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Nova teoria sobre a queda do avião de Emiliano Sala muda rumo da investigação

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Emiliano Sala morreu após o avião onde estava cair no Canal da Mancha no dia 21 de janeiro de 2019 arrow-options
Divulgação

Emiliano Sala morreu após o avião onde estava cair no Canal da Mancha no dia 21 de janeiro de 2019

O argentino Emiliano Sala, de 28 anos de idade, que morreu em janeiro deste ano após a queda do avião que o levava da França para o País de Gales, foi exposto e “elevados níveis de monóxido de carbono “, segundo revelou um relatório da Agência de Investigação de Acidentes Aéreos.

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De acordo com os dados divulgados pela rede britânica BBC, antes do acidente fatal com Emiliano Sala no dia 21 de janeiro, a cabine da aeronave estava cheia deste gás tóxico.

O atleta e o piloto David Ibbotson morreram na queda do avião. O corpo de Ibbotson nunca foi encontrado, mas, de acordo com o mesmo relatório, é “bastante provável” que apresente os mesmos níveis de monóxido de carbono.

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O que isso significa? Que o avião pode ter apresentado algum problema e liberado o gás. E que isso poderia ter causado convulsão, inconsciência ou até mesmo ataque cardíaco no piloto – e também em Sala -, fazendo com que o acidente fosse inevitável.

Destroços do avião de Emiliano Sala arrow-options
AAIB / Reprodução

Destroços do avião de Emiliano Sala

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A autópsia realizada no corpo de Emiliano Sala confirmou que ele morreu devido a “lesões na cabeça e no tronco”. O jogador estava no Nantes, da França, e viajava para o País de Gales, onde seria confirmado como reforço do Cardiff City. 

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Ceará empata com Botafogo e permanece na Série A

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O Ceará empatou por 1 a 1, no estádio Nilton Santos, neste domingo (8) com o Botafogo e se manteve na Série A do Campeonato Brasileiro.

Na 38° rodada, a última da competição, a equipe carioca abriu o placar com Marcos Vinícius, aos 38 minutos. Os cearenses empataram na segunda etapa, de pênalti, Thiago Galhardo fez aos 20 minutos.

Com este resultado, a equipe alvinegra terminou a competição com 43 pontos, na décima quinta colocação. O glorioso não conseguiu uma vaga na Copa Sulamericana do ano que vem. Como o Fluminense venceu o Corinthians por 2 a 1, na Arena Corinthians, os tricolores ficaram com a última vaga da competição internacional.

Já o Ceará fez o que precisava no Rio de Janeiro para se manter na primeira divisão mas, mesmo se não fizesse, não cairia.

Em função da derrota do Cruzeiro, no Mineirão, por 2 a 0, para o Palmeiras. A raposa foi rebaixada pela primeira vez na história do Campeonato Brasileiro. 

Com este ponto conquistado, o Ceará encerra o Brasileirão com 39 pontos na décima sexta colocação.

Edição: Verônica Dalcanal
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Rebaixado, Cruzeiro deixa de faturar mais R$ 11 milhões; na Série B, clube receberá ainda menos

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UARLEN VALÉRIO/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO

Foto: UARLEN VALÉRIO/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO

Além da tristeza, o inédito rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro irá trazer ao Cruzeiro um impacto financeiro imenso. Por ter figurado entre os quatro clubes que caíram, a Raposa não receberá um centavo sequer referente aos 30% da cota de TV paga pela colocação final de cada time na competição. Pela nova distribuição, que passou a valer neste ano, apenas até o 16º lugar embolsa a premiação.

O dinheiro da TV, que até 2018 era fixo para cada equipe, passou a ser fatiado. Neste ano, 40% do valor total da cota foi dividido igualmente entre os 20 participantes da Série A. Já 30% da verba varia de acordo com a audiência na televisão, enquanto os outros 30% são distribuídos dependendo da classificação final no Brasileirão.

Assim, ao terminar em 17º, o Cruzeiro deixou de ganhar pelo menos R$ 11 milhões, cota paga à equipe que termina a competição na 16ª posição.

Ao cair, o Cruzeiro terá outro prejuízo, pois verá a cota da TV despencar para a disputa da Série B em 2020. Isso porque, até a temporada passada, a cota recebida na Elite era mantida pelos clubes rebaixados no primeiro ano de Série B. Mas agora, ao ser rebaixada, a equipe também vê despencar o dinheiro pela participação na Segunda Divisão.

Desta forma, o Cruzeiro receberá muito menos para disputar a Série B. Neste ano, as equipes que integraram a Segunda Divisão nacional embolsaram, no máximo, R$ 6 milhões, além de outros R$ 2 milhões para custeio das viagens para os jogos fora de casa.

No entanto, o Cruzeiro tem outro caminho para minimizar a queda brusca na receita da TV para 2020 optando por receber o valor do pay-per-view em detrimento da cota da Série B. Neste ano, o clube celeste deve embolsar aproximadamente R$ 16 milhões pelos jogos transmitidos no canal Premiere.

Para se ter uma ideia da diferença abissal, o Cruzeiro recebeu R$ 22 milhões só pelos 40% da cota fixa na Série A neste ano. Sem contar os 30% distribuídos levando-se em conta a audiência. Ou seja, menos da metade da cota da Primeira Divisão já é superior ao que o clube irá embolsar em toda a Série B.

Dinheiro que fará muita falta ao Cruzeiro em 2020. Sofrendo com o aumento exponencial das dívidas nos últimos anos, o clube deve dois meses de salários, tem várias ações na Fifa por não pagar pelas contratações de jogadores e precisará se desfazer de diversos atletas, já que a folha salarial é muito alta.

Fonte: Itatiaia

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