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Na França, torcedores do Nice criam vaquinha online para contratar atacante

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Torcida do Nice faz vaquinha online para contratar atacante
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Torcida do Nice faz vaquinha online para contratar atacante

Com o pior ataque do Campeonato Francês, a equipe do Nice recebeu uma ‘ajuda’ dos seus torcedores. Um grupo de fãs criou uma vaquinha online para arrecadar fundos para a equipe contratar um atacante.

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A vaquinha online no site Leetchi contabilizou mais de mil euros em apenas duas horas. Até agora 94 pessoas ajudaram com a quantia que tem como objetivo juntar 10 milhões de euros.

“Caso esse objetivo razoável não seja alcançado, transferiremos todos os ganhos para o Fundo de Doação do OGC Nice. Pelo menos, podemos dizer que vimos uma grande ação se tornar realidade este ano”, diz o texto descritivo da vaquinha. Esse fundo foi criado em 2017 para fortalecer as ações cívicas e sociais do clube.

De acordo com os jornais franceses, os torcedores do Nice querem que a equipe contrate um ‘verdadeiro craque da Argentina ou da Sérvia’, porém nenhum nome foi colocado como exemplo.

A ideia da vaquinha virtual para contratar um jogador não é nova no OGC Nice. Em 1949 os torcedores arrecadaram cerca de 300 mil francos franceses, moeda utilizada no país na época, para ajudar o clube a contratar o atacante italiano Roberto Serone, do Torino.

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O desempenho de Serone não foi dos melhores. O jogador atuou em sete partidas pelo Nice e marcou apenas um gol.

O Olympique Gymnaste Club de Nice, nome oficial do OGC Nice, está na 10ª colocação do Campeonato Francês e marcou só 13 gols em 18 partidas disputadas, a pior marca da temporada.

O elenco atual da equipe conta com dois brasileiros. O zagueiro brasileiro Dante e o meio campista Danilo Barbosa. Mario Balotelli e Nampalys Mendy, nomes conhecidos no dutebol mundial também estão no time comandado por Patrick Vieira.

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Oficialmente, o OGC Nice não se pronunciou sobre a vaquinha online feita pelos torcedores.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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