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Ex-presidente do Palmeiras esclarece mal-entendido sobre o Allianz Parque

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Allianz Parque, estádio do Palmeiras arrow-options
Facebook/Reprodução

Allianz Parque, estádio do Palmeiras

Nesta semana, um vídeo de uma entrevista de Maurício Galiotte , presidente do Palmeiras, viralizou na internet e deu o que falar entre torcedores alviverdes e rivais. 

No bate-papo com a rádio Jovem Pan , o mandatário afirma que o Palmeiras é locatário do Allianz Parque e diz que o estádio “pertence ao parceiro” pelos próximos 30 anos – o parceiro, no caso, é a WTorre.

Diante da polêmica criada, Luiz Gonzaga Belluzzo , ex-presidente do clube, falou com o iG Esporte nesta quarta-feira e tratou de encerrar qualquer mal-entendido sobre o assunto. Para ele, Galiotte se expressou mal naquela ocasião.

Leia também: Procon pede para o Palmeiras retirar tela do setor de visitantes do Allianz

“Conversei com o presidente, que é um cara equilibrado. O que ele falou não era exatamente isso”, disse com exclusividade. “O Palmeiras é responsável pela despesa em dia de jogo e a WTorre é a responsável pela manutenção do estádio nos outros períodos”, comentou.

“O contrato é de uso de superfície. No caso do estádio, o Palmeiras fez uma concessão onde a WTorre tem o direito de usar o estádio, como fazer shows, por exemplo. As cláusulas dizem que o Palmeiras tem sempre direito a toda receita do futebol. E o clube tem participação que vai aumentando nas outras receitas, como camarote. Em shows, o Palmeiras tem participação no aluguel também”, explicou.

Em janeiro de 2009, Luiz Gonzaga Belluzzo foi eleito presidente palmeirense para o biênio 2009/2010. Ele foi o articulador da construção do Allianz Parque, que substituiria o antigo Palestra Itália. 

Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras arrow-options
Reprodução

Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras que articulou a construção do Allianz Parque

“Ao longo dos 30 anos, o Palmeiras vai aumentando a participação. Porque existe esse período onde precisa avaliar a taxa de retorno. O Palmeiras não pagou nada na construção ou manutenção do estádio. Então está errado dizer que o Palmeiras aluga o estádio”, disse.

“O contrato é muito claro, com o direito de uso de superfície”, completou o ex-presidente alviverde.

Segundo Belluzzo, depois dos 30 anos, todas as propriedades do estádio retornam ao Palmeiras. “O Palmeiras hoje tem a propriedade e a WTorre tem o direito de uso. É uma relação jurídica de mão dupla. A WTorre usa a superfície para poder se beneficiar dos rendimentos, e que o Palmeiras tem uma participação crescente em porcentagem”, finalizou.

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Ceará empata com Botafogo e permanece na Série A

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O Ceará empatou por 1 a 1, no estádio Nilton Santos, neste domingo (8) com o Botafogo e se manteve na Série A do Campeonato Brasileiro.

Na 38° rodada, a última da competição, a equipe carioca abriu o placar com Marcos Vinícius, aos 38 minutos. Os cearenses empataram na segunda etapa, de pênalti, Thiago Galhardo fez aos 20 minutos.

Com este resultado, a equipe alvinegra terminou a competição com 43 pontos, na décima quinta colocação. O glorioso não conseguiu uma vaga na Copa Sulamericana do ano que vem. Como o Fluminense venceu o Corinthians por 2 a 1, na Arena Corinthians, os tricolores ficaram com a última vaga da competição internacional.

Já o Ceará fez o que precisava no Rio de Janeiro para se manter na primeira divisão mas, mesmo se não fizesse, não cairia.

Em função da derrota do Cruzeiro, no Mineirão, por 2 a 0, para o Palmeiras. A raposa foi rebaixada pela primeira vez na história do Campeonato Brasileiro. 

Com este ponto conquistado, o Ceará encerra o Brasileirão com 39 pontos na décima sexta colocação.

Edição: Verônica Dalcanal
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Rebaixado, Cruzeiro deixa de faturar mais R$ 11 milhões; na Série B, clube receberá ainda menos

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UARLEN VALÉRIO/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO

Foto: UARLEN VALÉRIO/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO

Além da tristeza, o inédito rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro irá trazer ao Cruzeiro um impacto financeiro imenso. Por ter figurado entre os quatro clubes que caíram, a Raposa não receberá um centavo sequer referente aos 30% da cota de TV paga pela colocação final de cada time na competição. Pela nova distribuição, que passou a valer neste ano, apenas até o 16º lugar embolsa a premiação.

O dinheiro da TV, que até 2018 era fixo para cada equipe, passou a ser fatiado. Neste ano, 40% do valor total da cota foi dividido igualmente entre os 20 participantes da Série A. Já 30% da verba varia de acordo com a audiência na televisão, enquanto os outros 30% são distribuídos dependendo da classificação final no Brasileirão.

Assim, ao terminar em 17º, o Cruzeiro deixou de ganhar pelo menos R$ 11 milhões, cota paga à equipe que termina a competição na 16ª posição.

Ao cair, o Cruzeiro terá outro prejuízo, pois verá a cota da TV despencar para a disputa da Série B em 2020. Isso porque, até a temporada passada, a cota recebida na Elite era mantida pelos clubes rebaixados no primeiro ano de Série B. Mas agora, ao ser rebaixada, a equipe também vê despencar o dinheiro pela participação na Segunda Divisão.

Desta forma, o Cruzeiro receberá muito menos para disputar a Série B. Neste ano, as equipes que integraram a Segunda Divisão nacional embolsaram, no máximo, R$ 6 milhões, além de outros R$ 2 milhões para custeio das viagens para os jogos fora de casa.

No entanto, o Cruzeiro tem outro caminho para minimizar a queda brusca na receita da TV para 2020 optando por receber o valor do pay-per-view em detrimento da cota da Série B. Neste ano, o clube celeste deve embolsar aproximadamente R$ 16 milhões pelos jogos transmitidos no canal Premiere.

Para se ter uma ideia da diferença abissal, o Cruzeiro recebeu R$ 22 milhões só pelos 40% da cota fixa na Série A neste ano. Sem contar os 30% distribuídos levando-se em conta a audiência. Ou seja, menos da metade da cota da Primeira Divisão já é superior ao que o clube irá embolsar em toda a Série B.

Dinheiro que fará muita falta ao Cruzeiro em 2020. Sofrendo com o aumento exponencial das dívidas nos últimos anos, o clube deve dois meses de salários, tem várias ações na Fifa por não pagar pelas contratações de jogadores e precisará se desfazer de diversos atletas, já que a folha salarial é muito alta.

Fonte: Itatiaia

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