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Atacante campeão da Libertadores com o River Plate se aposenta aos 31 anos

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A carreira de um jogador de futebol normalmente termina após os 35 anos. Em raros casos um atleta decide pendurar as chuteiras antes disso, mas foi o que aconteceu com o atacante uruguaio e bicampeão da Libertadores com o River Plate, Rodrigo Mora.

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O atacante Rodrigo Mora com o troféu de campeão da Libertadores 2018 com o River Plate
Reprodução/Twitter/romorita11

O atacante Rodrigo Mora com o troféu de campeão da Libertadores 2018 com o River Plate

Por meio de suas redes sociais, o atacante de 31 anos anunciou que não jogará mais futebol por conta de constantes dores que sente no quadril, perado de junho de 2017. “Eu tenho que viver um dos dias mais tristes da minha vida”, iniciou.

Nos destaques de seu WhatsApp e também em seu Instagram, Mora, bicampeão da Libertadores da América com o time argentino, disse que “sofrimento e dor são constantes” e que por isso ele não conseguia mais jogar. Ele agradeceu aos familiares, amigos, companheiros de clube, comissão técnica e fãs pelo apoio.

“Eu desisti do que tinha e hoje tenho que encarar a realidade. Eu não posso continuar jogando futebol. Eu tenho um nó no peito e uma sensação impossível de explicar. Eu gostaria de me aposentar de outra maneira”, escreveu.

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A operação no quadril de Rodrigo Mora aconteceu em junho de 2017, porém ele nunca ficou 100%. Ele ficou afastado mais de oito meses após a cirurgia e voltou a jogar em janeiro de 2018.

Foram 28 jogos e quatro gols marcados. A partir de outubro do ano passado as dores ficaram muito fortes e ele não entrou mais em campo. Sua última aparição foi pelo Campeonato Argentino, contra o Aldosivi.

No River Plate , onde atuou desde 2012, com breve períodos de empréstimo, Mora jogou 184 vezes e conquistou duas Copas Libertadores (2015 e 2018), uma Copa Sul-Americana (2014), duas Recopas (2015 e 2016), uma Copa da Argentina (2016) e uma Supercopa da Argentina (2018). O clube agradeceu o ‘Pulga’ em suas redes sociais.

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Além do River, o atacante jogou pelo Juventud, Defensor Sporting, Cerro-URU, Benfica, Peñarol e Universidad de Chile. Como conquista individual, o uruguaio fez parte da seleção ideal da Copa Libertadores de 2015.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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Medalhista olímpico de snowboard anuncia pausa na carreira para tratar câncer

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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer
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Max Parrot, medalhista olímpico de snowboard, foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer

Medalhista olímpico de snowboard, o canadense Max Parrot anunciou nesta sexta-feira (18) que foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e estará ausente de toda a temporada 2019. O atleta de 24 anos é uma das maiores promessas dos esportes de inverno no Canadá.

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A informação sobre a doença do atleta foi antecipada pelo perfil oficial da seleção de snowboard do Canadá na quinta-feira. Nas redes sociais, outros snowboarders prestaram solidariedade a Max Parrot , como o companheiro de seleção Marc McMorris.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático no pescoço, axilas ou virilhas. Os maiores sintomas são fadiga, febre e calafrios e é mais comum na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Em entrevista coletiva, Parrot explicou que em setembro começou a sentir coceira ao redor do pescoço e procurou auxilio médico assim que percebeu um inchaço.

“Não tem sido uma notícia fácil de digerir, tanto para minha família quanto para mim”, explicou o atleta. O diagnóstico de Parrot saiu no último dia 21 de dezembro após a realização de uma biópsia.

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O snowboarder fez questão de ressaltar em sua entrevista que a batalha contra o câncer será sua única competição no ano. Ele deve se submeter a 12 sessões de quimioterapia nos próximos seis meses.

“Vou permanecer o mais positivo possível nos próximos meses. Teoricamente, se tudo correr bem, eu devo terminar a quimioterapia em junho. Mas é assustador, eu não vou esconder isso de vocês”, comentou aos jornalistas.

Inicialmente Parrot tinha pensado em pedir ao corpo médico que adiasse o inicio do tratamento para depois do X Games de Aspen, nos Estados Unidos, que acontece na próxima semana. Porém, o atleta mudou de ideia ao consultar os profissionais.

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Max Parrot é multicampeão no X Games, principal competição de esportes no mundo. Ele já venceu quatro vezes a categoria Big Air e uma vez a categoria Slopestyle. No início de 2018 o atleta do Canadá foi prata nos Jogos Olímpicos de PyeongChang na modalidade de Slopestyle.

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