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Esportes

Bahia fará ações em celebração ao Abril Indígena

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Rogério, do Bahia, posa para campanha do clube sobre o povo indígena
Reprodução/Facebook

O Bahia realizará ações em homenagens ao povo indígena no “Abril Indígena”. Rogério, descendente de índios, posou para foto do clube.

Atualmente, o Bahia é um dos clubes de futebol mais ativos em prol de causas sociais no Brasil . Após realizar série de ações em homenagem ao “Novembro Negro”, o time seguirá com a pegada social. Neste mês, a equipe baiana fará série de homenagens ao povo indígina, como parte do projeto “Abril Indígena”. 

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Na manhã desta terça (16), no site oficial do Bahia , o Esquadrão de Aço publicou o vídeo  “Não tem Jogo sem Demarcação” que faz parte das ações. Na peça, que pode ser conferida abaixo, 12 pataxós reinvidicam a demarcação das terras indígenas. Além disso, o narrador e as imagens utilizadas no vídeo fazem diversas analogias e referências ao futebol.

Além disso, o clube anunciou que irá utilizar os próximos jogos da equipe pela Copa do Brasil e pelo Campeonato Baiano, para homenagear o povo indígena. Os uniformes que serão utilizados pelos jogadores contra o Londrina trarão nomes de guerreiros e guerreiras indígenas do passado. Já no jogo de domingo, contra o Bahia de Feira, os uniformes terão nomes de guerreiros do cenário atual.

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Em novembro, o Bahia fez uma ação parecida em celebração ao “Novembro Negro”. Na partida contra a Chapecoense, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe entrou em campo com nomes especiais nas costas. Os uniformes traziam os nomes de personagens importantes da cultura negra no Brasil. 


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Esportes

Marta se torna maior artilheira da história das Copas com 17 gols

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Marta cobrando pênalti
Mowa Press

Marta se tornou a maior artilheira da história das Copas.

Com o gol marcado diante da Itália nesta terça-feira (18), Marta se tornou a maior artilheira da história das Copas . A brasileira quebrou a marca que antes pertencia ao alemão Miroslav Klose, que marcou 16 gols em quatro Copas do Mundo masculina.

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Com o gol anotado diante da Itália, Mart a chegou a dois gols no torneio. Com isso, ela quebrou o recorde que pertencia à Klose , que marcou 16 gols entre as Copas de 2002 e 2014. Já que a seleção garantiu a classificação para as oitavas, Marta pode ampliar ainda mais essa marca ao longo do mundial. 

Entre as mulheres, Marta já era artilheira já que havia superado os 14 gols marcados pela alemã e ex-melhor do mundo Birgit Prinz. 

Essa é a quinta Copa do Mundo disputada por Marta . Em sua estreia, no mundial de 2003, ela marcou 3 gols. Na edição seguinte, em 2007, a craque foi um dos destaques e marcou incríveis 7 gols no torneio. Em 2011 foram quatro tentos marcados e em 2015, na última edição do torneio, apenas 1. 

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Esportes

Sem apoio? Jogo da seleção feminina reúne ‘pequena multidão’ no meio da tarde

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sesc pompéia
Flavia Matos/ IG

Torcida assiste a Brasil x Itália no Sesc Pompéia

A vitória do Brasil sob a Itália, por 1 a 0 , na Copa do Mundo de futebol feminino, foi assistida por uma pequena multidão no Sesc Pompeia.

Por meio do projeto ‘Corpo Feminino – das proporções ao protagonismo’, a diretoria do Sesc instalou um telão no espaço de convivência e exibe todos os jogos da Copa do Mundo de futebol feminino, tanto do Brasil como de outras seleções.

E nesta terça-feira (18) o local recebeu bastante gente para o último jogo da seleção brasileira na fase de grupos. Timidamente as pessoas começaram a chegar faltando uma hora para o início da partida e assim que a bola rolou as cerca de cinquenta cadeiras dispostas em frente ao telão estavam todas ocupadas.

O público foi muito misto. Entre pessoas de mais idade, jovens e adultos predominou a presença de mulheres. Raquel Moreira, uma animada torcedora que chegou bem cedo, contou que saiu do Edifício Martinelli, na zona central da capital, até a Pompeia para ver as meninas do Brasil.

“Na Copa masculina eles colocaram telões para assistir lá no centro, mas agora não tem nada. Eu não consegui encontrar ninguém para assistir comigo, então vim pra cá”, disse Raquel, que foi liberada do trabalho para ver o jogo.

Quem também estava lá era Julio Franco, de 62 anos. Funcionário de uma gráfica, foi a segunda vez que ele apareceu no Sesc Pompeia para ver o Brasil. “Vim no jogo que nós perdemos [contra a Austrália]. Tinha muita gente. Acho legal essa iniciativa do Sesc e de ver tantas pessoas torcendo pelo Brasil. A torcida é mais animada que para a seleção masculina”, contou.

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A dupla de amigas Fernanda e Lúcia Eliza foram assistir pela primeira vez, assim como Raquel, e chegaram cedo para pegar um bom lugar. “Acho muito legal essa iniciativa. A Copa do Mundo feminina está muito emocionante”, opinou Fernanda.

Com a bola rolando o espaço foi ficando cada vez mais cheio de gente. E a cada erro de bola do Brasil era possível ouvir gritos e reclamações. No segundo tempo a tensão aumentou ainda mais e com mais público o Sesc virou uma verdadeira arquibancada.

No lance de pênalti para a seleção brasileira o público enlouqueceu, comemorou o feito de Marta, aplaudiu a camisa 10 quando ela foi substituída e sofreu até o último segundo com a defesa de Bárbara em cobrança de falta da Itália.


“Se fosse o Neymar …”

neymar caído
Pedro Martins / MoWA Press

Neymar foi alvo de ‘cornetadas’ durante jogo da seleção feminina do Brasil

A partida era da seleção feminina, mas a seleção masculina não saiu da boca do povo. A cada lance de falta mais forte, como a de Bartoli contra Debinha, e quando as jogadoras do Brasil caiam em campo, os presentes no Sesc sempre falavam “Se fosse o Neymar ia estar rolando até agora” ou algum outro tipo de piadinha com o camisa 10 da seleção masculina.

No intervalo, quando a transmissão passou as informações do jogo entre Brasil x Venezuela, que acontece na noite desta terça-feira pela Copa América, teve quem disse “Eu não quero saber disso, essa seleção não interessa”.

E se teve cobrança com os jogadores da seleção masculina, teve muito chiado com Ludmilla, a camisa 19. A atleta não tem feito uma boa Copa do Mundo e sempre que perdia a bola a torcida no Sesc reclamava.

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Fora as ‘cornetadas’, a seleção feminina do Brasil teve um apoio gigante de homens, mulheres, crianças, jovens e idosos no Sesc Pompeia. Nas oitavas de final do Mundial, a seleção ainda não tem adversário definido. Pode pegar França ou Alemanha.

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