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Egito é anunciado como nova sede da Copa Africana de Nações 2019

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Egito é anunciado como nova sede da Copa Africana de Nações 2019
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Egito é anunciado como nova sede da Copa Africana de Nações 2019

Na manhã dessa terça-feira (08) foi revelado que o Egito será a sede da Copa Africana de Nações de 2019. O anúncio foi feito pela Federação Egípcia de Futebol pelo Twitter oficial da entidade.

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A Copa Africana de Nações acontece entre junho e julho desse ano, ao mesmo tempo em que a Copa América do Brasil. Inicialmente, a sede para a competição africana era Camarões, porém a Confederação Africana desistiu da candidatura do país pela falta de segurança e infraestrutura.

A 32ª edição da CAN terá 24 equipes na disputa, um aumento em relação a ultima edição em 2017. Entre todas as seleções, duas serão estreantes: Madagascar e Mauritânia. O último campeão foi justamente Camarões, que não sediará mais o evento.

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O Egito concorreu com a África do Sul para sediar a edição de 2019 da Copa Africana de Nações. A decisão sobre o país do norte africano foi tomada em reunião de executivos da Confederação Africana em Dakar, no Senegal. A cidade vencedora levou 16 votos contra apenas um dos sul-africanos.

Ainda não foram liberadas informações sobre as possíveis cidades-sede do torneio. O Egito já sediu a Copa Africana de Nações por duas vezes, em 1986 e em 2006, em ambas às vezes foi campeão do evento.

A seleção egípcia, que tem Mohamed Salah como estrela, detém o maior número de títulos do campeonato. Foram sete taças levantadas: 1957 (primeira edição da CAN), 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010. Em 1959 o Egito também foi campeão da Copa Africana de Nações, porém como República Árabe Unida.

O sorteio dos grupos acontece em breve. As 24 seleções serão dividas em cinco grupos com quatro participantes cada. Os dois primeiros de cada bloco avançam para as fases eliminatórias.

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Os países sede das próximas duas edições da Copa Africana já estão definidos. Em 2021 a Costa do Marfim receberá a competição e dois anos depois será a vez de Guiné.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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