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Saúde

Adolescência do bebê

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Adolescência do bebê, adolescência infantil, crise dos dois anos ou ” terrible 2 years”. Saiba como lidar com as birras e teimosias da crianças. 

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Adolescência do bebê ocorre dos 18 meses até os três anos de idade
Shutterstock/Viajar pelo Mundo

Adolescência do bebê ocorre dos 18 meses até os três anos de idade

Por volta dos dois anos de idade, seu filho entra em uma fase chamada de adolescência do bebê , onde as birras, malcriações, crises de choro e teimosia se afloram e mesmo as crianças mais boazinhas podem surpreender seus pais com traços de rebeldia nunca vistos anteriormente.

Geralmente essa mudança comportamental ocorre dos 18 meses até os 3 anos de idade, e algumas crianças podem passar por essa fase de forma mais intensa do que outras.

Mas você sabe por que essa crise dos dois anos existe?

É nessa fase que os pequenos percebem que são um indivíduo, com vontades e opiniões próprias, e lutam para conquistar o seu espaço. Porém, no mesmo tempo em que eles querem tomar suas próprias decisões, ainda encontram dificuldade pois não adquiriram a maturidade suficiente para isso.

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Nessa fase eles costumam:

  • Contrariar tudo e todos, inclusive eles próprios – um dia eles gostam de banana e no outro dia choram quando as mães parecem com banana;
  • Ficam com muita birra e esperneiam se contrariados – quem nunca viu uma criança jogada no chão de algum lugar chorando desesperada?
  • Não gostam de seguir orientações e não aceitam facilmente a decisão dos pais;
  • Podem começar a ficar mais agressivos com tapas, mordidas e beliscões.
  • Sim, já percebi que meu filho está nessa fase…como devo agir?

Se você já percebeu que seu filho está nessa fase, saiba como agir:

1. Em primeiro lugar, e como sempre falo nas consultas do consultório: não aja com agressividade! Eu sei que não é a situação mais agradável do mundo levar um tapa na cara de uma criança que está chorando desesperada e se jogando no chão do supermercado porque você não quis  comprar a bolacha que ela queria mas lembre-se: a criança é ele! Respire fundo.

2. Antes de sair de casa, converse com a criança sobre o que é permitido e o que não vai ser aceitável durante o passeio.

3. Não adiantou a conversa e a birra aconteceu. Contenha o seu filho, abaixe na altura de seus olhos, olhe fixamente e explique com voz firme que você entende que ele está bravo, mas que esse comportamento é inaceitável.

4. Mude o foco durante a birra. Mostre para a criança alguma coisa que chame a sua atenção. Assim que ele parar de chorar, volte ao assunto e explique com clareza que você não gostou daquele comportamento. Não ceda às manipulações e choros e avise que você só vai conversar depois que ela se acalmar.

5. Sempre deixe claro que, se o episódio voltar a acontecer, a criança sofrerá consequências negativas – mas essas consequências tem que ser palpáveis! Não adianta falar que se ele se jogar no chão novamente não vai passar as próximas férias na casa da avó porque ele nem vai se lembrar disso em 30 minutos. As consequências devem ser imediatas como: se você se jogar no chão novamente, você vai ficar somente no meu colo o passeio inteiro e não vai se divertir no chão – e cumprir!

6. Não dê margem para a criança ser do contra; não pergunte se ela quer tomar banho (se ela falar que não você vai entrar em um conflito desnecessário); pergunte somente: você quer tomar banho antes ou depois do papai chegar? (você ofereceu o poder de escolha à criança).

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7. Em lugares públicos, se estiver se sentindo constrangido, tire seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude automaticamente vai mostrar desaprovação à ele.

Tente entender que a adolescência do bebê é uma fase de aprendizado e tente mostrar o caminho, aceitando que seus bebês estão se tornando pessoas mais independentes, com opiniões, desejos e comportamentos diferentes. Mostre que você entende sua angústia e tenha sempre um abraço para passar segurança ao seu pequeno. E lembre-se: a fofura volta com uns três anos.

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Gato é flagrado perto de bebê prematuro e maternidade do Piauí abre investigação

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Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais
Reprodução/Twitter

Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais

Uma foto de um gato ao lado de um bebê prematuro no Centro Obstetrício da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), em Teresina, no Piauí, viralizou nas redes sociais e está causando polêmica entre os internautas. A cena teria sido registrada na madrugada de segunda-feira (18) por um médico da Instituição que se revoltou com o ocorrido.

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Em nota, a maternidade afirmou que desconhece o espaço na unidade hospitalar, mas que, mesmo assim, abriu uma investigação, por meio das câmeras de segurança, para apurar a presença do gato na sala destinada aos recém-nascidos que aguardavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

A direção do hospital ainda informou que solicitou uma perícia para analisar a imagem, para verificar se não se trata de uma montagem, e advertiu em relação ao compartilhamento da imagem da criança e ao usou de aparelhos tecnológicos dentro da maternidade . “Segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar”, informou. Confira abaixo a nota na íntegra:

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“Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato, não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês”.

O caso também foi comentado pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB ), que lamentou o “descaso” da principal maternidade pública do Piauí . “Esperamos que a direção tome as devidas providências para que casos como esse não voltem a acontecer e coloque em risco a vida de recém-nascidos, tendo em vista que não se sabe a procedência do animal e o local ser restrito para profissionais”, afirmou.

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O registro do gato não é o primeiro problema enfrentado pelo hospital. Desde novembro de 2018, a maternidade passa por uma interdição ética parcial, devido à estrutura precária, ao atraso de salários e ao aumento da mortalidade de bebês e mães por infecção hospitalar. Com isso, os médicos passaram a atender apenas casos de alta complexidade.

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Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica avança no Senado

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Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado
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Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (20) substitutivo da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2017, que determina que os profissionais de saúde registrem no prontuário de mulheres indícios de prática de violência doméstica.

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O substitutivo prevê a comunicação à autoridade policial, inclusive nos casos de suspeita de violência , como já o faz o Artigo 19 do Estatuto do Idoso. O texto foi enviado ao plenário em regime de urgência, e a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS) espera que seja incluído ainda hoje na pauta.

Segundo o texto, os profissionais de saúde terão prazo de 24 horas comunicar à polícia, os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. De acordo com a autora, ao registrar o fato, o profissional de saúde estaria contribuindo não só para sua notificação, mas também para a prevenção e apuração dessa prática criminosa.

Inicialmente, o projeto pretendia acrescentar essa previsão à Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), mas a relatora, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), decidiu elaborar um substitutivo, deslocando a medida para a Lei 10.778, de 2003, que já regula a notificação compulsória de casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A providência, explicou Maria do Carmo, foi tomada para afastar questionamentos quanto à juridicidade e constitucionalidade da matéria.

O projeto inicial previa que a direção da instituição de saúde deveria comunicar o fato às autoridades policiais, que, na sequência, deveriam informar à Secretaria de Segurança Pública local. Tal previsão foi excluída pela relatória.

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“A constitucionalidade do projeto poderia ser questionada em razão de prever obrigações às polícias estaduais e aparente tarefa às secretarias estaduais, o que poderia ser entendido como desrespeito à autonomia dos estados, prevista no artigo 18 da Constituição federal, e à reserva de iniciativa legislativa do tema pelos governadores”, explicou a senador

Como o texto aprovado pela Câmara sofreu mudanças no Senado, o PLC 61/2017 deverá ser reexaminado pelos deputados federais, caso seja aprovado pelo Plenário do Senado. Caso passe pela Câmara, o projeto que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica vai para sansão presidencial.

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