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Esporte e Saúde

Os 5 mandamentos para quem quer perder peso e recuperar a boa forma

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A pedido do Eu Atleta, a nutricionista Cristiane Perroni listou os cinco mandamentos para quem planeja perder peso de forma saudável. Confira as dicas para não errar na hora de elaborar a sua dieta diária:

Dê preferência a alimentos integrais e naturais Alimentos integrais possuem maior quantidade de fibras, aumentam a mastigação e reduzem a velocidade da alimentação, gerando mais saciedade e menos compulsão. Previnem e controlam doenças, como constipação, resistência à insulina/diabetes (menor estímulo insulínico), câncer de intestino, hipercolesterolemia e alimentam as células intestinais.

Comendo salada euatleta (Foto: Getty Images)Vai uma saladinha? Alimentos naturais devem fazer parte do seu cardápio para entrar em forma (Foto: Getty Images)

Lembrando que, nos rótulos, o alimento que vem no início da descrição dos ingredientes do produto é o que está em maior quantidade, portanto para um pão ser considerado integral ele deve ter como primeiro ingrediente farinha de trigo integral. Vale também comprar produtos enriquecidos com linhaça, chia, amaranto, farelo de trigo e aveia. Quanto mais natural e integral é o alimento mais “trabalho” fornecerá ao organismo para ser digerido e absorvido, “gastando” mais energia neste processo e gerando mais saciedade. “Descasque mais e desembale menos”.

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Cuidado com a adição de gorduras às preparações e prefira as gorduras do bem As preparações no dia a dia estão muito elaboradas, acrescentando queijos, manteiga, creme de leite e óleos. Muitas pessoas, para aumentar o consumo de legumes e verduras, acrescentam estas gorduras que elevam muito a quantidade de calorias da preparação, contribuem para o aumento de peso e de colesterol.

Castanhas, Avelãs, Nozes (Foto: Getty Images)Castanhas, avelãs, nozes… Mix de nuts ajuda a reduzir o colesterol, mas use com moderação (Foto: Getty Images)

Tempere saladas com vinagre, vinagre balsâmico, iogurte, limão, mostarda, pimenta, ervas e pouco azeite. Substitua preparações que utilizam maionese ou creme de leite por iogurte, pasta de soja, creme de ricota ou requeijão light em pequenas quantidades. Existem alimentos ricos em gorduras do bem, mas que também precisam ser usados com moderação como nuts (castanhas, nozes), abacate, açaí, azeite e óleo de coco.

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Reduza o tamanho das porções e coma devagar Prefira porções pequenas e individuais, evitando embalagens grandes. Divida o prato do almoço ou jantar da seguinte forma: ½ (metade) de hortaliças A e B (verduras e legumes), ¼ de proteína magra e ¼ de um tipo de carboidrato (arroz integral, quinoa, cuscus, batata, aipim, inhame, macarrão). Coma devagar e mastigue bem os alimentos. A comunicação entre o estômago e o cérebro demora cerca de 15 a 20 minutos para “identificar” que está saciado.

Prato saudável com frango grelhado e alface (Foto: Getty Images)Prato saudável com frango grelhado e alface: porções menores melhoram a nossa digestão (Foto: Getty Images)

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Refeições com intervalos regulares (de cinco a seis ao dia) Fazer refeições em intervalos regulares promove melhor controle da fome, da saciedade e da ansiedade. Permite ser mais seletivo na qualidade e no tamanho da porção dos alimentos. A fome aumenta muito quando fazemos poucas refeições. Chegamos às refeições querendo comer alimentos que nos dão prazer, mais fáceis para mastigar, com maior densidade calórica e em maior quantidade do que precisamos.

Mulher comendo salada de frutas (Foto: Getty Images)Entre as refeições principais faça pequenos lanches: frutas têm qualidade nutricional e são indicadas (Foto: Getty Images)

Aumente a ingestão de água e chás É preciso ingerir de dois a três litros de água diariamente, em torno de 40ml de água/kg peso/ dia. Utilize principalmente entre as refeições para não “atrapalhar” os processos de digestão e absorção de nutrientes, até 30 minutos antes da grande refeição ou após. Contribui para redução da fome e retenção hídrica.

A água desempenha funções essenciais sendo fundamental para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção; transporte de nutrientes para as células e liberação de toxinas; regulação da temperatura corporal; papel importante no sistema circulatório; hidratação. Chás podem ter ação termogênica como hibiscos, chá verde, gengibre e chá preto ou calmante como camomila, maracujá, melissa, jasmin, valeriana e hortelã.

Homem após corrida bebendo água com squeeze (Foto: Getty Images)Homem após corrida bebendo água com squeeze: hidratação deve ser de dois a três litros diários (Foto: Getty Images)
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Espírito Santo enfrenta surto de malária com 112 casos da forma grave da doença

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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte
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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte

Já foram confirmados 112 casos de malária no Espírito Santo desde julho deste ano até o momento. A maioria (92) foi identificado no município de Vila Pavão. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco, segundo a Secretaria de Saúde do Espírito Santo. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença.

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Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária . As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a doença é considerada endêmica.

As duas comunidades afetadas possuem população grande proveniente de Rondônia, por isso, a Vigilância Sanitária acredita que o surto tenha sido causado por um caso importado, apesar de não ter a hipótese comprovada.

O governo do Espírito Santo precisou do apoio do governo federal para montar uma força-tarefa de combate à infecção no município de Vila Pavão. Além de um laboratório que realiza e entrega o resultado do teste para a doença em meia hora, carros de fumacê percorrem os municípios da região, aspergindo inseticida.

O que é malária?


Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano
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Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.

No Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica.

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Os sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais.

A doença é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Esses mosquitos aparecem em maior volume ao entardecer e ao amanhecer, mas podem ser encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade.

A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão.

Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e detelas em portas e janelas.

No geral, após a confirmação da doença, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos disponíveis em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente nos casos graves, os pacientes devem ser hospitalizados de imediato.

O tratamento depende de fatores como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, incluindo gravidez e outros problemas de saúde; e gravidade da doença.

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Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.

*Com informações da Agência Brasil

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Pela primeira vez no ano, caso de botulismo é confirmado no Distrito Federal

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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo
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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou nesta segunda-feira (6) o primeiro caso de botulismo neste ano. Desde janeiro, duas suspeitas estavam sendo investigadas, porém foram descartadas. As situações não foram divulgadas por não apresentarem risco de surto nem de epidemia.

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A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso confirmado de botulismo – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

O caso foi registrado em abril, mas não se sabe ao certo quando aconteceu a contaminação. Segundo a Secretaria de Saúde, esse é o primeiro caso confirmado entre 2017 e 2018.

O que é botulismo?


Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde
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Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde

Causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum – a mesma utilizada em tratamentos estéticos, como a aplicação de botox -, apesar de ser uma doença neuroparalítica grave, não é contagiosa.

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No entanto, no caso do botox, não há risco de contaminação porque a aplicação da toxina é local e a quantidade concentrada de micro-organismos é menor.

A condição pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina . Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

Os sintomas podem variar entre cada indivíduo e, na maioria dos casos, se manifestam por meio da paralisação de músculos. Em alguns casos, quando a toxina entra em contato com músculos vitais, como o diafragma, por exemplo, há uma paralisia que pode levar a pessoa à morte.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto.

Além disso, produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos. Alimentos também não devem ser conservados a uma temperatura acima de 15ºC.

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Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento do botulismo depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.

*Com informações da Agência Brasil

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