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Bronzeamento natural Procedimento pode causar riscos à pele

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Estamos em plena temporada de verão e de férias, e com isso, muitas mulheres procuram métodos para acelerar o bronzeado, para que possam andar pela praia sem aquele “branco escritório”, típico de quem está há muito meses sem se bronzear.

bronzeamento natural dicas e cuidadosE para obter a pele mais bronzeada, partem para métodos arriscados, que podem causar sérias lesões, e a longo prazo em até câncer de pele. Um dos métodos mais procurados era o bronzeamento artificial, feito em câmaras de bronzeamento em clínicas de estética, procedimento que desde 2010 passou a ser proibido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Com essa proibição, as clínicas de estética passaram a buscar novas alternativas para proporcionar uma pele mais bronzeada para suas clientes, como por exemplo, o bronzeamento natural.

Trata-se de um procedimento que pretende escurecer a pigmentação da pele por meio da exposição aos raios solares, intensificado por meio de um produto chamado acelerador de melanina apropriado.

A cliente fica exposta ao sol em um curto período de tempo, mas os resultados são intensificados pelo acelerador de melanina, obtendo um resultado equivalente a um dia inteiro de praia. Vale lembrar de que o esteticista aplica além do acelerador, filtro solar com fator de proteção mínimo de 30, e a paciente se expõe ao sol em horários de baixa incidência de raios solares, ou seja, entre às 8h00 às 10h00 da manhã e entre às 16h00 às 18h00.

Para quem pretende aderir a esse método de bronzeamento, é muito importante verificar a idoneidade do estabelecimento, se os profissionais são especializados e se os produtos são aprovados pela Anvisa.

Isso é muito importante, já que um acontecimento ocorrido no estado do Mato Grosso do Sul nesta semana expõe os riscos que as pessoas podem ter com a pele quando são submetidas ao bronzeamento natural em estabelecimentos que atuam de forma irregular.

No dia 24 de dezembro, uma jovem de 25 anos, que não quis se identificar, procurou um salão de beleza na cidade de Campo Grande, para realizar uma sessão de bronzeamento natural. Segundo ela, a sessão teve início às 11h30, horário já considerado inadequado, e assim que voltou para casa, sentiu-se mal, com tremores e vômitos, e foi levada para um pronto-socorro.

O médico de plantão diagnosticou queimaduras de primeiro grau, bem como inflamação da pele (dermatite) e insolação, o que levou a jovem a ficar internada em plena noite de Natal. Após receber alta, a jovem denunciou o estabelecimento a polícia, e o salão de beleza acabou tendo os seus serviços de estética suspensos pela Vigilância Sanitária no dia 28 de dezembro.

Dessa forma, todo cuidado é pouco na hora de escolher um estabelecimento onde pretenda fazer o bronzeamento natural. Além dos cuidados citados acima, procure indicações de amigas e parentes, que já fizeram o procedimento e ficaram satisfeitas com o resultado. Vale lembrar de que não se deve buscar resultados imediatos, já que a pele necessita de um tempo mínimo para se recuperar das exposições aos raios solares.

Por Selma Isis

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Espírito Santo enfrenta surto de malária com 112 casos da forma grave da doença

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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte
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Maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Norte

Já foram confirmados 112 casos de malária no Espírito Santo desde julho deste ano até o momento. A maioria (92) foi identificado no município de Vila Pavão. Os outros 20 casos foram identificados na cidade de Barra de São Francisco, segundo a Secretaria de Saúde do Espírito Santo. A pasta confirmou ainda um óbito provocado pela doença.

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Segundo a assessoria da secretaria, os casos envolvem um parasita que, até então, não existia no estado e que provoca a forma mais grave de malária . As autoridades do setor suspeitam que a doença tenha sido importada de estados no Norte do país, onde a doença é considerada endêmica.

As duas comunidades afetadas possuem população grande proveniente de Rondônia, por isso, a Vigilância Sanitária acredita que o surto tenha sido causado por um caso importado, apesar de não ter a hipótese comprovada.

O governo do Espírito Santo precisou do apoio do governo federal para montar uma força-tarefa de combate à infecção no município de Vila Pavão. Além de um laboratório que realiza e entrega o resultado do teste para a doença em meia hora, carros de fumacê percorrem os municípios da região, aspergindo inseticida.

O que é malária?


Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano
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Medicamento contra malária poderia evitar os óbitos causados pela doença, que ficam em torno de 445 mil por ano

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.

No Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa letalidade mais elevada que na região amazônica.

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Os sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça e podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentar essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias, entre outros sinais.

A doença é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Esses mosquitos aparecem em maior volume ao entardecer e ao amanhecer, mas podem ser encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade.

A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente para outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão.

Entre as medidas de prevenção individual, estão o uso de repelentes e de mosquiteiros,  roupas que protejam pernas e braços e detelas em portas e janelas.

No geral, após a confirmação da doença, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos disponíveis em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente nos casos graves, os pacientes devem ser hospitalizados de imediato.

O tratamento depende de fatores como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, incluindo gravidez e outros problemas de saúde; e gravidade da doença.

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Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.

*Com informações da Agência Brasil

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Pela primeira vez no ano, caso de botulismo é confirmado no Distrito Federal

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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo
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Bactéria Clostridium botulinum, que produz a toxina responsável pelo botulismo

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou nesta segunda-feira (6) o primeiro caso de botulismo neste ano. Desde janeiro, duas suspeitas estavam sendo investigadas, porém foram descartadas. As situações não foram divulgadas por não apresentarem risco de surto nem de epidemia.

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A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso confirmado de botulismo – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

O caso foi registrado em abril, mas não se sabe ao certo quando aconteceu a contaminação. Segundo a Secretaria de Saúde, esse é o primeiro caso confirmado entre 2017 e 2018.

O que é botulismo?


Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde
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Lavagem correta dos alimentos é uma maneira de evitar o botulismo, segundo o Ministério da Saúde

Causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum – a mesma utilizada em tratamentos estéticos, como a aplicação de botox -, apesar de ser uma doença neuroparalítica grave, não é contagiosa.

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No entanto, no caso do botox, não há risco de contaminação porque a aplicação da toxina é local e a quantidade concentrada de micro-organismos é menor.

A condição pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina . Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

Os sintomas podem variar entre cada indivíduo e, na maioria dos casos, se manifestam por meio da paralisação de músculos. Em alguns casos, quando a toxina entra em contato com músculos vitais, como o diafragma, por exemplo, há uma paralisia que pode levar a pessoa à morte.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto.

Além disso, produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos. Alimentos também não devem ser conservados a uma temperatura acima de 15ºC.

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Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento do botulismo depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.

*Com informações da Agência Brasil

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