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Grêmio vence o Barcelona por 3 a 0 e se aproxima da final da Libertadores

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O Grêmio contou com atuações inspiradas de Edílson e Luan para dar um grande passo rumo à final da Copa Libertadores. A equipe derrotou o Barcelona de Guaiaquil por 3 a 0, nesta quarta (25), no Equador, e construiu uma vantagem confortável para o jogo da volta das semifinais, marcado para o dia 1, em Porto Alegre.

Com o resultado, o time comandado pelo ídolo Renato Gaúcho se classificará para a decisão se perder por até dois gols de diferença em sua arena. O time não disputa a final do torneio desde 2007, quando foi derrotado pelo Boca Juniors.

A última vez que o Brasil teve um time na final da Libertadores foi em 2013. Na ocasião, o Atlético-MG derrotou o Olímpia, do Paraguai, nos pênaltis, e conquistou o título da competição.

Diante de um estádio Monumental lotado, o Barcelona tentou tomar a iniciativa no início da partida, mas logo perdeu o controle para o Grêmio. Em nenhum momento os equatorianos lembraram o time que eliminou Palmeiras e Santos nas fases anteriores do torneio.

Aos sete minutos, Cortez avançou pela esquerda e limpou o marcador antes de cruzar rasteiro. A defesa não conseguiu afastar e deu espaço para Luan marcar o primeiro gol do jogo. A finalização, de primeira, desviou em um marcador do Barcelona e saiu do alcance do goleiro Banguera.

Com a vantagem no placar, o Grêmio se manteve consistente e freou as tímidas investidas do Barcelona. Uma cobrança de falta, aos 20 minutos, deixou o time ainda mais confortável. Edílson chutou forte e acertou o canto direito do goleiro, que nem sequer pulou na bola para tentar evitar o gol.

Aos poucos o Barcelona ganhou espaço em campo, mas não conseguiu criar chances que pudessem incomodar a defesa gremista. Aos 34 minutos, o atacante Ariel foi derrubado por Kannemann e pediu o pênalti. O árbitro ignorou as reclamações e não marcou nada.

O Barcelona retornou para o segundo tempo com duas alterações ofensivas. Os atacantes Marcos Caicedo e Ayoví entraram nos lugares de Washington Vera e Esterilla, respectivamente.

A mudança surtiu efeito. Caicedo imprimiu velocidade ao ataque equatoriano e, logo no primeiro minuto, acertou passe para Damián Díaz dentro da área. O jogador tentou a conclusão de calcanhar e parou em defesa de Marcelo Grohe.

O goleiro gremista operou um milagre poucos minutos depois. Ariel recebeu passe de Damián Díaz e finalizou com força de dentro da pequena área. Mesmo à queima-roupa, 

Grohe saltou e conseguiu espalmar.

O Grêmio se recuperou do susto e consolidou a vitória aos seis minutos da etapa final. Edílson se livrou da marcação pela direita e cruzou para Luan marcar o terceiro gol da equipe na partida.

Edílson sentiu uma lesão na coxa logo após o gol e precisou ser substituído por Léo Moura. O Barcelona, em busca de inspiração, trocou Ariel por Erick Castillo.

Com domínio completo dos gremistas, a torcida do Barcelona começou a deixar o Monumental aos 29 minutos.

Luan, livre de marcação, quase deu início a uma goleada aos 33 minutos. O atacante recebeu a bola de Léo Moura e tentou buscar o ângulo de Banguera, mas o chute saiu por cima do gol.

Na sequência, Lucas Barrios caiu no gramado e precisou ser substituído. O técnico Renato Gaúcho aproveitou a tranquilidade do jogo e promoveu a estreia de Cícero, contratado pelo Grêmio no final de setembro.

Nos minutos finais, o próprio Cícero recebeu na entrada da área e chutou de forma displicente, por cima do gol.

BARCELONA-EQU

Maximo Banguera; Pedro Velasco, Xavier Arreaga, Luiz Caicedo, Beder Caicedo; Osvaldo Minda, Matías Oyola, Damían Díaz, Ely Esterrilla (Marcos Caicedo) e Washington Vera (José Ayoví); Ariel Nahuelpan (Erick Castillo). T.: Guillermo Almada

GRÊMIO

Marcelo Grohe; Edilson (Léo Moura), Pedro Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Jailson (Michel), Arthur, Ramiro, Luan, Fernandinho e Lucas Barrios (Cícero). T.: Renato Gaúcho

Estádio: Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil (EQU)

Juiz: Nestor Pitana (ARG)

Cartões amarelos: Beder Caicedo (BAR); Lucas Barrios (GRE)

Gols: Luan (GRE), aos 7 minutos, e Edilson (GRE), aos 20 minutos do primeiro tempo; Luan (GRE), aos 6 minutos do segundo tempo.

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SÉRIE D: Adversário do União E.C Operário-MS dispensa 22 jogadores e anuncia treinador Celso Rodrigues

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O Operário apresentou nesta tarde (25) o elenco e o técnico que comandará o time no Campeonato Brasileiro da Série D. O Galo reformulou o elenco em relação àquele que disputou o Estadual e traz para comandar o grupo o treinador Celso Rodrigues, campeão pelo clube no ano passado.

Segundo o presidente do Alvinegro, Estevão Petrallas, 22 jogadores foram dispensados. Chegam ao clube alguns que se destacaram pelo Estadual deste ano com as camisas do Comercial, Urso e Costa Rica. Alguns já estavam treinando há pelo menos 12 dias e se juntam ao treinador, que chegou na quarta-feira em Campo Grande. “Se fossemos o melhor time não tínhamos dispensado 22 jogadores”, afirmou.

“São jogadores de performance boa. Recebi informações. Outros atletas [do Estadual] foram procurados”, comentou Celso Rodrigues durante a apresentação. O treinador esteve no clube em 2017, quando chegou a semifinal, e também no ano passado, quando pôs fim ao jejum de 20 anos sem título do Galo.

Treinador Celso Rodrigues- Foto: Assessoria

O desafio do clube e do comandante agora é a Série D. E somente o acesso para a terceira divisão fará com que o Operário se mantenha em alguma competição nacional no ano que vem, já que ficou de fora da final do Estadual deste ano. Por isso, a responsabilidade na competição nacional aumenta. “Sonhamos em conquistar a vaga para a Série C. Vai ser bem difícil”, diz o treinador, que terá apenas dez dias para arrumar o time para a estreia.

A estreia na Série D será no dia 5 de maio contra o Patrocinense (MG), às 15h, fora de casa. Os dois clubes integram o grupo A11, que também é composto por União (MT) e Anapolina (GO). O Operário mandará seus jogos em Campo Grande no estádio Jacques da Luz, nas Moreninhas.

Situação econômica e despedida

O presidente do clube, Estevão Petrallas, também aproveitou o momento para prestar contas aos torcedores que acompanharam a apresentação e afirmou que pretende deixar o comando do clube ainda este ano. O vice, Nelson da Silva, também deve deixar o cargo, assumindo assim o atual presidente do Conselho Deliberativo, Edilson Duarte.

Assumiu erros de gestão na formação do elenco para o Estadual. “Falta de comprometimento. O comodismo tomou conta”.

Apontou ainda que as dívidas do clube caíram de R$ 13 milhões para R$ 2,7 milhões e que hoje o clube conta com as certidões negativas. Segundo ele, somente o débito com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), em torno de R$ 300 mil, foi liquidado através da Timemania, loteria federal com os clubes de todo o Brasil.

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HÁ 15 ANOS, CRAC ERGUIA, PELA SEGUNDA VEZ, A TAÇA DE CAMPEÃO GOIANO

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Na tarde de 18 de abril de 2004, a cidade de Catalão praticamente parou para testemunhar aquele que seria um jogo histórico e marcaria o bicampeonato do Clube Recreativo e Atlético Catalano (Crac) (1967/2004) no Campeonato Goiano de Futebol.

Time do Crac Campeão Goiano em 2004 (Foto: Reprodução Revista Placar)

Comandado pelo técnico Wanderley Paiva, o time de Catalão chegou à decisão após eliminar a equipe do Goiás na semifinal. Na tarde de 18 de abril, o Crac entrou em campo em busca da vitória contra o time do Vila Nova, tendo em vista que havia perdido a primeira partida por 2X1, em jogo realizado no domingo anterior, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Diante de uma torcida empolgada, que lotou o Estádio Genervino da Fonseca, o Leão do Sul fez bonito e não deu chances para o time visitante, vencendo o Vila Nova no tempo normal pelo placar de 3X0, com gols de Sandro Oliveira, Celinho e Guaru.
O regulamento da competição à época, previa então que o título estadual fosse decidido nos pênaltis. O time de Catalão deu mais um show, e os jogadores converteram todas as cinco cobranças para o Leão do Sul. Guaru, Celinho, Cacá, Cleiton Goiano e Cristiano marcaram para o Leão. Para o time do Vila Nova, converteram a cobrança os jogadores Bosco, Mendes, Jacques e Tim. Luciano desperdiçou e o Crac foi campeão com o placar de 5X4.
A torcida invadiu o campo e comemorou junto à equipe campeã, naquela que foi uma data histórica para a cidade de Catalão e colocou o Crac como a grande força do futebol no interior do estado de Goiás.
O time dirigido por Wanderley Paiva contava com Helder, Baiano, Cristiano, Cleiton Mineiro e Marcinho (Cleiton Goiano), Pedrino, Celinho, Cacá e Guaru, Sandro Oliveira e Sandro Goiano.
Confira reportagem da TV Serra Dourada sobre a conquista do Crac e a festa em Catalão:

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