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Ciclismo

Aumenta procura de mulheres por capacitação em mecânica de bicicleta

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A Escola Park Tool registrou um aumento no número de mulheres que procuraram o curso de formação e capacitação de mecânica de bicicleta. Segundo dados da escola, houve um crescimento de 40% de alunas matriculadas em 2016, em comparação ao ano passado.

Entre as alunas formadas pela Escola Park Tool está Fabiana Tubino, 33. Cicloativista e Bike Anjo, Fabiana nasceu em São Paulo-SP. Hoje ela mora em Recife-PE onde tem planos de inaugurar sua própria oficina em breve.

“Cheguei à escola por indicação de outras amigas. Fiz todos os módulos e posso afirmar que o curso da Escola Park Tool é muito completo. Quando terminei, a primeira vantagem foi a independência, pois aprendi a fazer as manutenções sozinha. Depois, quando comecei a trabalhar com mecânica de bicicleta, percebi o quanto o curso dava credibilidade”, conta a profissional.

Na prática

Depois de adquirir experiência em dois lugares (trabalhando numa oficina em Moema, bairro da capital paulista, e em uma loja na capital recifense), Fabiana se sente preparada para dar um passo maior.

“Em Moema fiquei uma semana abrindo e fechando a loja. O estágio fazia parte da grade da escola e lá aprendi que não é preciso força para fazer manutenção, e sim jeito. Se forçar é porque está fazendo errado. Quando cheguei a Recife, tinha pouca experiência. Foi quando fui à Reciclobike, que é uma loja com duas sócias mulheres, e me deu uma oportunidade. Depois dessas experiências, finalmente vou abrir minha própria oficina”, analisa Fabiana.

20 anos de bicicleta

Outro exemplo de mulher que entrou no ramo de mecânica de bicicletas é a mineira Andressa Carvalho, 34, que mora em Ouro Preto-MG. Depois de 20 anos de sua vida dedicados à bicicleta, Andressa encontrou na Escola Park Tool o caminho para trabalhar com o que sempre sonhou.

“Conheci a escola há alguns anos por um amigo. Quando fiquei sabendo, meu desejo se tornou ainda maior, pois eu não sabia da existência de uma escola que ensinava a ser o que eu sempre quis ser. Aprendi tudo o que eu precisava para começar meu próprio negócio. A experiência e a atenção dos profissionais da escola me fizeram enxergar que estava no caminho certo”, diz Andressa.

Fonte: Revista Bicicleta

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Ciclismo

Projeto torna obrigatório o suporte para bicicletas nos ônibus de todo o país

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Medida já existe em capitais como Curitiba e São Paulo. Foto: Divulgação.

Um projeto de lei que está tramitando na Câmara dos Deputados torna obrigatório o suporte para bicicletas nos ônibus de todo o país. O texto prevê uma alteração no Código de Trânsito Brasileiro.

O Projeto de Lei 2783/19, se aprovado, tornará obrigatória a instalação de um suporte apropriado para bicicletas nos veículos do transporte coletivo. O texto insere Código de Trânsito Brasileiro no essa exigência e encarrega o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) de disciplinar a medida.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O autor do projeto, deputado Juninho do Pneu, disse, por meio de nota, que o objetivo é reduzir a quantidade de veículos em circulação nas cidades, já que os passageiros poderão fazer parte do percurso em bicicletas.

“É necessário integrar o uso das bicicletas com o sistema de ônibus, construindo uma malha de transportes diversificados e conectados. A utilização da bicicleta como meio de transporte para os descolamentos diários virou rotina nos meios urbanos das grandes e pequenas cidades. Contudo, infelizmente, é precária a acessibilidade desse meio de transporte”, disse o parlamentar.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Ciclismo

Segurança sempre!

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O capacete é uma extensão do ciclista, e sem ele o menor percurso se torna um risco desnecessário, já que sua ausência deixa uma das partes mais vitais do corpo exposta. Usando o capacete, os riscos são menores, já que ele protege o impacto final da cabeça contra o que esteja pela frente, como um galho de árvore, o asfalto, ou o meio-fio. O ciclista Fernando Mayer, que mora em São Carlos, sabe bem da importância de usar o capacete. Ele pedala há 30 anos. Viajando com um grupo de pedal para Analândia, recentemente, sofreu seu primeiro acidente e se machucou gravemente. Por sorte, o acidente não foi fatal porque estava usando capacete, o que salvou sua vida.

© Fernando Mayer / Arquivo Pessoal

O capacete, assim, é imprescindível. Procure sempre pelo melhor, avalie o ISO de qualidade e verifique o tamanho ideal (o capacete ideal não pode ficar apertado e muito menos folgado). Há hoje no mercado uma infinidade de boas marcas. Caso você seja um iniciante ao ciclismo, procure se orientar e não saia para o pedal sem capacete. Pedale de forma consciente e deixe sua bike de forma visível e adequada para seu perfil. Use o capacete, seja para o passeio ou para o trabalho, já que existem outras situações que podem resultar em tombos e colisões. Use capacete com cores claras, ou com detalhes refletivos que o deixam ainda mais visível no trajeto. Já que o mercado oferece diversos tipos de modelos e marcas, nada é desculpa para não usar.

Nosso amigo Fernando está se recuperando aos poucos do acidente. Pedalar é assim, cair e levantar! Mas nada se compara ao prazer de pedalar, um remédio para o estresse, para a alma. Ser saudável não é um capricho e nem é moda, é qualidade de vida.

© Fernando Mayer / Arquivo Pessoal

O capacete é uma extensão do ciclista, e sem ele o menor percurso se torna um risco desnecessário, já que sua ausência deixa uma das partes mais vitais do corpo exposta. Usando o capacete, os riscos são menores, já que ele protege o impacto final da cabeça contra o que esteja pela frente, como um galho de árvore, o asfalto, ou o meio-fio. O ciclista Fernando Mayer, que mora em São Carlos, sabe bem da importância de usar o capacete. Ele pedala há 30 anos. Viajando com um grupo de pedal para Analândia, recentemente, sofreu seu primeiro acidente e se machucou gravemente. Por sorte, o acidente não foi fatal porque estava usando capacete, o que salvou sua vida.

© Fernando Mayer / Arquivo Pessoal

O capacete, assim, é imprescindível. Procure sempre pelo melhor, avalie o ISO de qualidade e verifique o tamanho ideal (o capacete ideal não pode ficar apertado e muito menos folgado). Há hoje no mercado uma infinidade de boas marcas. Caso você seja um iniciante ao ciclismo, procure se orientar e não saia para o pedal sem capacete. Pedale de forma consciente e deixe sua bike de forma visível e adequada para seu perfil. Use o capacete, seja para o passeio ou para o trabalho, já que existem outras situações que podem resultar em tombos e colisões. Use capacete com cores claras, ou com detalhes refletivos que o deixam ainda mais visível no trajeto. Já que o mercado oferece diversos tipos de modelos e marcas, nada é desculpa para não usar.

Nosso amigo Fernando está se recuperando aos poucos do acidente. Pedalar é assim, cair e levantar! Mas nada se compara ao prazer de pedalar, um remédio para o estresse, para a alma. Ser saudável não é um capricho e nem é moda, é qualidade de vida.

Por Anadir Nogueira

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