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Após curtir Carnaval, Gabriel Medina mira tri mundial e vaga para as Olimpíadas

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Gabriel Medina conquistou o bicampeonato mundial de surfe em 2018
WSL/Cestari

Gabriel Medina conquistou o bicampeonato mundial de surfe em 2018

O bicampeão mundial de surfe Gabriel Medina esteve em São Paulo nesta quinta-feira (14), e em evento realizado por sua patrocinadora, concedeu sua última entrevista antes de embarcar para a Austrália em busca do tri.

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Além da busca pelo seu terceiro título mundial , Gabriel Medina tem como objetivo conquistar a vaga para as Olimpíadas de 2020, que acontecerão em Tóquio, e pela primeira vez terão o surfe como uma das modalidades disputadas.

“Fiquei 10 dias treinando no CT do Time Brasil, foram dias intensos. Participei do carnaval, pois tinha combinado com meu pai que se fosse campeão mundial poderia pular, mas já voltei a treinar, estou bem preparado. Vou com a família para o Havaí, faço uma pré-temporada e estou ansioso para esse começo de temporada. Vou defender o título e quero ir bem porque sonho em disputar a Olimpíada”, disse o surfista, que também ressaltou a importância do ano de 2019 para sua carreira.

“Pode ser o ano mais importante da minha vida. Sempre tive como objetivo ser três vezes campeão do mundo e, se conseguir, vou automaticamente estar na Olimpíada também”, afirmou. 


Gabriel Medina posa ao lado de patrocinadores durante evento
Foto: Paulo Sabbadin

Gabriel Medina posa ao lado de patrocinadores durante evento

Questionado sobre quem serão seus maiores rivais pelas vagas nos Jogos Olímpicos, Medina apontou três com quem mais se preocupa.

“Dentre os brasileiros, pelos resultados tem três ou quatro que vão disputar o título e as vagas. Eles têm mostrado isso nos últimos anos. Eu posso citar nomes: Mineirinho, Filipinho e o Ítalo. Esses são os caras que eu sempre vejo em cima no ranking, que sempre estão brigando comigo. Teve um ano (2015) em que todos nós estávamos ali no topo da tabela. É claro que todos brasileiros podem ganhar um evento e serem campeões mundiais. Então, não dá pra vacilar”.

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O brasileiro falou também sobre sua rivalidade com John John Florence, surfista americano quem também é bicampeão mundial e que volta de lesão este ano para buscar o tri.

“Nossa relação é muito boa. É que sempre criam uma rivalidade. Como temos dois títulos cada, acho que essa rivalidade vai crescer mais ainda. Este ano ele está voltando. Fique sabendo que ele já está bem. Vai ser um ano bem legal. Estou ansioso. Vai ser legal ter ele de volta. Gosto dessa rivalidade. Eu assisto bastante o John John, me inspiro nele. Gosto de ter alguém competitivo como ele assim. Gosto de competir com os melhores”. 

Apesar do respeito pelos rivais brasileiros e gringos, Medina afirmou que, se começar bem a temporada, vai ser difícil pará-lo.

“Esse começo de ano é o mais difícil para mim, normalmente eu começo devagar. São três etapas muito difíceis de surfar de backside. Mas tenho aprendido bastante e quero corrigir isso, porque na outra metade do ano são ondas com que me identifico bastante, meu surfe encaixa. Se eu começar o ano bem, vai ser difícil me parar”. 

Quando perguntado sobre suas semelhanças com o ídolo Ayrton Senna, Gabriel foi humilde e evitou se comparar ao ex-piloto, que é uma de suas inspirações no mundo do esporte.

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“O Senna sempre foi minha inspiração, mas não chego aos pés dele. Quando ele morreu eu era muito novo. Então o que vi foi o filme, o livro. Foi onde consegui acompanhar mais e me identifiquei em várias partes do filme. Por isso gosto muito dele. Ele era muito determinado. Amava o país dele, nos representava de coração, dava tudo de si. É o que eu sinto hoje quando vou a uma bateria. Não tem só eu ou minha família e amigos ali. É muito além disso. São muitas pessoas torcendo. Sei que, quando um brasileiro ganha algum título desse porte (Campeonato Mundial), quantas pessoas essa conquista atinge, quantas pessoas eu deixei feliz naquele dia. Então, para mim, isso é além dos meus sonhos. Eu amo representar meu país. Hoje estou vivendo esse sonho. E representar desse jeito, com dois títulos mundiais. Com todo o suporte que eu tenho, receber esse carinho de todo mundo é muito gratificante”, disse Gabriel Medina .

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Bicampeão com a escuderia, Niki Lauda é homenageado pela Ferrari em museu

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niki lauda
Reprodução

Nikki Lauda foi bicampeão com a Ferrari nos anos 1970

Niki Lauda foi um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1 e isso não dá para negar, ele deixará saudades aos fãs e às escuderias do automobilismo.

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Bicampeão com a Ferrari , Niki Lauda recebeu uma homenagem simples e emocionante no museus da escuderia italiana. Na sessão em que estão expostos todos os carros que já foram campeões da Fórmula 1 no Museu Maranello, as luzes foram apagadas e iluminaram apenas a Ferrari 312T com que Lauda venceu o campeonato de 1975.


homenagem da ferrari
Reprodução

Ferrari iluminou o carro em que Niki Lauda venceu seu primeiro mundial de pilotos na F1

O carro tem um significado importante para a equipe, já que o pódio de Niki Lauda rompeu uma série de 11 anos que a Ferrari não vencia um campeonato na F1. O último título tinha sido em 1964 com o britânico John Surtees.

O austríaco de 70 anos, que faleceu no último dia 20 de maio , venceu por três oportunidades o mundial de pilotos da Fórmula 1 . Nos anos de 1975 e 1977 ele conquistou o troféu correndo pela Ferrari, já em 1984 o caneco veio com a McLaren.

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Niki Lauda somou 52 pódios em sua carreira, sendo 24 pole positions e 25 vitórias. Encerrou sua carreira nas pistas em 1985. Trabalhou com aviação por um tempo antes de retornar à F1 como consultor técnico extraordinário da Ferrari nos anos 1990. Também atuou como diretor na Jaguar e Mercedes.

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CSA não perdoa indisciplina de trio gringo e demite Pablo Armero

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Torcida do CSA
Reprodução/Instagram

O CSA não perdoou a indisciplina de Armero e o afastou do elenco do clube.

Nesta tarde, a diretoria do CSA definiu o destino do trio de estrangeiros do clube, composto por Armero, Maidana e Manga Escobar. Em nota publicada hoje, a diretoria do time alagoano confirmou que o colombiano Pablo Armero não faz mais parte do elenco da equipe. Os outros gringos foram multados, mas segurião atuando no clube. Confira a nota abaixo:

“O Centro Sportivo Alagoano comunica que, depois do clube tomar conhecimento dos últimos fatos com os atletas Maidana, Manga Escobar e Pablo Armero, tomou a decisão de multar os três atletas em 20%, e afastar o Pablo Armero do seu quadro de funcionários após um entendimento amigável. Maidana e Manga Escobar seguem seus respectivos trabalhos no CSA

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A decisão do CSA vem após o trio de jogadores ter sido flagrado por torcedores em um bar na véspera do embarque da equipe para Porto Alegre, onde enfrentaria o Internacional. Maidana e Manga estavam machucados e não seguiriam com o clube.  Já Armero estava relacionado para o jogo que seria disputado.

O trio inteiro foi multado em 20% do salário. Porém, apenas o lateral colombiano foi desligado do CSA . Aos 32 anos, Armero chegou no clube alagoano este ano e disputou apenas quatro partidas, sem marcar nenhum gol. Já Maidana e Manga serão aproveitados pela comissão técnica assim que se recuperarem das lesões que os afastaram dos gramados.

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