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Saúde

Campanha de vacinação contra sarampo e pólio acaba nesta sexta-feira

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Campanha de vacinação contra sarampo e pólio conseguiu imunizar mais de 10 milhões de crianças neste ano
Marcelo Camargo/ABr

Campanha de vacinação contra sarampo e pólio conseguiu imunizar mais de 10 milhões de crianças neste ano

Acaba nesta sexta-feira (14) a campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite em todo o país. Depois de mais de um mês de ações para incentivar a imunização de crianças de 1 ano a menores de 5 anos, independentemente da situação vacinal, o Ministério da Saúde afirma que mais de 10 milhões de crianças foram contempladas com mais de 22 milhões de doses.

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De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, cerca de 800 mil crianças ainda não aderiram à campanha de vacinação contra sarampo e pólio e tem até hoje para buscar um posto de saúde.

Na faixa etária de 3 e 4 anos, a cobertura vacinal está acima da meta, com 96,95% para sarampo e 95,44% para poliomielite, informou a pasta. A maior preocupação do Ministério da Saúde é com a faixa de 1 ano de idade, cuja cobertura ainda está em 85,45%.

A média nacional de cobertura de vacinação em sarampo está em 94,7% e em poliomielite, 93,6%.

Mesmo com campanha de vacinação contra sarampo, casos aumentam


Campanha de vacinação contra sarampo visa diminuir os casos da doença, que voltou a atingir brasileiros neste ano
shutterstock

Campanha de vacinação contra sarampo visa diminuir os casos da doença, que voltou a atingir brasileiros neste ano

Os casos de sarampo no Brasil não param de crescer. O último boletim epidemiológico apresentado pelo Ministério da Saúde na última segunda-feira (10) mostrou que em 5 dias, foram confirmados 94 casos da doença no País. Desde o início do ano até agora, 1.673 pessoas registraram a infecção.

Contudo, quase 80% dos casos de sarampo concentram-se no estado do Amazonas. São 1.326 registros da doença apenas lá. Outros 7.738 casos estão sendo analisados para confirmação.

Roraima é o segundo estado com maior número de registros, porém está bem abaixo do total registrado no Amazonas: são 301 casos da doença, sendo que 74 continuam em investigação.

“Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017”, diz a nota divulgada pelo Ministério da Saúde.

Há ainda alguns casos isolados e relacionados à importação identificados em outras unidades federativas: São Paulo (2), Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (18); Rondônia (2), Pernambuco (4) e Pará (2).

Até o momento, no Brasil, foram confirmados oito óbitos por sarampo, sendo quatro óbitos em Roraima (três estrangeiros e um brasileiro) e quatro no Amazonas (todos brasileiros, sendo dois do município de Manaus e dois do município de Autazes).

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A campanha de vacinação contra sarampo e pólio também alerta para o fato de que as duas enfermidades são doenças infectocontagiosas que podem resultar em complicações graves para as crianças, podendo levar até a morte.

*Com informações da Agência Brasil

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Governo estuda diminuir a tributação de cigarros fabricados no País

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Governo estuda diminuir tributações de cigarros fabricados do Brasil
Domínio Público

Governo estuda diminuir tributações de cigarros fabricados do Brasil

Uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União institui um grupo de trabalho para avaliar “a conveniência e oportunidade” da redução da tributação de cigarros fabricados no Brasil. De acordo com o texto, a proposta é diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade, o contrabando e os riscos à saúde decorrentes desse tipo de produto.

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A publicação estabelece que o grupo de trabalho tem por objetivo a realização de estudos para proposição de melhorias à política fiscal e tributária sobre cigarros fabricados no Brasil e para proposição de medidas que visem à redução do consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade e contrabandeados “e que já ocupam ilegalmente parte significativa do mercado brasileiro, com danos à arrecadação tributária e à saúde pública”.

De acordo com o texto, os estudos também devem verificar se a redução da tributação de cigarros fabricados no Brasil poderia evitar o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade e o contrabando e se essa medida poderia causar o aumento do consumo do tabaco, além de propor alterações de normas vigentes ou edição de normas complementares que eventualmente se façam necessárias para a efetiva aplicação das medidas propostas.

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O grupo de trabalho será composto por representantes da Polícia Federal , da Secretaria Nacional do Consumidor e da Assessoria Especial de Assuntos Legislativos. O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai convidar, para participação nos estudos, representantes do Ministério da Economia e do Ministério da Saúde.

O relatório final de trabalho deverá ser apresentado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro , no prazo de 90 dias. A portaria já está em vigor a partir desta terça-feira.

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De acordo com a portaria, o intuito do estudo seria “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade, o contrabando e os riscos à saúde dele decorrentes”.

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Casos de dengue crescem 224% em 2019, diz Ministério da Saúde

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O Aedes aegypti transmite dengue, zika vírus e chikungunya
Rafael Neddermeyer/fotos públicas

O Aedes aegypti transmite dengue, zika vírus e chikungunya

Um novo surto de dengue ameaça o Brasil no início de 2019. O número de casos passou de 62,9 mil nas primeiras 11 semanas de 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano, de acordo com dados divulgadoe pelo Ministério da Saúde. A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 109,9 casos/100 mil habitantes até 16 de março deste ano. O número de mortes pela doença também teve aumento, de 67%.

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A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis de dengue (149.804 casos; 65,4 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (40.336 casos; 17,6 %); Norte (15.183 casos; 6,6 %); Nordeste (17.137 casos; 7,5 %); e Sul (6.604 casos; 2,9 %). As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência, com 250,8 casos/100 mil hab. e 170,8 casos/100 mil hab., respectivamente.

Em relação às mortes, o aumento neste ano é de 67% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 37 para 62 mortes. O estado de São Paulo registrou 31 óbitos, metade do total.

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A pesquisa também deu dados de outras enfermidades causadas pelo Aedes . Em 2019, até 02 de março, foram registrados 2.062 casos de Zika, com incidência de 1,0 caso/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis.

Já a chikungunya teve12.942 casos registrados, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. No mesmo período em 2018, foram 23.484 casos.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde , Wanderson Kleber, reforça que a melhor forma de evitar o agravamento e as mortes por dengue é com diagnóstico e tratamento oportunos.

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“O Brasil vem de dois anos seguidos com baixa ocorrência de dengue, portanto é necessário que os profissionais de saúde estejam atentos a esse aumento de casos de dengue . É preciso que eles estejam mais sensíveis e atentos para a dengue na hora de fazer o diagnóstico. Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado e der início ao tratamento, menor o risco de agravamento da doença e de evoluir para óbito”, explica Wanderson.

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