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Saúde

Ministro da Saúde garante recursos para obra do Hospital Universitário do Amapá

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Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, garantiu recursos para obra de hospital no Amapá
Lucio Bernardo Jr. /CÃmara dos Deputados -29.4.2014

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, garantiu recursos para obra de hospital no Amapá

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, garantiu hoje (10) R$ 40 milhões para a finalização da obra do Hospital Universitário do Amapá, que está sendo construído nas dependências da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá. O hospital foi um dos visitados neste domingo pelo ministro.

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O ministro da Saúde disse ainda que definirá com a bancada de parlamentares do estado as ações de investimento na região, como a compra de equipamentos para o hospital universitário. Segundo ele, a obra da instituição será finalizada este ano. A intenção é que o hospital seja inaugurado já com os equipamentos. “Não vai faltar recursos. Os recursos estão garantidos pelo Ministério da Saúde”, disse Mandetta durante visita ao local. Ele foi acompanhado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Os recursos para a obra são provenientes, segundo o ministro, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Já os equipamentos, que ainda deverão ser orçados, cabem ao Ministério da Saúde .

Segundo o governo do Amapá , no total, o Hospital Universitário já tem garantidos R$ 100 milhões, via MEC, para concluir e equipar o hospital universitário.

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Mandetta visitou ainda as obras do Hospital Estadual de Santana e do Hospital de Traumas de Macapá. Segundo o ministro, a situação da maternidade do Hospital Estadual de Santana é “mais complexa”. Será necessário ainda rever a prestação de contas, rever o projeto, fazer um orçamento e, depois, licitar a obra. Não há prazo definido para a conclusão.

“Temos ordem do presidente, Jair Bolsonaro, para não deixar esse tipo de obra largada no tempo, apodrecendo, sem a população usar”, disse o ministro da Saúde

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Governo estuda diminuir a tributação de cigarros fabricados no País

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Governo estuda diminuir tributações de cigarros fabricados do Brasil
Domínio Público

Governo estuda diminuir tributações de cigarros fabricados do Brasil

Uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União institui um grupo de trabalho para avaliar “a conveniência e oportunidade” da redução da tributação de cigarros fabricados no Brasil. De acordo com o texto, a proposta é diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade, o contrabando e os riscos à saúde decorrentes desse tipo de produto.

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A publicação estabelece que o grupo de trabalho tem por objetivo a realização de estudos para proposição de melhorias à política fiscal e tributária sobre cigarros fabricados no Brasil e para proposição de medidas que visem à redução do consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade e contrabandeados “e que já ocupam ilegalmente parte significativa do mercado brasileiro, com danos à arrecadação tributária e à saúde pública”.

De acordo com o texto, os estudos também devem verificar se a redução da tributação de cigarros fabricados no Brasil poderia evitar o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade e o contrabando e se essa medida poderia causar o aumento do consumo do tabaco, além de propor alterações de normas vigentes ou edição de normas complementares que eventualmente se façam necessárias para a efetiva aplicação das medidas propostas.

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O grupo de trabalho será composto por representantes da Polícia Federal , da Secretaria Nacional do Consumidor e da Assessoria Especial de Assuntos Legislativos. O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai convidar, para participação nos estudos, representantes do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde.

O relatório final de trabalho deverá ser apresentado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro , no prazo de 90 dias. A portaria já está em vigor a partir desta terça-feira.

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De acordo com a portaria, o intuito do estudo seria “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade, o contrabando e os riscos à saúde dele decorrentes”.

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Casos de dengue crescem 224% em 2019, diz Ministério da Saúde

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O Aedes aegypti transmite dengue, zika vírus e chikungunya
Rafael Neddermeyer/fotos públicas

O Aedes aegypti transmite dengue, zika vírus e chikungunya

Um novo surto de dengue ameaça o Brasil no início de 2019. O número de casos passou de 62,9 mil nas primeiras 11 semanas de 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano, de acordo com dados divulgadoe pelo Ministério da Saúde. A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 109,9 casos/100 mil habitantes até 16 de março deste ano. O número de mortes pela doença também teve aumento, de 67%.

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A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis de dengue (149.804 casos; 65,4 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (40.336 casos; 17,6 %); Norte (15.183 casos; 6,6 %); Nordeste (17.137 casos; 7,5 %); e Sul (6.604 casos; 2,9 %). As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência, com 250,8 casos/100 mil hab. e 170,8 casos/100 mil hab., respectivamente.

Em relação às mortes, o aumento neste ano é de 67% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 37 para 62 mortes. O estado de São Paulo registrou 31 óbitos, metade do total.

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A pesquisa também deu dados de outras enfermidades causadas pelo Aedes . Em 2019, até 02 de março, foram registrados 2.062 casos de Zika, com incidência de 1,0 caso/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis.

Já a chikungunya teve12.942 casos registrados, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. No mesmo período em 2018, foram 23.484 casos.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde , Wanderson Kleber, reforça que a melhor forma de evitar o agravamento e as mortes por dengue é com diagnóstico e tratamento oportunos.

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“O Brasil vem de dois anos seguidos com baixa ocorrência de dengue, portanto é necessário que os profissionais de saúde estejam atentos a esse aumento de casos de dengue . É preciso que eles estejam mais sensíveis e atentos para a dengue na hora de fazer o diagnóstico. Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado e der início ao tratamento, menor o risco de agravamento da doença e de evoluir para óbito”, explica Wanderson.

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