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Julgado pelo TJD, Deyverson pega seis jogos de suspensão por cuspir em Richard

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Deyverson foi expulso no clássico contra o Corinthians após cuspir em Richard
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Deyverson foi expulso no clássico contra o Corinthians após cuspir em Richard

Nesta segunda-feira (11), aconteceu o julgamento de Deyverson no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo – TJD por cuspir em Richard durante o clássico entre Palmeiras e Corinthians no último dia 02 de fevereiro.

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Deyverson  poderia pegar de seis a doze jogos de suspensão pela cusparada de acordo com o artigo 254-B do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, porém, por unanimidade dos auditores, o atacante pegou a pena mínima de seis partidas.

Dessa forma, Deyverson só retorna ao alviverde na última rodada da fase de grupos do Campeonato Paulista, dia 20 de março contra a Ponte Preta. Neste tempo, o time enfrentará Bragantino (nesta segunda-feira às 20h), Ferroviária, Santos, Ituano, Mirassol e São Paulo.

No momento, o Palmeiras é o segundo colocado no Grupo B, um ponto atrás do Novorizontino, que tem uma partida a mais. Os dois primeiros de cada grupo avançam para a fase mata-mata do Campeonato.

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Em sua defesa, Deyverson disse que levou um pontapé na cabeça e que está fazendo tratamento com psicólogo. “Entrei no jogo um pouco pilhado. Tem o fato de ser um clássico também, né? O que eu vou falar aqui não justifica, de fato eu errei. Eu me arrependi bastante. Estou fazendo tratamento com um psicólogo. Felipão me puniu, o grupo também”, comentou.

Deyverson foi bastante criticado por torcedores do Palmeiras após a expulsão . A equipe perdia por 1 a 0, mas estava bem no jogo e poderia ter chances de empatar.

O Palmeiras puniu o jogador com uma multa de R$ 350 mil pela expulsão e rumores indicam que o clube ‘perdeu a paciência’ com o atleta e ele pode até ser negociado, caso a equipe receba propostas.

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Além de Deyverson , Felipão também foi julgado nesta tarde. Enquadrado no artigo 258, que fala em “desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões”, Felipão apenas levou uma advertência por dizer ao árbitro da partida, Luiz Flavio de Oliveira, “Parabéns! Você é maravilhoso para apitar nossos jogos”.

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CSA aguenta pressão, surpreende e vence o Fluminense no Maracanã

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CSA surpreendeu o Fluminense no Maracanã arrow-options
Celso Pupo / Fotoarena / Agência O Globo

CSA surpreendeu o Fluminense no Maracanã

No duelo na parte de baixo da tabela do Brasileirão , o Fluminense foi surpreendido pelo CSA e voltou para a zona de rebaixamento. O time alagoano conseguiu segurar o Tricolor e fez 1 a 0, na tarde deste domingo, no Maracanã. Com a derrota, o Flu foi ultrapassado pelo Cruzeiro e, agora, é o 17º colocado, com 12 pontos. Já o CSA é o 18º, agora com 11 pontos.

O Fluminense só volta a campo pelo Brasileiro no dia 2 setembro, contra o Avaí, em casa, devido ao jogo contra o Palmeiras ter sido adiado. Antes disso, o Flu encara o Corinthians, nesta quinta-feira, pela Copa Sul-Americana. Já o CSA recebe o Cruzeiro no próximo domingo.

Bom começo do Flu

Desde o início da partida, o Fluminense mostrou que iria em busca da vitória. Comandado por Ganso, que teve boa atuação e foi o principal criador de jogadas do Tricolor, a equipe de Fernando Diniz dominou as ações do jogo. E o time até tocava bem a bola e pressionava o time do CSA, mas faltou qualidade nas finalizações. Enquanto João Pedro e Marcos Paulo estiveram um pouco apagados, as infiltrações de Yony e Allan, os bons cruzamentos de Igor Julião, além das bolas enfiadas por Ganso, foram as principais alternativas do Flu no primeiro tempo. 

Yony tenta, mas falta precisão

Artilheiro do Fluminense na temporada (empatado com Luciano, que foi para o Grêmio) e principal jogador da equipe no momento, Yony teve as principais chances do Tricolor no primeiro tempo. E não foram poucas. Foram cinco finalizações apenas na primeira etapa, mas o colombiano não estava nos seus melhores dias. Daniel, vaiado pela própria torcida em boa parte do tempo em que esteve em campo, também quase marcou com um chute de fora da área.

Flu volta melhor

Após ir para o intervalo com 14 finalizações contra apenas 4 do CSA, o roteiro do segundo tempo não foi muito diferente. Enquanto o time alagoano se postava na frente da área e apostava nos contra-ataques, o Tricolor tocava a bola tentando uma infiltração. Mas, contra uma parede de jogadores de azul na sua frente, o Flu tentou alguns chutes de fora da área, com Allan, Ganso e Wellington Nem, que entrou bem no time no time. Ainda aos 15 minutos, Brenner mandou uma bola no travessão, após bom passe de Marcos Paulo.

CSA é mortal

Se a estratégia do CSA era ficar recuado atrás e apostar nos contra-ataques, execução foi perfeita. Até os 33 minutos do segundo tempo, o time tinha apenas 4 finalizações no jogo. Mas, na quinta, foi certeiro. Num contra-ataque puxado por Ricardo Bueno, o atacante lançou para Jean Cléber, que ajeitou para Jonatan Gomez finalizar no canto, sem chances para o goleiro Muriel.

No início da jogada, o time do Fluminense ficou na bronca por um pênalti não marcado sobre Ganso, mas o árbitro ignorou as reclamações. Depois, até o apito final o time alagoano foi muito pressionado, mas, enquanto era muito vaiado pela torcida, o Fluminense não conseguiu descontar o placar.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 0 X 1 CSA

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 18 de agosto, às 16h
Árbitro: Wagner Reway (PB) 
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Neuza Ines Back (ambos de SP)
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Gramado: Bom.
Público/Renda: 22.963 pagantes/R$ 709.425,00
Cartão amarelo: Yuri (FLU), Jonatan Gomez e Dawhan (CSA)
Cartão vermelho:

GOL : Jonatan Gomez, 33’/2ºT (0-1)

FLUMINENSE : Muriel; Igor Julião (Miguel, 37’/2ºT), Nino, Yuri, Caio Henrique; Allan, Ganso, Daniel (Brenner, 15’/2ºT); Yoni González, João Pedro (Wellington Nem, Intervalo), Marcos Paulo. Técnico: Fernando Diniz.

CSA: Jordi; Apodi (Jean Cléber, 25’/2ºT), Alan Costa, Luciano Castán, Carlinhos; Dawhan, João Vítor, Naldo, Jonatan Gomez; Maranhão (Bustamante, 32’/2ºT) e Alecsandro (Ricardo Bueno, 11’/2ºT). Técnico: Argel Fucks.

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Bahia fica com um a menos, sai atrás, mas busca empate contra o Goiás

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Bahia e Goiás empataram em Salvador arrow-options
Tiago Caldas / Fotoarena / Agência O Globo

Bahia e Goiás empataram em Salvador

Em confronto que teve como fato modificador uma expulsão logo com cinco minutos de confronto, Bahia e Goiás acabaram ficando no empate por 1 a 1 partida que ocorreu na Arena Fonte Nova pela 15ª rodada do Brasileirão .

O placar em Salvador serviu para o Bahia subir um degrau na tabela, ficando em 10° com 21 pontos, e o Goiás nesse momento é o 12° com 18.

MUDANÇA BRUSCA

Logo com cinco minutos de jogo, a partida que podia se apresentar com o Esquadrão sendo mais ofensivo e tentando exercer pressão diante dos visitantes teve fato com poder de mudar essa realidade. Em lance onde Moisés pisou no tornozelo de Jean Carlos e, depois de dar cartão amarelo, Raphael Claus avaliou o lance usando o VAR e mudou sua decisão para vermelho direto.

DEMOROU, MAS APARECEU

Enfrentando uma equipe bem postada na retaguarda e com vantagem numérica, o Bahia tinha notória dificuldade de conseguir quebrar as linhas de marcação. A primeira oportunidade que isso aconteceu de maneira mais clara e resultando em finalização perigosa veio somente aos 19 minutos quando Fernandão esperou para receber passe em posição legal e ajeitou para um forte chute de fora da área de Artur.

É POR AÍ O CAMINHO?

Foi novamente usando o recurso do chute de longa distância que a equipe de Roger Machado (com mais posse de bola e iniciativa de jogo mesmo atuando 10 contra 11) conseguiu assustar de novo o arqueiro Tadeu já com 26 minutos. Após bola espirrada em cobrança de falta, Lucca acertou um chute venenoso que chegou a quicar no gramado e levar complicações a meta do camisa 1 goiano que espalmou pela linha de fundo.

O QUE VALE É BOLA NA REDE

Mesmo sem a constância que poderia se imaginar principalmente no plano ofensivo, quando o Esmeraldino chegou, balançou as redes de Douglas. Em cobrança de escanteio feita por Marcelo Hermes na primeira trave, Fábio Sanches subiu muito alto e se antecipando a marcação, mandando a bola longe do arqueiro do Tricolor.

VENENOSA

Mesmo sem ser uma cabeçada necessariamente com força, após a bola alçada por Yago Rocha, o meio-campista Marlone testou com efeito suficiente para encobrir Douglas, mas passando sutilmente ao lado da meta baiana logo aos três minutos do tempo complementar.

QUE DEFESA… E QUE CHANCE!

A partida parecia ter ficado mais aberta do que na etapa inicial com o Bahia vendo a necessidade de avançar mais suas linhas mesmo com desvantagem numérica e o Goiás, se aproveitando desse avanço, tendo campo para explorar sua velocidade à frente com os rápidos Leandro Barcia e Michael.

E, nesse ritmo, Fernandão conseguiu por duas oportunidades chegar com extremo perigo usando a bola aérea para os mandantes além de Marlone ter tido outra oportunidade de qualidade para o time do Centro-Oeste. Todas elas sem sucesso graças a uma maravilhosa intervenção de Tadeu e a falta de mira. 

A FAÍSCA PRA INCENDIAR

Depois de tanto “martelar” usando as jogadas pelo alto, a torcida que já queria se fazer presente na Arena Fonte Nova explodiu aos 25 graças ao venezuelano Alejandro Guerra. Em bola cruzada e desviada na segunda trave por Fernandão, a bola foi parcialmente afastada pela zaga goiana e Guerra, chegando de trás, bateu com força de pé esquerdo vencendo Tadeu.

FINAL PRA ALUCINAR

O Goiás abusava da posse de bola tentando buscar a infiltração e, por vezes, conseguia abrir a zaga do Esquadrão justamente pela superioridade numérica e chutes de média/longa distância, com direito a três finalizações com Marlone e Renatinho exigindo bastante trabalho de Douglas. Por sua vez, o Tricolor passou a ser ele o time que explorava a velocidade dos contra-ataques, mas com a zaga adversária atenta nos cortes em cenário que, no marcador, não mais se alterou. 

FICHA TÉCNICA
BAHIA 1 X 1 GOIÁS

Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data e hora: 18/08/2019 – 16h (horário de Brasília)
Público e renda: 28.866 pessoas – R$ 556.101,00
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (FIFA-RJ) e Daniel Luis Marques (CBF-SP)
VAR: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (CBF-SP)
Cartões amarelos: Ezequiel, Guerra (BAH); Jean Carlos, Yago Felipe, Marcelo Hermes (GOI)
Cartões vermelhos: Moisés (BAH)

Gols : Fábio Sanches (33’/1°T); Guerra (25’/2°T)

BAHIA : Douglas; Ezequiel (Guerra, aos 18’/2°T), Lucas Fonseca, Juninho e Moisés; Flávio, Ronaldo e Lucca (Arthur Caíke, aos 25’/2°T); Artur, Élber (Giovanni, aos 10’/1°T) e Gilberto. Técnico: Roger Machado.

GOIÁS : Tadeu; Yago Rocha, Rafael Vaz, Fábio Sanches e Jefferson; Yago Felipe, Jean Carlos e Marcelo Hermes; Michael (Giovanny, aos 22’/2°T), Leandro Barcia (Renatinho, aos 16’/2°T) e Rafael Moura. Técnico: Ney Franco.

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