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Cãibras: aprenda quatro técnicas para reverter a dor aguda na musculatura

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Não é incomum, durante as partidas de futebol, vermos os jogadores deitados no gramado, geralmente com as mãos na musculatura posterior da coxa, ou na panturrilha, urrando de dor. O companheiro do time – ou o médico da equipe – vem, estica e suspende a perna do jogador para o alto, segura seu calcanhar e, com a outra mão, força a parte superior de seus pés na direção da cabeça, afim de “esticar” toda a musculatura do membro inferior.

Nestes casos, na maioria das vezes, não se trata de uma lesão grave, e sim de uma cãibra, uma contração involuntária da musculatura que propaga uma dor terrível e momentânea, exigindo alguns cuidados para dissipá-la. Nenhum esportista, amador ou profissional, de qualquer modalidade, está a salvo. No entanto, você pode evitá-las e, se ela vier sorrateiramente, existem métodos para aliviar a dor.

Cãibras causam dor extrema na musculatura (Foto: Getty Images)

Cãibras causam dor extrema na musculatura (Foto: Getty Images)

As cãibras podem acontecer quando menos se espera e atingir pés, panturrilhas, pernas (mais comuns), barriga, mãos, braços e costas. As contrações musculares ocorrem em espasmos, tornando visíveis os músculos e tendões rígidos, contraídos.

Dentre as causas, podemos citar o uso exagerado da musculatura (mais comum); baixas temperaturas; desidratação; má circulação sanguínea; carência de sais minerais; compressão de raízes nervosas e motivações ligadas à doenças.

A prevenção baseia-se primordialmente na boa hidratação (músculos hidratados se contraem e relaxam com mais facilidade), exercícios de alongamento pré e pós exercício, e alimentação balanceada (alimentos ricos em vitaminas e sais minerais, como frutas e legumes, são importantes para o bom funcionamento dos músculos).

QUANDO A CÃIBRA VIER…

Há algumas medidas simples e importantes que podem garantir o alívio da dor aguda da cãibra. Nosso fisiologista Turíbio Barros citou as principais:

– Alongamento imediato

 

Alongar o músculo em espasmo é, geralmente, a providência mais efetiva. Quando as câimbras se manifestam nas pernas, a pessoa deve ficar em pé e colocar o peso sobre a perna acometida.

Se não conseguir ficar em pé, deve sentar-se, e esticar a perna e puxar os pés para trás com as mãos. Peça ajuda a um amigo (veja na imagem acima) para facilitar o alongamento ou alongue-se sozinho.

– Massagem

A massagem da área afetada com movimentos circulares ajuda na recuperação para o estado normal da musculatura. Alongar e massagear são técnicas fundamentais para promover o rápido relaxamento da musculatura e alívio da dor.

– Aplicação de calor

O aumento da temperatura no local da contração favorece o relaxamento dos músculos e seu retorno ao estado normal.

– Reposição hídrica e de sais minerais

É importante a ingestão de água e sais minerais para que a contração do músculo não volte repentinamente ao menor esforço.

Passado o desespero, é recomendado não forçar e interromper a atividade física até que se possa ter certeza que o músculo está recuperado – ou tentar deixá-lo repousado o máximo possível.

Fonte: Eu Atleta

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Espírito Santo enfrenta surto de malária com 112 casos da forma grave da doença

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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte
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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte

Já foram confirmados 112 casos de malária no Espírito Santo desde julho deste ano até o momento. A maioria (92) foi identificado no município de Vila Pavão. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco, segundo a Secretaria de Saúde do Espírito Santo. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença.

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Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária . As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a doença é considerada endêmica.

As duas comunidades afetadas possuem população grande proveniente de Rondônia, por isso, a Vigilância Sanitária acredita que o surto tenha sido causado por um caso importado, apesar de não ter a hipótese comprovada.

O governo do Espírito Santo precisou do apoio do governo federal para montar uma força-tarefa de combate à infecção no município de Vila Pavão. Além de um laboratório que realiza e entrega o resultado do teste para a doença em meia hora, carros de fumacê percorrem os municípios da região, aspergindo inseticida.

O que é malária?


Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano
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Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.

No Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica.

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Os sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais.

A doença é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Esses mosquitos aparecem em maior volume ao entardecer e ao amanhecer, mas podem ser encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade.

A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão.

Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e detelas em portas e janelas.

No geral, após a confirmação da doença, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos disponíveis em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente nos casos graves, os pacientes devem ser hospitalizados de imediato.

O tratamento depende de fatores como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, incluindo gravidez e outros problemas de saúde; e gravidade da doença.

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Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.

*Com informações da Agência Brasil

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Pela primeira vez no ano, caso de botulismo é confirmado no Distrito Federal

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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo
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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou nesta segunda-feira (6) o primeiro caso de botulismo neste ano. Desde janeiro, duas suspeitas estavam sendo investigadas, porém foram descartadas. As situações não foram divulgadas por não apresentarem risco de surto nem de epidemia.

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A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso confirmado de botulismo – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

O caso foi registrado em abril, mas não se sabe ao certo quando aconteceu a contaminação. Segundo a Secretaria de Saúde, esse é o primeiro caso confirmado entre 2017 e 2018.

O que é botulismo?


Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde
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Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde

Causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum – a mesma utilizada em tratamentos estéticos, como a aplicação de botox -, apesar de ser uma doença neuroparalítica grave, não é contagiosa.

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No entanto, no caso do botox, não há risco de contaminação porque a aplicação da toxina é local e a quantidade concentrada de micro-organismos é menor.

A condição pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina . Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

Os sintomas podem variar entre cada indivíduo e, na maioria dos casos, se manifestam por meio da paralisação de músculos. Em alguns casos, quando a toxina entra em contato com músculos vitais, como o diafragma, por exemplo, há uma paralisia que pode levar a pessoa à morte.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto.

Além disso, produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos. Alimentos também não devem ser conservados a uma temperatura acima de 15ºC.

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Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento do botulismo depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.

*Com informações da Agência Brasil

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