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Esportes

Coluna – Streaming do Google para games estreia cercado de expectativa

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Na próxima terça-feira (19) estreia em 14 países o Stadia, serviço de streaming de games bancado pelo Google. Longe de ser pioneiro, o novo produto chega com o apoio da gigante da internet, por isso tem chamado bastante atenção da indústria e do público consumidor.

O Stadia pode ser acessado em computadores ou em qualquer aparelho compatível com o sistema operacional Android, incluindo smartphones. Até mesmo os modelos mais simples e baratos vão poder rodar games com gráficos de última geração, como o novíssimo Red Dead Redemption 2, desde que você tenha uma boa internet e use qualquer controle USB ou Bluetooth. Não precisa sequer fazer download dos jogos: tudo funciona como um serviço de streaming de vídeos, tal qual a Netflix ou Globoplay.

Embora a ideia pareça fantástica, iniciativas desse tipo até hoje não deram certo e ainda são vistas com uma certa desconfiança. Isso porque o que vemos na tela quando selecionamos um filme ou série de TV chega com um pequeno atraso, muitas vezes de centésimos de segundo. Em videogames que exigem resposta rápida, qualquer milissegundo pode tornar a experiência impraticável. Imagine apertar um botão na hora certa para fugir de um inimigo e ver seu personagem responder com um certo delay?   Para amenizar isso, diminuir a qualidade do vídeo nunca foi uma boa solução para algo que pretendia substituir os hardwares tradicionais. Por esses e outros motivos, serviços como o OnLive e GameFly fracassaram no passado.

O Google sabe disso e está prometendo que a latência não será um problema no Stadia, que poderá exibir imagens em resolução até 4K HDR e com 60 quadros por segundo. A empresa ainda criou um controle de videogame próprio que se conecta diretamente aos servidores do Google, com um delay ainda menor, segundo a empresa

A novidade também chega com o apoio de grandes desenvolvedoras do mercado. Doze jogos estarão disponíveis no lançamento, incluindo os  jogos recentes como Red Dead Redemption 2 e Just Dance 2020, além de sucessos do último ano como Mortal Kombat 11, Assassin’s Creed Odyssey e Shadow of the Tomb Raider. Tem ainda Gylt, game de aventura exclusivo para o Stad, que foi desenvolvido pelo estúdio espanhol Tequila Works (Deadlight e Rime).

Além de comprar cada jogo separadamente, será possível assinar o serviço Stadia Pro por US$ 10 (cerca de R$ 40) mensais, que dará direito a um jogo gratuito por mês, além de descontos na loja do Stadia. Quem quiser embarcar do zero poderá adquirir por US$ 129 (R$ 540) um kit que inclui controle, Chromecast Ultra e três meses de assinatura.

Apesar de contar com uma biblioteca de jogos muito pequena se comparada à concorrência, o Stadia pode tornar os games acessíveis a uma parcela ainda maior da população. Esses novos jogadores serão atraídos pela facilidade de jogar em qualquer hardware, incluindo celulares, e mais: poderão iniciar o game no smarthphone e continuar a brincadeira em qualquer tela conectada à internet.

Se a ideia vingar e revolucionar o mercado de videogames, como preveem os mais entusiastas, até mesmo o cenário de esporte eletrônico, muito mais sensível aos problemas de latência, precisará se adaptar.

O lançamento no próximo dia 19 de novembro ocorrerá em apenas 12 países da Europa, Estados Unidos e Canadá. Aqui no Brasil, por enquanto, ainda não há previsão da chegado Stadia.  A julgar pelos últimos produtos do Google, é de se esperar que ainda demore um bom tempo para o novo streaming dar as caras por aqui.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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Esportes

Bia Ferreira e Arthur Nory conquistam Prêmio Brasil Olímpico

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Aconteceu no final da noite desta terça (10), na Cidade das Artes (Rio de Janeiro), a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico. E os grandes destaques da noite foram a boxeadora Beatriz Ferreira e o ginasta Arthur Nory, escolhidos, respectivamente, como melhores atletas entre as mulheres e os homens em 2019.

As escolhas de Beatriz e de Nory se justificam pelo ótimo ano dos dois. A boxeadora foi campeã mundial, em outubro na China, e pan-americana, em julho no Peru.

Já o ginasta se destacou ao conquistar o lugar mais alto no pódio no mundial realizado em outubro em Sttutgart (Alemanha), na barra fixa.

Homenagem a Oscar Schmidt

Outra homenagem marcante da noite ficou por conta da entrega do Troféu Adhemar Ferreira da Silva ao ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. Com cinco participações olímpicas, e um título pan-americano, em Indianápolis (EUA), em 1987, o “mão santa” recebeu merecidamente o troféu destinado aos grandes nomes do esporte brasileiro.

Atleta da galera

Outro atleta a brilhar nesta noite foi Hugo Calderano, do tênis de mesa. O jovem foi eleito o atleta da galera.

Melhores treinadores

Além de atletas, o Prêmio Brasil Olímpico homenageou os melhores treinadores do ano de 2019. Renan Dal Zotto recebeu a honraria pelo trabalho realizado à frente da seleção brasileira de vôlei masculino. Já Mateus Alves foi premiado pela atuação junto à boxeadora Beatriz Ferreira.

Destaques por modalidades

Durante a cerimônia desta noite também foram premiados os melhores atletas de cada modalidade em 2019. Veja os vencedores:

Atletismo: Darlan Romani

Badminton: Ygor Coelho

Basquete 5X5: Erika Souza

Basquete 3X3: Jefferson Socas

Beisebol: Rodrigo Takahashi

Boxe: Beatriz Ferreira

Canoagem Slalom: Ana Sátila

Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz

Ciclismo BMX Freestyle: Cauan Madona

Ciclismo BMX Racing: Paôla Reis

Ciclismo Estrada: Magno Nazaret

Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini

Ciclismo Pista: Daniela Lionço – Wellyda Rodrigues

Desportos Na Neve: Michel Macedo

Desportos No Gelo: Nicole Silveira

Escalada Esportiva: Cesar Grosso

Esgrima: Nathalie Moellhausen

Futebol: Alisson Becker

Ginástica Artística: Arthur Nory

Ginástica Rítmica: Bárbara Domingos

Ginástica Trampolim: Camilla Gomes

Golfe: Alexandre Rocha

Handebol: Eduarda Amorim

Hipismo Adestramento: João Paulo dos Santos

Hipismo CCE: Carlos Eduardo Parro

Hipismo Saltos: Marlon Zanotelli

Hóquei Sobre Grama e Indoor: Mayara Eiko Ugochi Fedrizzi

Judô: Mayra Aguiar

Karatê: Valéria Kumizaki

Levantamento de Pesos: Fernando Reis

Maratona Aquática: Ana Marcela Cunha

Nado Artístico: Luisa Borges

Natação: Bruno Fratus

Pentatlo Moderno: Iêda Guimarães

Polo Aquático: Gustavo Guimarães

Remo: Pau Vela Maggi – Xavier Vela Maggi

Rugby: Rafaela Zanellato

Saltos Ornamentais: Isaac Souza – Kaique Kauan De Morais Alves

Skate: Pamela Rosa

Softbol: Mayra Sayumi Akamine

Surfe: Gabriel Medina

Taekwondo: Milena Titoneli

Tênis: João Menezes

Tênis de Mesa: Hugo Calderano

Tiro com Arco: Marcus Vinicius D’Almeida

Tiro Esportivo: Leonardo Lustoza

Triathlon: Luisa Baptista

Vela: Kahena Kunze – Martine Grael

Vôlei de Praia: Agatha Rippel – Eduarda Lisboa

Voleibol: Bruno Rezende

Wrestling: Lais Nunes

Edição: Fábio Lisboa
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Esportes

Brasileiros iniciam disputa de Pipeline com o pé direito

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Nesta terça (10) finalmente começou a última etapa do Circuito Mundial de Surfe, o Billabong Pipe Masters, que é realizado na ilha de Oahu, no Havaí. E os três brasileiros que têm chances de ficar com título mundial, Ítalo Ferreira, Gabriel Medina e Filipe Toledo, começaram muito bem a disputa, avançando direto da primeira para a terceira fase.

Na terceira bateria do dia, Filipe Toledo somou 11,93 pontos e superou o também brasileiro Deivid Silva, com 6,07 pontos, e o neozelandês Ricardo Christie, com 4,10.

Já Medina estava na quinta bateria do dia, e o bicampeão mundial não decepcionou a torcida ao vencer com uma ótima atuação que lhe garantiu um 17,30. Ele superou na disputa o também brazuca Willian Cardoso, que alcançou 7,56, e o havaiano Imaikalani deVault, com 6,10 pontos.

Por outro lado, o líder do ranking Ítalo Ferreira avançou, mas não como primeiro colocado da sua bateria. Ele somou 10,67 pontos e passou como segundo. Ficou atrás do havaiano Billy Kemper, com 15,53, e à frente do brasileiro Michael Rodrigues, com 5,60.

O norte-americano Kolohe Andino e o sul-africano Jordy Smith também avançaram e continuam sonhando com o título mundial.

Tóquio 2020

Além de ser o palco no qual será coroado o próximo campeão do Circuito Mundial, Pipeline também servirá para definir os atletas que representarão o Brasil no surfe na próxima edição dos Jogos Olímpicos, que acontecem em Tóquio em 2020.

Uma das possibilidades de classificação é através do ranking da WSL. Os 10 melhores colocados no final da temporada garantem uma vaga (com um limite de dois atletas por país).

Desta forma, os dois primeiros brasileiros no raking da WSL carimbam o passaporte para os Jogos de 2020.

Edição: Fábio Lisboa
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