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Esportes

Meia Bruno Guimarães aprova adiamento de Jogos de Tóquio

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O meia Bruno Guimarães, do Lyon e eleito como melhor jogador do Torneio Pré-Olímpico de futebol que garantiu o Brasil nos Jogos de Tóquio, afirmou que apoia a decisão, anunciada nesta terça (24), de adiar para 2021 o principal evento esportivo do planeta por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Porém, ele expressou preocupação com a regra da idade limite para a competição de futebol.

“Queria deixar os meus parabéns ao Comitê Olímpico pela sábia decisão nesse momento complicado que o mundo está passando. Sem dúvida, a principal preocupação agora deve ser cuidar da saúde de todos. Devo parabenizar também todos os profissionais da área médica que estão se arriscando para que todo esse problema seja resolvido o mais rápido possível”, afirmou o meio-campista.

Mas, como as autoridades deixaram em aberto a nova data do evento [a única condição apresentada é que ele ocorra antes do verão japonês do próximo ano], o jogador ressaltou uma outra preocupação que deve tomar conta dos próximos debates, a idade limite dos atletas participantes do torneio olímpico de futebol.

Até o momento, a regra é que podem participar apenas atletas com idade inferior a 23 anos [com exceção de três atletas com idade livre a serem escolhidos por confederações nacionais]. No dia 16 de novembro de 2020, Guimarães completa justamente 23 anos. Então, se nada for alterado, ele só poderia fazer parte da seleção olímpica se fosse um desses três mais velhos a serem escolhidos.

“Peço aos dirigentes que eles mudem a idade olímpica. Nenhum jogador deve ser prejudicado por problemas extracampo. Fazer um torneio ‘sub-24’ é a melhor saída. Apelo para o bom senso de todos”, finaliza.

Edição: Fábio Lisboa

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Covid-19: Jogos Pan-Americanos Masters Rio 2020 são adiados

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O Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos Rio Masters 2020 e a Associação Internacional de Jogos Masters (IMGA) adiaram a realização do evento na capital fluminense, em decorrência do avanço da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A expectativa dos organizadores era reunir de 10 a 15 mil atletas, de 24 modalidades, no período de 4 a 13 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro.

O diretor-executivo do Comitê Organizador, Fábio Fleischhauer, justificou o adiamento, anunciado por meio de nota oficial, publicada ontem (30), no site da entidade. “É difícil, justamente, porque lidamos com o principal grupo de risco do coronavírus. Dependendo da modalidade esportiva, o nosso público alvo começa com a faixa de 30 anos. Mas a média geral dos atletas é de 50 anos. Podendo ter alguns com idade superior a 100 anos. Então, não teve jeito. Foi difícil tomar a decisão. Mas o adiamento, sem uma nova data prevista, foi a postura mais correta “

O impacto financeiro do adiamento pode girar em torno de RS$ 150 milhões. “Os atletas sempre viajam com seus familiares. Então, teríamos cerca de 30 mil pessoas circulando pelo Rio de Janeiro. Não temos uma decisão oficial ainda, mas é quase certo que o evento ficará para 2021. E esse valor seria transferido para o próximo ano, o que impacta a arrecadação de impostos em 2020 “ pondera o dirigente.

Leia  a íntegra do documento divulgado no site oficial do evento:

“Depois de monitorarmos cuidadosamente o atual surto de Covid-19 (Coronavírus), o Comitê Organizador e a IMGA (Associação Internacional dos Jogos Master), conjuntamente, decidiram adiar os Jogos Pan-Americanos Masters Rio 2020, Rio de Janeiro, Brasil.
Foi uma decisão muito difícil, mas entendemos que é fundamental que o evento possa ser realizado em um ambiente seguro e agradável para todos os participantes da região e do mundo.
Devido à complexidade de mover um evento desse tamanho, uma nova data de abertura ainda não foi estabelecida. Informaremos a todos as novas datas assim que soubermos quando o evento ocorrerá.
Enquanto isso, encerraremos as inscrições e reembolsaremos todos os atletas que já pagaram e fizeram a sua inscrição. Por favor observem que nenhuma taxa de administração será adicionada, mas certas taxas bancárias e de transferência podem ser aplicadas.
O Comitê Organizador e a IMGA agradecem aos Atletas Masters, Co-organizadores, Apoiadores, Patrocinadores, Organizações de Apoio, Parceiros de Mídia e todos os nossos amigos pelo imenso apoio a esses Jogos até agora, e expressamos nossas sinceras desculpas pelo inconveniente causado por essas imprevistas circunstâncias.”

 

Edição: Cláudia Rodrigues

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Justiça dos Estados Unidos concede liberdade a José Maria Marin

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Enquanto a população mundial recebe orientações para permanecer em isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus (covid-10), um brasileiro vai ganhar sua liberdade. Trata-se de José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Aos 87 anos, ele recebeu permissão para sair da prisão, em Allenwood, no estado da Pensilvânia (Estados Unidos).

A juíza distrital Pamela Chen, do Brooklyn, concedeu a liberdade na noite de ontem (30). As informações são do site de notícias Bloomberg. Os advogados de Marin pediram emergência para a libertação, citando sua idade avançada e seu histórico médico, alegando que ele tem saúde significativamente deteriorada, com risco elevado de graves consequencias para a saúde devido à pandemia da covid-19. Além disso, Marin já cumpriu maior parte da pena e é um infrator não violento. O ex-presidente da CBF deve ser liberado após a conclusão de trâmites burocráticos.

Ouça na Rádio Nacional

José Maria Marin presidiu a CBF entre os anos de 2012 e 2015. Em maio de 2015, Marin foi detido na Suíça em um hotel de luxo em Zurique (Suiça), junto com outros dirigentes da Federação Internacional de Futebol (Fifa), a pedido da Justiça dos Estados Unidos. Depois de cinco meses na prisão, ele foi extraditado para os Estados Unidos, pagou uma fiança de US$ 15 milhões e passou a viver em prisão domiciliar em seu apartamento em Nova Iorque. No fim de 2017, a justiça norte-americana condenou o ex-dirigente a quatro anos de prisão por lavagem de dinheiro, fraude bancária e participação de organização criminosa.

Em abril de 2019, o Comitê de Ética da Fifa considerou José Maria Marin culpado por recebimento de propina e baniu o ex-presidente da CBF de qualquer atividade relacionada ao futebol, pelo resto da vida. A Fifa também impôs uma multa de 1 milhão de francos suíços. Segundo a federação, Marin se envolveu em diversos esquemas de pagamento de propina de 2012 a 2015, em relação a contratos com empresas de mídia e marketing de direitos de transmissão de eventos esportivos da CBF, da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e da Confederação da Américas Central, do Norte e Caribe (Concafaf).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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