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Em busca do 100º título, Roger Federer surpreende em treino para o ATP Finals

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Federer alegou que o calor, a umidade e a falta de circulação de ar na quadra afetaram seu desempenho
Reprodução / US Open

Federer alegou que o calor, a umidade e a falta de circulação de ar na quadra afetaram seu desempenho

O suíço Roger Federer surpreendeu os presentes na Arena 02, em Londres, durante seu treino para o ATP Finals , último torneio Masters da temporada. O jogador de 37 anos de idade mostrou técnica e agilidade ao rebater a bola com as duas mãos.

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Conhecido por utilizar backhand de uma mão (ato de balançar a raquete ao redor do corpo com as costas da mão precedendo a palma da mão), Roger Federer inovou nos treinos e utilizou as duas mãos, mostrando que a idade não está atrapalhando seu desempenho em quadra.

Em vídeo postado no Twitter, o atleta começa a rebater bolas com a mão direita e no último toque na bola muda para a mão esquerda. Na gravação é possível ver Federer sorrindo após o lance.

Segundo sites especializados em tênis, utilizar as duas mãos no backhand pode aumentar a velocidade da bola e fazer o jogador ganhar centésimos a mais quando golpear uma próxima jogada.

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ATP Finals pode ser 100º título de Roger Federer


O tenista Roger Federer com o 99º troféu de sua carreira, o novo conquistado em seu país natal
Reprodução/Twitter

O tenista Roger Federer com o 99º troféu de sua carreira, o novo conquistado em seu país natal

Atual número três do mundo, Roger Federer pode alcançar uma marca importante em sua carreira se levantar o título em Londres na próxima semana. O suíço está há uma conquista de chegar ao 100º título da carreira . No fim do mês de outubro ele chegou ao 99º quando venceu o ATP 500 da Basileia.

O pequeno Roger iniciou sua carreira no esporte os 08 anos de idade e já bateu inúmeros recordes. Veja abaixo alguns deles:

  • Recordista de títulos de Grand Slam – 20 conquistas;
  • Recorde de mais semanas como número 1 mundial – 310 semanas entre 2004 e 2018;
  • Jogador de tênis mais velho a alcançar o topo do ranking da ATP – 33 anos e 131 dias;
  • Único a vencer três dos quatro torneios de Grand Slam na mesma temporada;
  • Federer conquistou o Laureus (Oscar do esporte) por quatro anos consecutivos – de 2005 a 2008 e bateu recorde ao conquistar pela quinta vez em 2018.

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Roger Federer entra em quadra no domingo, dia 11, contra o japonês Kei Nishikori. Estão no mesmo grupo que ele o sul-africano Kevin Anderson e o austríaco Dominic Thiem. Os atletas Novak Djokovic, Alexander Zverev, Marin Cilic e John Isner completam o outro grupo.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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