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COI anuncia que equipe de refugiados irá competir na Olimpíada de Tóquio 2020

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Equipe de Refugiados que disputou as Olimpíadas no Rio em 2016
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Equipe de Refugiados que disputou as Olimpíadas no Rio em 2016

Durante reunião em Buenos Aires, o Comitê Olímpico Internacional – COI anunciou que montará uma equipe de refugiados para disputar a Olimpíada de Tóquio, em 2020. Será a segunda vez que os Refugiados poderão competir com a bandeira da entidade.

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O corredor Yiech Pur Biel, Representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados-ACNUR e que integrou a Equipe de Refugiados na Rio 2016 na prova de 800m do atletismo, estava presente no evento e subiu ao palco para discursar.

“É uma grande honra pra mim estar aqui. É uma oportunidade única de aproveitar o que já foi alcançado e ter uma segunda equipe olímpica de refugiados em Tóquio 2020”, disse ele. A equipe de 2016, que Biel fez parte, foi composta de dois nadadores, dois judocas, um maratonista e cinco corredores de meia distância, vindos da Síria, Congo, Etiópia e Sudão do Sul.

“Em 2016 a equipe capturou a imaginação de pessoas em todo o mundo e mostrou o lado humano da crise global de refugiados por meio do esporte. Estou muito feliz que esta tradição continue em Tóquio. Dar a esses jovens excepcionais a oportunidade de competir nos mais altos níveis é admirável”, disse o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi.

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A nadadora Ysra Mardini, Embaixadora da Boa Vontade do ACNUR, disse que a decisão desta reunião dará aos refugiados uma nova chance de sonhar. “Estou orgulhosa de ter representado a equipe olímpica de refugiados uma vez e estou muito feliz que uma equipe possa competir em Tóquio novamente”, disse ela. “Vou trabalhar o máximo que puder para ganhar uma vaga na equipe. Desejo boa sorte a todos os outros atletas refugiados do mundo ”.

O presidente do COI, Thomas Bach, também se pronunciou. ” Em um mundo ideal, não precisaríamos ter uma equipe de refugiados nos Jogos Olímpicos. Mas, infelizmente, as razões pelas quais criamos uma equipe olímpica para refugiados antes da Olimpíada Rio 2016 continuam a persistir “.

A ideia do COI de formar a equipe de refugiados era aumentar a conscientização sobre o assunto da imigração. Nesta semana, o Comitê também anunciou a primeira edição de Jogos Olímpicos na África . O evento voltado à Juventude acontecerá em Senegal, na cidade de Dakar.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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