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Rio de Janeiro vai receber etapa da Fórmula Indy em 2020 na Marquês de Sapucaí

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Trajeto da Fórmula Indy no Rio de Janeiro de 2020
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Trajeto da Fórmula Indy no Rio de Janeiro de 2020

No fim da tarde desta quarta-feira (07) o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou em seu Twitter que a cidade irá receber uma etapa da Fórmula Indy no ano de 2020 .

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No vídeo publicado em suas redes sociais, o prefeito aparece junto aos organizadores da Fórmula Indy americana e mostra rapidamente o trajeto que será percorrido pelos pilotos. A corrida terá início no Sambódromo da Marquês de Sapucaí e passará pela Avenida Presidente Vargas.

“É um excelente evento para a nossa cidade e vai atrair muitos turistas”, comenta Marcelo Crivela antes de cumprimentar alguns dos membros da organização da corrida. No anúncio, o prefeito projetou a geração de 05 mil empregos temporário na época da realização da prova.

A Fórmula Indy no Rio de Janeiro não é necessariamente uma novidade. Entre os anos de 1996 e 2000 a cidade recebeu algumas etapas do calendário da modalidade. Na época, a categoria era chamada de CART e era disputada no Autódromo de Jacarepaguá. O completo foi demolido em 2012 para lar lugar ao parque olímpico para a Rio 2016.

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Além do Rio de Janeiro, a cidade de São Paulo também já foi palco da Indy. Recebeu etapas entre os anos de 2010 e 2013. O evento recebeu o nome de Indy 300 e era disputado nas ruas da cidade. O Autódromo de Brasília foi o último local do Brasil a receber a forma tradicional da prova, no ano de 2015.

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A IndySeries, ou Fórmula Indy , é dividia em três pistas distintas há três anos: circuitos ovais (tradicionais), circuitos mistos e circuitos de rua. O calendário de 2019 será em sua totalidade disputado nos Estados Unidos, com exceção de uma prova que acontecerá no Canadá.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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