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Cuiabano emagrece 56kg sem cirurgia e dá dicas em Instablog fitness

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Antes e depois de Breno

Foto: Arquivo Pessoal

Antes e depois de Breno

Há oito anos, o cuiabano Breno Zamar tomou uma decisão que mudaria sua vida para sempre: pesando 126 quilos, ele percebeu que não queria mais viver daquela forma, e decidiu mudar a alimentação e o estilo de vida. Hoje, 56 quilos mais magro, ele se tornou um ‘blogueiro fitness’, e tem mais de 30 mil seguidores.

 
 Breno contou ao Olhar Conceito que começou a engordar aos dez anos de idade, e desde então não parou mais. “Minha alimentação sempre foi a “porcariada”, lanches, refrigerantes, doces e salgadinhos. Não me alimentava de comida de verdade, e sim de lanches e doces”, lembra.
 
As coisas começaram a mudar quando ele entrou na faculdade de direito, em 2009. “Tocou algo em mim que eu deveria emagrecer, até porque meus pais eram hipertensos e tinham diabetes, então deveria tomar cuidado, como tomo até hoje”.
 
Os pais de Breno faleceram em decorrência das complicações de saúde, o que lhe deu ainda mais forças para buscar uma vida saudável. Como vivia em Alta Floresta, a 800km de Cuiabá, ele não tinha condições de buscar ajuda profissional. Por isso, todas as suas dietas e exercícios foram feitos ‘por conta própria’.
 
O cuiabano não tomou remédios nem fez cirurgias para alcançar seu objetivo. “Minha dieta, de primeira, foi cortar tudo que fazia mal. Comecei cortando um pouco dos carboidratos, e cortei doces e refrigerantes. Hoje em dia como um doce ali outro aqui, mas com equilíbrio, e não tomo mais refrigerante”.
 
Para além da alimentação, ele também mudou o estilo de vida. A academia se tornou obrigatória diariamente, e aos finais de semana ele ainda corre pelas ruas da cidade.
 
Todas as dicas do que fez para perder 56kg em um ano e dois meses, ele posta em suas redes sociais. “Na verdade meu Instagram era pessoal, publicava meus pratos, meus treinos e comecei a ver que cada dia ganhava seguidores, e varias pessoas mandavam perguntas e dúvidas”, lembra. “Não sou da área da saúde, porém conto minha experiência, e gosto de incentivar e ajudar as pessoas a terem um estilo de vida mais saudável, mostrando que não precisa gastar muito para ter uma saúde melhor, e uma disposição ideal para viver no dia a dia”.
 
Para manter o corpo que conseguiu alcançar, Breno continua malhando, correndo e comendo de forma regrada. A única coisa que ele ‘cortou de vez’ foi o refrigerante. “Às vezes como doce, salgado, mas aí compenso correndo em dobro no outro dia, cortando os carboidratos. Tudo é equilíbrio”.
 
Hoje, ele lembra da dificuldade do início da dieta. “[O mais difícil] foi a disposição, mas logo que comecei a ver alguns resultados, calças ficando mais soltas e camisa também… isso foi me animando, e fui cada dia querendo mais”.
 
Apesar de já ter chegado longe, Breno ainda quer mais. “Ainda estou na luta para emagrecer um pouco mais, e ganhar mais massa magra, a luta é diária. Um dia de cada vez, porém o resultado vem, basta querer e se dedicar”, finaliza.
 
Quem quiser acompanhar o dia-a-dia de Breno pode acessar seu Instagram AQUI.

Fonte: www.olhardireto.com.br
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Espírito Santo enfrenta surto de malária com 112 casos da forma grave da doença

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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte
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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte

Já foram confirmados 112 casos de malária no Espírito Santo desde julho deste ano até o momento. A maioria (92) foi identificado no município de Vila Pavão. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco, segundo a Secretaria de Saúde do Espírito Santo. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença.

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Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária . As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a doença é considerada endêmica.

As duas comunidades afetadas possuem população grande proveniente de Rondônia, por isso, a Vigilância Sanitária acredita que o surto tenha sido causado por um caso importado, apesar de não ter a hipótese comprovada.

O governo do Espírito Santo precisou do apoio do governo federal para montar uma força-tarefa de combate à infecção no município de Vila Pavão. Além de um laboratório que realiza e entrega o resultado do teste para a doença em meia hora, carros de fumacê percorrem os municípios da região, aspergindo inseticida.

O que é malária?


Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano
Shutterstock/Divulgação

Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.

No Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica.

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Os sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais.

A doença é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Esses mosquitos aparecem em maior volume ao entardecer e ao amanhecer, mas podem ser encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade.

A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão.

Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e detelas em portas e janelas.

No geral, após a confirmação da doença, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos disponíveis em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente nos casos graves, os pacientes devem ser hospitalizados de imediato.

O tratamento depende de fatores como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, incluindo gravidez e outros problemas de saúde; e gravidade da doença.

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Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.

*Com informações da Agência Brasil

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Pela primeira vez no ano, caso de botulismo é confirmado no Distrito Federal

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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo
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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou nesta segunda-feira (6) o primeiro caso de botulismo neste ano. Desde janeiro, duas suspeitas estavam sendo investigadas, porém foram descartadas. As situações não foram divulgadas por não apresentarem risco de surto nem de epidemia.

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A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso confirmado de botulismo – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

O caso foi registrado em abril, mas não se sabe ao certo quando aconteceu a contaminação. Segundo a Secretaria de Saúde, esse é o primeiro caso confirmado entre 2017 e 2018.

O que é botulismo?


Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde
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Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde

Causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum – a mesma utilizada em tratamentos estéticos, como a aplicação de botox -, apesar de ser uma doença neuroparalítica grave, não é contagiosa.

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No entanto, no caso do botox, não há risco de contaminação porque a aplicação da toxina é local e a quantidade concentrada de micro-organismos é menor.

A condição pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina . Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

Os sintomas podem variar entre cada indivíduo e, na maioria dos casos, se manifestam por meio da paralisação de músculos. Em alguns casos, quando a toxina entra em contato com músculos vitais, como o diafragma, por exemplo, há uma paralisia que pode levar a pessoa à morte.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto.

Além disso, produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos. Alimentos também não devem ser conservados a uma temperatura acima de 15ºC.

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Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento do botulismo depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.

*Com informações da Agência Brasil

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