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Esportes

Madrugada começa dourada para o Brasil no Mundial de Dubai

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O Brasil abriu o penúltimo dia do Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes Unidos), com dois ouros e dois recordes mundiais, em classes específicas para atletas cadeirantes em decorrência de sequelas de poliomielite, lesões medulares ou amputações.  A primeira a assegurar o degrau mais alto do pódio foi a paulista Elizabeth Gomes no lançamento de disco classe F53. Na sequência, o paraibano Cícero Valdiran arrematou o ouro no lançamento de dardo classe F57. Ambos quebraram os recordes mundiais das suas respectivas modalidades.  Ainda na madrugada desta quinta-feira (14), a alagoana Marivana Nóbrega faturou o bronze no arremesso de peso classe F35 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral).

A disputa feminina do lançamento de disco foi a mais acirrada: agrupou competidoras de três classes (F51, F52, F53, destinadas a cadeirantes) e todas elas bateram recordes. O recorde mundial da classe F52 foi quebrado pela brasileira Beth Gomes que foi ouro ao cravar o 16m89cm de distância. A prata ficou com a ucraniana Iana Lebiedieva (classe F53), com a marca de 16m26cm, e o bronze com outra ucraniana, Zoia Ovsii (classe F51), cujo lançamento atingiu uma distância de 13m52cm.

A prova de lançamento de lançamento de dardo classe F57 foi ainda mais emocionante. Foram ao todo 12 participantes, e Cícero Valdiran foi o 11º a fazer o lançamento. O adversário direto do brasileiro era o iraniano Amanolah Papi, que detinha o recorde mundial, até então de 48m60cm. Logo na segunda tentativa, o brasileiro alcançou a marca de 48cm59. Foi na quinto lançamento que Cícero Valdiran ultrapassou o iraniano: bateu o recorde com a distância de 49m26cm e assegurou o ouro para o Brasil. A prata ficou com o iraniano Amanolah Papi (47m80cm) e o bronze com o sírio Mohamad Mohamad (46m01cm).

A alagoana Marivana Nóbrega arrematou a terceira medalha desta madrugada. Ela foi bronze no arremesso de peso classe F35, com a marca de 9m44cm. A vencedora foi a ucraniana Mariia Pomazan (12m94cm) e a prata ficou com a chinesa Jun Wang (10m94cm).

O Brasil é vice-lider no quadro de medalhas do Mundial com 37 pódios (14 ouros, oito pratas e 14  bronzes). A China ocupa a primeira posição com 52 medalhas (23 ouros, 20 pratas e nove bronzes).

 

Edição: Guilherme Neto
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Esportes

Bia Ferreira e Arthur Nory conquistam Prêmio Brasil Olímpico

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Aconteceu no final da noite desta terça (10), na Cidade das Artes (Rio de Janeiro), a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico. E os grandes destaques da noite foram a boxeadora Beatriz Ferreira e o ginasta Arthur Nory, escolhidos, respectivamente, como melhores atletas entre as mulheres e os homens em 2019.

As escolhas de Beatriz e de Nory se justificam pelo ótimo ano dos dois. A boxeadora foi campeã mundial, em outubro na China, e pan-americana, em julho no Peru.

Já o ginasta se destacou ao conquistar o lugar mais alto no pódio no mundial realizado em outubro em Sttutgart (Alemanha), na barra fixa.

Homenagem a Oscar Schmidt

Outra homenagem marcante da noite ficou por conta da entrega do Troféu Adhemar Ferreira da Silva ao ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. Com cinco participações olímpicas, e um título pan-americano, em Indianápolis (EUA), em 1987, o “mão santa” recebeu merecidamente o troféu destinado aos grandes nomes do esporte brasileiro.

Atleta da galera

Outro atleta a brilhar nesta noite foi Hugo Calderano, do tênis de mesa. O jovem foi eleito o atleta da galera.

Melhores treinadores

Além de atletas, o Prêmio Brasil Olímpico homenageou os melhores treinadores do ano de 2019. Renan Dal Zotto recebeu a honraria pelo trabalho realizado à frente da seleção brasileira de vôlei masculino. Já Mateus Alves foi premiado pela atuação junto à boxeadora Beatriz Ferreira.

Destaques por modalidades

Durante a cerimônia desta noite também foram premiados os melhores atletas de cada modalidade em 2019. Veja os vencedores:

Atletismo: Darlan Romani

Badminton: Ygor Coelho

Basquete 5X5: Erika Souza

Basquete 3X3: Jefferson Socas

Beisebol: Rodrigo Takahashi

Boxe: Beatriz Ferreira

Canoagem Slalom: Ana Sátila

Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz

Ciclismo BMX Freestyle: Cauan Madona

Ciclismo BMX Racing: Paôla Reis

Ciclismo Estrada: Magno Nazaret

Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini

Ciclismo Pista: Daniela Lionço – Wellyda Rodrigues

Desportos Na Neve: Michel Macedo

Desportos No Gelo: Nicole Silveira

Escalada Esportiva: Cesar Grosso

Esgrima: Nathalie Moellhausen

Futebol: Alisson Becker

Ginástica Artística: Arthur Nory

Ginástica Rítmica: Bárbara Domingos

Ginástica Trampolim: Camilla Gomes

Golfe: Alexandre Rocha

Handebol: Eduarda Amorim

Hipismo Adestramento: João Paulo dos Santos

Hipismo CCE: Carlos Eduardo Parro

Hipismo Saltos: Marlon Zanotelli

Hóquei Sobre Grama e Indoor: Mayara Eiko Ugochi Fedrizzi

Judô: Mayra Aguiar

Karatê: Valéria Kumizaki

Levantamento de Pesos: Fernando Reis

Maratona Aquática: Ana Marcela Cunha

Nado Artístico: Luisa Borges

Natação: Bruno Fratus

Pentatlo Moderno: Iêda Guimarães

Polo Aquático: Gustavo Guimarães

Remo: Pau Vela Maggi – Xavier Vela Maggi

Rugby: Rafaela Zanellato

Saltos Ornamentais: Isaac Souza – Kaique Kauan De Morais Alves

Skate: Pamela Rosa

Softbol: Mayra Sayumi Akamine

Surfe: Gabriel Medina

Taekwondo: Milena Titoneli

Tênis: João Menezes

Tênis de Mesa: Hugo Calderano

Tiro com Arco: Marcus Vinicius D’Almeida

Tiro Esportivo: Leonardo Lustoza

Triathlon: Luisa Baptista

Vela: Kahena Kunze – Martine Grael

Vôlei de Praia: Agatha Rippel – Eduarda Lisboa

Voleibol: Bruno Rezende

Wrestling: Lais Nunes

Edição: Fábio Lisboa
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Esportes

Brasileiros iniciam disputa de Pipeline com o pé direito

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Nesta terça (10) finalmente começou a última etapa do Circuito Mundial de Surfe, o Billabong Pipe Masters, que é realizado na ilha de Oahu, no Havaí. E os três brasileiros que têm chances de ficar com título mundial, Ítalo Ferreira, Gabriel Medina e Filipe Toledo, começaram muito bem a disputa, avançando direto da primeira para a terceira fase.

Na terceira bateria do dia, Filipe Toledo somou 11,93 pontos e superou o também brasileiro Deivid Silva, com 6,07 pontos, e o neozelandês Ricardo Christie, com 4,10.

Já Medina estava na quinta bateria do dia, e o bicampeão mundial não decepcionou a torcida ao vencer com uma ótima atuação que lhe garantiu um 17,30. Ele superou na disputa o também brazuca Willian Cardoso, que alcançou 7,56, e o havaiano Imaikalani deVault, com 6,10 pontos.

Por outro lado, o líder do ranking Ítalo Ferreira avançou, mas não como primeiro colocado da sua bateria. Ele somou 10,67 pontos e passou como segundo. Ficou atrás do havaiano Billy Kemper, com 15,53, e à frente do brasileiro Michael Rodrigues, com 5,60.

O norte-americano Kolohe Andino e o sul-africano Jordy Smith também avançaram e continuam sonhando com o título mundial.

Tóquio 2020

Além de ser o palco no qual será coroado o próximo campeão do Circuito Mundial, Pipeline também servirá para definir os atletas que representarão o Brasil no surfe na próxima edição dos Jogos Olímpicos, que acontecem em Tóquio em 2020.

Uma das possibilidades de classificação é através do ranking da WSL. Os 10 melhores colocados no final da temporada garantem uma vaga (com um limite de dois atletas por país).

Desta forma, os dois primeiros brasileiros no raking da WSL carimbam o passaporte para os Jogos de 2020.

Edição: Fábio Lisboa
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