996 e 1/5/1996.

Esta será a quinta passagem de Vanderlei Luxemburgo pelo Verdão. Em seu último trabalho à frente do Alviverde, em 2008, o treinador acabou com mais um jejum: ao vencer o  Paulista diante da Ponte Preta, encerrou um período de oito anos sem títulos do clube.

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