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Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7 após quase 11 anos

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Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7
Divulgação

Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7

No próximo domingo (28), Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7 no Campeonato Espanhol pela primeira vez após quase 11 anos e a expectativa é grande para ver como as equipes vão se comportar no clássico sem a presença dos craques.

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Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7 , pois o português foi para a Juventus na última janela de transferências, já Lionel Messi lesionou o braço contra o Sevilla e deve ficar fora de ação por três semanas.

A última vez que o clássico aconteceu sem a presença dos dois foi em 2007, quando o português estava no Manchester United, e o craque argentino, que já jogava pelo Barça, tinha uma lesão na coxa esquerda. Os merengues venceram por 1 a 0, com gol do brasileiro Júlio Baptista.

O clássico acontecerá sem a presença dos craques, mas com algumas novidades tecnológicas. Uma tecnologia de som permitirá ao espectador a se sentir dentro de campo, a bola do jogo terá um microfone, que permitirá os torcedores a ouvir jogadores durante a partida.

“La liga se associou com diversos provedores de tecnologia líderes mundiais para preparar uma suíte de ferramentas técnicas que incluem 4K-HDR, replay 360º, câmera aérea e o sistema Be The Player, permitindo que uma audiência potencial de mais de 650 milhões de espectadores de 183 países se sinta mais próxima do que nunca da ação”, diz o comunicado da liga espanhola.


Clássico entre Barcelona e Real Madrid trará novidades tecnológicas
Reprodução / La Liga

Clássico entre Barcelona e Real Madrid trará novidades tecnológicas

Pelo Real, Julen Lopetegui, está pressionado no cargo mesmo após a vitória por 2 a 1 contra o Viktoria Plzen, da República Tcheca, pela Liga dos Campeões da Europa. A equipe ocupa apenas a sétima colocação no Campeonato Espanhol, com apenas uma vitória nos últimos cinco jogos e está a quatro pontos do líder da competição, o arquirrival Barcelona.

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O time da capital espanhola  poderá contar como atacante brasileiro Vinícius Jr. para tentar reverter a má fase. O ex-flamenguista jogou apenas 12 minutos em duas partidas pela equipe principal do Real.

No clássico contra o Atlético de Madrid pela sétima rodada da competição, que terminou empatado em 0 a 0, o jovem entrou no lugar do atacante Lucas Vásquez e a substituição causou insatisfação de “pesos pesados” no vestiário, segundo o jornal “Marca”.


Vinicius Junior contra o Atlético de Madrid
AFP

Vinicius Junior contra o Atlético de Madrid

Pela equipe B do clube, que disputa a terceira divisão espanhola, a promessa brasileira jogou 343 minutos e anotou quatro gols.

A boa notícia fica por conta do lateral brasileiro Marcelo, que sofreu uma pancada no tornozelo direito durante a partida do meio de semana, mas não teve lesão apontada por exames realizados nesta quarta-feira (25) e deve ir para o jogo.

Do lado do Barcelona, o técnico Ernesto Valverde não poderá contar com Lionel Messi, com uma fratura no braço direito. O substituto do craque argentino deve ser o hispano-brasileiro Rafinha, que causou boa impressão na vitória por 2 a 0 sobre a Inter de Milão, na última quarta-feira (25), pela Liga dos Campeões da Europa. O desempenho ofensivo do meio-campista, com infiltrações que resultaram no primeiro gol do jogo e os 51 passes certos do jogador agradaram Valverde, que também deve escalar o brasileiro Arthur no meio-campo catalão

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Barcelona e Real Madrid se enfrentam sem Messi e CR7 neste domingo (28), pela décima rodada do Campeonato Espanhol, no Camp Nou , estádio do Barça.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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