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Botafogo, adaptação e Rio fazem Camilo crer em melhor fase da carreira

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A relação ainda não completou dois meses, foram apenas cinco jogos, mas tem tudo para dar em duradouro casamento. A rápida adaptação ao Botafogo surpreendeu o próprio Camilo. Titular desde a estreia contra o Inter, o meia assumiu a camisa 10 e não saiu mas do time. O bom momento individual foi o empurrão que o Alvinegro precisava para deixar a zona de rebaixamento. A sintonia com o clube foi tamanha, que Camilo, aos 30 anos, acredita estar vivendo o melhor momento da carreira.

– Acho que sim. É um início muito promissor e com uma camisa de peso. Não imaginava esse início pelo tempo na Arábia Saudita. Mas mantenho os pés no chão, pois temos muito a evoluir.

Família e Camilo Botafogo (Foto: Divulgação)De volta ao Rio de Janeiro, Camilo tem aproveitado a proximidade com a família (Foto: Divulgação)

A boa fase não se restringe aos gramados. Somente após dez anos de carreira e 15 clubes no currículo, Camilo conseguiu, enfim, jogar na cidade onde nasceu. O Rio de Janeiro e a proximidade com familiares e amigos mudou a rotina do camisa 10.

Nas horas vagas, Camilo tem tentando aproveitar a cidade. Nesta quinta, ele esteve com a família ao Big Brothers Cirkus, circo na Barra da Tijuca,  Zona Oeste do Rio de Janeiro. No dia a dia, também já é possível notar a identificação da torcida alvinegra com o jogador. No último sábado, contra o Flamengo, um grupo de torcedores usou perucas em alusão à cabeleira de Camilo.

– Estou feliz, a adaptação está sendo boa. Aproveitando essas semanas, e evolução está me deixando cada vez mais próximo do ideal. Acredito muito no trabalho. Dou crédito aos profissionais que me deixaram nessa condição. Estou muito focado em vestir essa camisa e e não jogo sozinho. O grupo cresceu e estamos crescendo.

Camilo assinou com o Botafogo por dois anos e tem contrato até junho de 2018.

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Rival do Bota, Colo-Colo trava batalha além da Libertadores para salvar vidas

Bandeira do Colo-Colo é erguida entre um dos vários incêndios florestais no Sul do Chile (Foto: Divulgação/Colo-Colo)Assim como será para o Botafogo, o jogo da noite desta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Estádio Monumental, é o mais importante do ano para o Colo-Colo. Se perder a disputa, estará eliminado da Taça Libertadores da América e também ficará fora da Copa Sul-Americana. Ainda assim, o clube e seus torcedores dividiram o foco durante a preparação do time em prol de uma ação de solidariedade: ajudar as pessoas afetadas pelos incêndios no Sul do Chile, que já duram três semanas e deixaram cerca de três mil desabrigados, dezenas de povoados arrasados e mais de mil residências destruídas, segundo informe da Corporação Nacional Florestal (Conaf).

Nas últimas semanas, o Colo-Colo abriu as portas de seu estádio para receber doações. De acordo com a assessoria de imprensa do clube, cerca de sete toneladas de roupas, água e alimentos foram recebidos e enviados através de cami..

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Colo-Colo, incêndios (Foto: Diego Alvujar / Colo-Colo)Bandeira do Colo-Colo é erguida entre um dos vários incêndios florestais no Sul do Chile (Foto: Divulgação/Colo-Colo)

Assim como será para o Botafogo, o jogo da noite desta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Estádio Monumental, é o mais importante do ano para o Colo-Colo. Se perder a disputa, estará eliminado da Taça Libertadores da América e também ficará fora da Copa Sul-Americana. Ainda assim, o clube e seus torcedores dividiram o foco durante a preparação do time em prol de uma ação de solidariedade: ajudar as pessoas afetadas pelos incêndios no Sul do Chile, que já duram três semanas e deixaram cerca de três mil desabrigados, dezenas de povoados arrasados e mais de mil residências destruídas, segundo informe da Corporação Nacional Florestal (Conaf).

Nas últimas semanas, o Colo-Colo abriu as portas de seu estádio para receber doações. De acordo com a assessoria de imprensa do clube, cerca de sete toneladas de roupas, água e alimentos foram recebidos e enviados através de caminhões para a cidade de Constitución, no início do mês. Até mesmo a rivalidade com a Universidad de Chile, a La U, ficou de lado durante a tragédia. As duas equipes chilenas mais populares se uniram para promover um amistoso beneficente, que só não aconteceu ainda por falta de datas devido à participação na Libertadores. A expectativa é que o jogo para levantar fundos seja em março, no Sul do país.

Colo-Colo, incêndios (Foto: Diego Alvujar / Colo-Colo)Clube abriu as portas do Estádio Monumental para receber doações nas últimas semanas (Foto: Divulgação/Colo-Colo)

– Colo-Colo e Universidad de Chile, arquirrivais, estão comprometidos com a ajuda para os prejudicados pelos incêndios no Sul do Chile. Ofereceram amistosos para arrecadação, mas também realizaram ações concretas como por exemplo: juntaram muita água, roupa, coisas para habitação em caminhões… E os próprios jogadores foram entregar pessoalmente – explicou o jornalista chileno Eugenio Salinas, da "Rádio Bio Bio" e "ESPN" em Santiago.

O GloboEsporte.com chegou a marcar uma entrevista com o presidente do Colo-Colo, Aníbal Mosa, para falar sobre o assunto, mas o dirigente não apareceu. Questionado se a preparação para a Libertadores acabou prejudicada pelo foco nos incêndios, Salinas refutou a ideia.

– Não creio (que tenha atrapalhado). Acho até que ajudou, porque toda a atenção está sobre os incêndios. Então a própria imprensa não estava preocupada com o que o Colo-Colo estava fazendo. Creio que tiveram menos pressão – opinou o repórter chileno.

Colo-Colo, incêndios (Foto: Diego Alvujar / Colo-Colo)Colo-Colo arrecadou cerca de 7 toneladas de água, alimentos e roupas para doação (Foto: Divulgação / Colo-Colo)

Outros países também se solidarizaram, entre eles Brasil e Estados Unidos, que enviaram aviões-tanque para jogar água sobre as chamas. Mais de 11 mil bombeiros voluntários, brigadistas (bombeiros florestais), militares, policiais, funcionários públicos e vizinhos combatem o fogo nas zonas afetadas, e 43 suspeitos já foram presos pela polícia chilena. Após passar por situação crítica, aos poucos a força-tarefa vai conseguindo reverter o quadro. Fevereiro começou com 118 incêndios ainda ativos, sendo 59 combatidos, 51 já controlados e oito extintos.

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Tudo ou nada! Botafogo joga a vida na Liberta em “Guerra fria” com Colo-Colo

“Guerra fria” foi como ficou conhecida a disputa pela soberania mundial entre Estados Unidos e a extinta União Soviética durante mais de 40 anos, que deixaram o planeta sob a tensão de uma batalha iminente que jamais aconteceu diretamente. A palavra “guerra” ganhou o mundo do futebol e veio parar no Colo-Colo x Botafogo pela Pré-Libertadores nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília) no Estádio Monumental, em Santiago e em meio a um clima de inimizades entre os dois treinadores. Sem que um ataque o outro diretamente, como se fosse uma “Guerra fria”.

Pablo Guede e Jair Ventura vivem clima de “Guerra fria” para o mata-mata Colo-Colo x Botafogo (Foto: Arte Esporte)Tudo começou quando Jair Ventura foi justificar o fato de poupar jogadores no Campeonato Carioca para priorizar a “guerra” no jogo de ida contra o Colo-Colo. Comandante dos chilenos, o argentino Pablo Guede foi questionado em entrevista no dia seguinte sobre a declaração e a condenou, dizendo que não concordava em usar tal term..

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"Guerra fria" foi como ficou conhecida a disputa pela soberania mundial entre Estados Unidos e a extinta União Soviética durante mais de 40 anos, que deixaram o planeta sob a tensão de uma batalha iminente que jamais aconteceu diretamente. A palavra "guerra" ganhou o mundo do futebol e veio parar no Colo-Colo x Botafogo pela Pré-Libertadores nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília) no Estádio Monumental, em Santiago e em meio a um clima de inimizades entre os dois treinadores. Sem que um ataque o outro diretamente, como se fosse uma "Guerra fria".

Pablo Guede, Colo-Colo, Jair Ventura, Botafogo (Foto: Arte Esporte)Pablo Guede e Jair Ventura vivem clima de "Guerra fria" para o mata-mata Colo-Colo x Botafogo (Foto: Arte Esporte)

Tudo começou quando Jair Ventura foi justificar o fato de poupar jogadores no Campeonato Carioca para priorizar a "guerra" no jogo de ida contra o Colo-Colo. Comandante dos chilenos, o argentino Pablo Guede foi questionado em entrevista no dia seguinte sobre a declaração e a condenou, dizendo que não concordava em usar tal termo para uma prática esportiva. O técnico alvinegro ficou sabendo do comentário e, em nova coletiva, afirmou que o treinador adversário parecia estar mais preocupado com o seu time do que com o dele.

Camilo, Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)Camilo ao que tudo indica será um "soldado" a menos na "guerra" do jogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

Fato é que os dois não se cumprimentaram após o jogo no Estádio Nilton Santos na semana passada, quando o Botafogo venceu por 2 a 1, que é um gesto tradicional entre os treinadores. Depois da partida, Guede trocou o discurso e falou que a "guerra continuaria em Santiago". Na última terça-feira, o argentino foi questionado em coletiva sobre o que aconteceu para mudar de ideia. Preferiu não revelar, mas deixou claro o clima de inimizade no ar.

– Muitas coisas (aconteceram), que é melhor não falar. São muitos pequenos detalhes de tirar vantagens que não são esportivas. Se eles ganharem, lhe darei a mão e o felicitarei.

Depois de Guede, Jair também deu coletiva na sala de imprensa do Colo-Colo, Do mesmo microfone do técnico rival, respondeu ao ser questionado se a guerra continuava.

– Claro, continua até o final da partida.

E para esta "guerra", Jair está prestes a perder um "soldado". O GloboEsporte.com apurou que Camilo vem sentindo dores no adutor da coxa direita e está praticamente fora da batalha, que vale vaga no último mata-mata da Pré-Libertadores contra Independiente Del Valle, do Equador, ou Olimpia, do Paraguai. Para avançar, o Botafogo joga por qualquer empate ou revés de um gol de diferença, com placar igual ou superior a 3 a 2. O Alvinegro ainda leva a melhor no confronto direto com os chilenos: são cinco vitórias, três empates e três derrotas em 11 partidas.

campinho, Colo-Colo x Botafogo (Foto: Arte Esporte)Provável escalação contra o Colo-Colo tem volta dos três volantes e Montillo como figura principal (Foto: Arte Esporte)

COLO-COLO X BOTAFOGO
Local e horário:
quarta-feira, às 21h45, no Estádio Monumental (Santiago)
Time provável: Gatito Fernández, Jonas, Marcelo, Emerson Silva e Victor Luís; Airton, Bruno Silva, Lindoso (João Paulo) e Montillo; Pimpão e Roger
Desfalques: Carli, Luis Ricardo, Jefferson e Gustavo Bochecha (departamento médico)
Transmissão: TV Globo para RJ, RS, MG (menos Varginha), ES, TO, MS, MT, SE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF (com Luis Roberto, Junior, Juninho Pernambucano e Arnaldo Cezar Coelho)
Arbitragem: o trio de arbitragem é argentino, formado pelo juiz Patricio Loustau e seus assistentes Ezequiel Brailovsky e Iván Núñez

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