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De saída do Alavés, Calleri não crê em volta ao SPFC, mas cita carinho ao clube

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calleri no são paulo
Divulgação

Calleri atuou no São Paulo em 2016 e conquistou a torcida

Lance

Titular e autor de oito gols em 35 partidas pelo Alavés (ESP) na atual temporada europeia, Jonathan Calleri ainda não sabe onde jogará a partir do segundo semestre. O argentino é um dos 22 atletas que tem seus contratos encerrados em junho de 2019 .

Apesar de não saber seu destino, Calleri afirmou em entrevista ao Lance! que dificilmente será no São Paulo. mas não por falta dele, que virou xodó da torcida na curta passagem que teve pelo Morumbi em 2016.

Calleri tem mais dois anos e meio de contrato com o Deportivo Maldonado, do Uruguai. Na verdade, ele pertence a um grupo de empresários que pagou cerca de R$ 40 milhões para tirá-lo do Boca Juniors (ARG) e pretende recuperar o investimento.

Após empréstimos ao São Paulo, West Ham (ING), Las Palmas (ESP) e Alavés (ESP), os agentes querem vendê-lo, e dificilmente o Tricolor conseguiria fazer esse investimento agora. Se ninguém quiser comprá-lo, a preferência é um novo empréstimo a uma equipe europeia, para servir de vitrine.

“O grupo empresário que investiu tanto dinheiro em mim quer recuperá-lo e a única maneira é que eu jogue na Europa e me vendam. Não é a melhor situação a que eu estou, mas foi graças a eles que joguei no São Paulo. Se não fossem eles, creio que nunca teria ido”, comentou.

“O São Paulo não se interessou por mim quando eu estava jogando no Boca. Como eu não tinha o passaporte comunitário, me ofereceram aí e disseram que sim. Foi graças a eles que joguei no São Paulo e aí se formou essa grande relação. Como sempre digo, sempre vai ser primeiro o São Paulo. Mas se o clube não está interessado em investir para me comprar é muito, muito difícil”.

“Por isso quero falar, porque dizem “Calleri não quer vir”, “Calleri recusa o São Paulo”. Creio que isso me prejudica, porque torcedores me escrevem e dizem que não quero ir. Isso é mentira. Eu amo o São Paulo, sou grato ao clube e creio que deixei a porta aberta para voltar. Não gosto que digam mentiras, como andam dizendo que eu sempre recuso o São Paulo”, esclareceu o argentino.

Calleri nunca escondeu o seu carinho pelo São Paulo e pela torcida. Por isso, quer afastar a imagem de que tem recusado ofertas do clube em todas as janelas desde que saiu ou de que use o suposto interesse do Tricolor para se valorizar.

“A verdade é que tenho um carinho enorme pelo São Paulo, sempre disse. Minha gratidão com o São Paulo é dizer “não” a todos os clubes brasileiros que venham perguntar por mim, seja Palmeiras, Flamengo, Inter… Eu valorizo muito o que o São Paulo fez por mim, e minha gratidão por eles é sempre dizer que primeiro está o São Paulo”, elogiou.

Cansado de mudar de clube a cada temporada, Jonathan Calleri torce para que alguém consiga comprá-lo na janela de transferências do meio do ano.


calleri alavés
Reprodução

Jonathan Calleri foi destaque no Alavés (ESP) nessa temporada

“Estou aberto a escutar ofertas. Não sei onde vou estar no próximo semestre. Creio que, no geral, fiz uma boa temporada no Alavés. O primeiro turno foi o melhor da história do clube. No segundo não fomos tão bem e não pudemos nos classificar à Europa League. Joguei todas as partidas, creio que fui importante para a equipe e estou muito contente aqui”.

“Espero que alguma equipe se interesse em mim e me compre, é o que eu quero, para me estabilizar em alguma cidade por três ou quatro anos seguidos”, declarou.

Calleri também teve seu nome ligado a clubes argentinos nos últimos dias, como o Independiente. “Minha ideia agora não é voltar para a Argentina. É ficar aqui na Europa, que algum clube me compre. Essa é a situação por hoje”, disse.

O goleador mantém contato frequente com Alexandre Pássaro, gerente de futebol do São Paulo, mas diz que a relação é mais de amizade do que de “jogador para dirigente”.

“Estou sempre em contato com o clube. Vejo as notícias todos os dias, quando posso vejo alguma partida. Converso, tenho relação com muita gente aí dentro, mais com o Alex Pássaro, que se portou muito bem comigo. Falamos de como está o clube e de como estou aqui na Europa”.

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“Só quero dizer que o dia que eu voltar ao São Paulo os torcedores vão saber por mim. Que não acreditem em tudo o que dizem, porque há muitas mentiras. Muitos jornalistas dizem coisas que não são verdade, mentem para as pessoas, e isso eu não gosto. No dia em que estiver perto do São Paulo, saberão por mim, e espero algum dia devolver dentro de campo todo o carinho que eles me dão”, concluiu Calleri .

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Sem data para retorno de torneios, Fiba propõe ações para retomada

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Uma série de orientações a serem seguidas para a retomada das ligas nacionais de basquete foi divulgada nesta terça (26) pela Federação Internacional da modalidade (Fiba).

Responsáveis por formular o documento, a comissão médica e o comitê de enfrentamento ao novo coronavírus (covid-19) da entidade aconselharam que federações, antes da retomada, criem comitês de avaliação dos cenários locais do vírus, atuem em consonância com órgãos governamentais, orientem e testem todos os envolvidos nos jogos e limitem o acesso a locais de treinamento e competições. Planejamento especial para viagens também foi solicitado. Não houve uma sugestão de data para a volta das disputas.

Contudo, se as partidas tiverem público, a Fiba pediu aos organizadores que respeitem o distanciamento social e cuidem especialmente dos torcedores que estão nos grupos de risco.

Edição: Fábio Lisboa

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Covid-19: grupo britânico McLaren planeja demitir 1.200 funcionários

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Doze dias após perder o piloto de Fórmula 1 Carlos Sainz para a Ferrari que o contratou para a temporada do ano que vem, a fabricante britânica McLaren surpreendeu o mundo ao revelar que pode cortar 1.200 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 25% do quadro total de funcionários. O desligamento faz parte de um programa de reestruturação elaborado pela empresa, que afirma ter sido impactada finananceiramente pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). 

“É um curso de ação que trabalhamos duro para evitar, já que adotamos medidas drásticas de economia de custos em todas as áreas da empresa. Mas não temos outra escolha a não ser reduzir o tamanho de nossa força de trabalho”, afirmou o presidente executivo Paul Walsh ao canal de tevê Sky News. 

De acordo com a BBC News, entre os demitidos, estariam funcionários da produção de veículos de rua e até do time de Fórmula 1. A estimativa é de que sejam desligados 70 dos 800 funcionários do time da F1.

A McLaren explicou que com a propagação da covid-19, houve cancelamento de eventos de automobilismo, suspensão em todo mundo de atividades de manufatura e varejo, além da redução de demanda por soluções de tecnologia. Tudo isso, segundo a fabricante britânica, teria impactado repentinamente as atividades de geração de receita. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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