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Guerrero embarca esta noite para o Rio, e se apresenta ao Fla nesta segunda

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Nesta segunda-feira vão faltar 40 dias para o fim do contrato de Paolo Guerrero com o Flamengo. Uma das maiores contratações da gestão Eduardo Bandeira de Mello, o peruano vive fim de relação com o Rubro-Negro. Ele embarca esta noite em Lima para o Rio de Janeiro e é aguardado nesta segunda no Ninho do Urubu para retornar ao trabalho com o Rubro-Negro – o time de Mauricio Barbieri treina em tempo integral nesta segunda-feira.

Em 2018, devido à suspensão por doping, Guerrero fez apenas seis partidas – três pelo Fla (duas pelo Brasileiro e uma pela Copa do Brasil) e outras três pela seleção peruana, na Copa do Mundo.

O lateral-esquerdo Trauco também tem reapresentação marcada para esta segunda-feira. O jogador manifestou desejo de deixar o Rubro-Negro em entrevista durante a Copa do Mundo. Estava insatisfeito com a reserva e mirava oportunidade no futebol europeu. O Flamengo ainda não recebeu qualquer proposta pelo lateral peruano. Contratado livre – em fim de contrato com Universitario (PER) -, o Rubro-Negro vai ao mercado buscar outro lateral se Trauco deixar o Fla.

A situação de Guerrero não é tão simples como o presidente Bandeira tem colocado em entrevistas coletivas. Não existisse o processo aberta no Tribunal Federal Suíço, que ainda pode cair após a Copa do Mundo, a renovação divide o Conselho Diretor do Flamengo. Bandeira é entusiasta de Guerrero, mas muitos de seus pares não defendem a renovação.

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Nos bastidores do departamento de futebol, Guerrero já é visto distante do Flamengo após o fim do contrato, dia 10 de agosto. Com Henrique Dourado, que vai custar total de R$ 15 milhões, contratado em janeiro, o clube ainda foi ao mercado e fez alto investimento por três anos e meio de contrato com Fernando Uribe. Não foi à toa. São cerca de US$ 6 milhões – cerca de R$ 25 milhões – no período com a camisa do Flamengo.

GE

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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