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Ciclismo

Associação MT Bikers e Grupo de Ciclistas Pedala na Alta; realiza passeio de ciclismo em Alta Floresta

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No próximo dia 30 de Abril de 2017, Alta Floresta não será mais a mesma. O grupo de ciclistas Pedala na Alta convidou a Associação MT Bikers a trazer um evento de ciclismo para a região, onde foi formatado um cicloturismo de botar inveja em circuitos de outros estados. O percurso é de aproximadamente 60km e contemplará a “Rota da Paineira”, nome sugestivo, já que sera visitada uma Paineira Gigante, que pra se ter ideia são precisos 25 pessoas para que a árvore seja abraçada, sem contar a sua altura que é enorme.

A Associação MT Bikers tem o orgulho de fazer parte deste projeto e logo irá levar o evento “Ciclotur Adventure” a outras cidades do estado, visando sempre abrir Rotas Ciclo turísticas com belezas exuberantes e que são poucos exploradas ou não conhecidas pelos turistas brasileiros. Neste primeiro evento o “Ciclotur Adventure – Rota da Paineira”, convida você a ter uma experiência com a natureza, e com pessoas da região que irão fazer parte desta grande festa. Inscreva-se agora mesmo: http://loja.mtbikers.org.br/ciclotur-adventure-3004-rota-das-paineiras O evento é restrito a poucos participantes, por esse motivo corra e faça já sua inscrição. Maiores informações no site da inscrição, ou pelo telefone: (66) 98104-5679 (Aline).

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Ciclismo

A hora certa para trocar a corrente

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Há muito se discute esse assunto em lojas, oficinas ou nos bate-papos nas trilhas e estradas e eu gostaria de compartilhar algumas informações sobre a hora certa para trocar a corrente.

Conheço uma “lenda ciclística” que consiste na troca da corrente a cada intervalo de mil quilômetros. Então, vamos ver se essa teoria faz algum sentido?

Dois indivíduos utilizam suas bicicletas por mil quilômetros, ambos têm a mesma massa corporal, peso e bicicletas idênticas.

No entanto, um utiliza a bicicleta em região montanhosa e não realiza limpeza e lubrificação periodicamente. O outro vive na orla e só realiza percursos planos e, no entanto, realiza manutenção na transmissão da bicicleta com frequência e mantem a corrente sempre lubrificada.

Com esses dois exemplos é possível avaliar o desgaste da corrente? Creio que não! 

Pois vamos a alguns dos fatores de influência no desgaste de uma corrente:

• Lubrificação
• Peso corporal do usuário
• Relevo do terreno 
• Limpeza e manutenção dos componentes
• Estilo da pedalada (passista ou socador)
• Volume de quilometragem

Esses são alguns dos pontos que influenciam diretamente no desgaste não só da corrente, mas da bicicleta como um todo. Porém, a corrente é um item de suma importância já que é responsável por transmitir a força aplicada nos pedais até a roda traseira gerando movimento.

Isso gera tremendo estresse na corrente e por isso demanda cuidados especiais como a checagem periódica do desgaste, limpeza e lubrificação.

Como medir

Alguns fabricantes de correntes e a maioria dos fabricantes de ferramentas para bicicletas desenvolvem equipamentos específicos para identificar o nível de desgaste das correntes.

As formas de medição são diversas e variam de caso a caso dependendo do fabricante da ferramenta. Minha sugestão é sempre seguir a recomendação do fabricante da corrente para a escolha da ferramenta.

No caso da ferramenta da foto: ao encaixar o primeiro pino na corrente deve se aplicar leve pressão sobre a segunda parte e o pino não pode entrar na corrente; caso isso ocorra, significa que a corrente deverá ser trocada.

É importante ressaltar que conforme a corrente se desgasta ela desenvolve maior folga lateral e se estira com isso o ajuste do câmbio se torna mais difícil.

Isso porque quanto maior essa folga, maior a flexibilidade lateral da corrente e quando o câmbio é acionado se movendo lateralmente, a flexão da corrente permite que ela se mantenha no mesmo pinhão. Isso causa falta de precisão e ruídos na corrente.

Não é raro ouvir que exista falta de precisão nas mudanças e com a simples substituição da corrente há uma melhora considerável na velocidade e precisão das trocas.

Outro ponto muito importante é verificar o desgaste das coroas. Para isso também existem ferramentas, porém, raramente são encontradas e a precisão dessa ferramenta é contestável, portanto, não irei me aprofundar. Por isso, minha sugestão é sempre procurar um especialista para avaliar o estado do equipamento e, dessa forma, evitar gastos desnecessários.

Quando algum dos outros componentes da transmissão está excessivamente gasto, ele também não irá combinar com os demais, causando situações perigosas, como quando se aplica maior força nos pedais e a corrente pula nas coroas ou cassete, podendo provocar acidentes.

As correntes gastas podem se romper causando, além do risco de acidentes, uma grande dificuldade para finalizar o trajeto desejado.

Compatibilidade

Outro ponto importante é que cada fabricante constrói uma corrente específica para seu grupo de peças. Claro que a maioria dos fabricantes de corrente afirma que suas peças são compatíveis com as mais diversas marcas de componentes, porém, para assegurar um bom desempenho, a orientação destes fabricantes é combinar correntes originais a seus respectivos conjuntos de transmissão.

Lembre-se também de que independentemente de um fabricante terceirizar a fabricação das suas correntes, isso não significa que outra corrente feita na mesma fábrica, mas com outro desenho, irá funcionar adequadamente. Ao substituir a corrente, procure respeitar a orientação do fabricante e de preferência procure um especialista, assim poderá evitar danos ou combinações incorretas.

Diferentes fabricantes utilizam formas distintas para o fechamento da corrente, utilize sempre a maneira indicada pelo fabricante.

Alguns utilizam pinos conectores tipo ampola (pinos com dois estágios descartáveis) ou junções rápidas conhecidas como emendas. Nunca misture as formas de fechamento, lembre-se de que a conexão de uma corrente é um ponto crucial e não permite adaptações ou emendas mal feitas.

Lubrificação

Os tipos de óleo mais populares que temos no mercado são o seco e o úmido. Use o úmido para períodos chuvosos ou trilhas com passagem por rios ou poças de lama.

Já o óleo seco é para uso em períodos de estiagem, quando há muita poeira no trajeto, mas não “encharque” a corrente com óleo, pois o excesso irá atrair sujeira e formar uma espécie de pasta formada por óleo velho com fragmentos de metal e sujeira que é altamente abrasiva e irá ajudar a desgastar todo o conjunto. Limpe bem as polias do câmbio e transmissão para evitar o acúmulo dessa pasta.

Por fim, mantenha a manutenção da sua bike sempre em dia para que possa desfrutar melhor de seu equipamento.

Fonte: Revista Bicicleta

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Ciclismo

Aumenta procura de mulheres por capacitação em mecânica de bicicleta

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A Escola Park Tool registrou um aumento no número de mulheres que procuraram o curso de formação e capacitação de mecânica de bicicleta. Segundo dados da escola, houve um crescimento de 40% de alunas matriculadas em 2016, em comparação ao ano passado.

Entre as alunas formadas pela Escola Park Tool está Fabiana Tubino, 33. Cicloativista e Bike Anjo, Fabiana nasceu em São Paulo-SP. Hoje ela mora em Recife-PE onde tem planos de inaugurar sua própria oficina em breve.

“Cheguei à escola por indicação de outras amigas. Fiz todos os módulos e posso afirmar que o curso da Escola Park Tool é muito completo. Quando terminei, a primeira vantagem foi a independência, pois aprendi a fazer as manutenções sozinha. Depois, quando comecei a trabalhar com mecânica de bicicleta, percebi o quanto o curso dava credibilidade”, conta a profissional.

Na prática

Depois de adquirir experiência em dois lugares (trabalhando numa oficina em Moema, bairro da capital paulista, e em uma loja na capital recifense), Fabiana se sente preparada para dar um passo maior.

“Em Moema fiquei uma semana abrindo e fechando a loja. O estágio fazia parte da grade da escola e lá aprendi que não é preciso força para fazer manutenção, e sim jeito. Se forçar é porque está fazendo errado. Quando cheguei a Recife, tinha pouca experiência. Foi quando fui à Reciclobike, que é uma loja com duas sócias mulheres, e me deu uma oportunidade. Depois dessas experiências, finalmente vou abrir minha própria oficina”, analisa Fabiana.

20 anos de bicicleta

Outro exemplo de mulher que entrou no ramo de mecânica de bicicletas é a mineira Andressa Carvalho, 34, que mora em Ouro Preto-MG. Depois de 20 anos de sua vida dedicados à bicicleta, Andressa encontrou na Escola Park Tool o caminho para trabalhar com o que sempre sonhou.

“Conheci a escola há alguns anos por um amigo. Quando fiquei sabendo, meu desejo se tornou ainda maior, pois eu não sabia da existência de uma escola que ensinava a ser o que eu sempre quis ser. Aprendi tudo o que eu precisava para começar meu próprio negócio. A experiência e a atenção dos profissionais da escola me fizeram enxergar que estava no caminho certo”, diz Andressa.

Fonte: Revista Bicicleta

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