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Admasu conquista bicampeonato da São Silvestre 2017

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A prova masculina da 93ª Corrida Internacional de São Silvestre foi marcada por muita chuva, mas também uma disputa bastante equilibrada pelo mais alto lugar no pódio. Depois de um início de prova intenso, o corredor nascido na Etiópia e naturalizado barenita Dawit Admasu teve um tempo de 44m17s chegou na primeira posição, conquistando o bicampeonato da corrida. Com isso, a disputa entre homens continua sem um campeão brasileiro desde a edição de 2010, quando o vencedor foi Marílson Gomes dos Santos.

Depois de não começar entre os primeiros no início da prova, Admasu apresentou excelente resistência e mostrou porque era um dos favoritos para ganhar a prova masculina. O etíope foi o campeão em 2014 e na edição do ano passado terminou na segunda colocação e agora é mais um atleta com duas conquistas na Corrida Internacional de São Silvestre.

Além de Admasu , outro etíope terminou entre os cinco primeiros da prova masculina. Belay Bezabh brigou na reta final pelo principal lugar da corrida e ficou com a segunda posição. Já Paul Kipchumba Lonyangata se esforçou até os metros finais para garantir a quinta posição e fechar o pódio, segundo queniano no pódio. Já o melhor brasileiro foi Ederson Vilela, que terminou na 11° posição, com um tempo de 46min59s.

A corrida – Assim que a largada foi dada, o primeiro pelotão destacou-se do restante já nos metros e quilômetros iniciais, situação comum durante a Corrida Internacional de São Silvestre. Nos primeiros minutos de prova o brasileiro Andre Luiz Silva Antonio era o corredor a frente dos demais, logo após a saída da Avenida Paulista, local de largada da prova.

Pouco tempo depois, o grupo formado por alguns favoritos já se distanciou dos demais. Com o brasileiro Wellington Bezerra da Silva entre eles, os dois destaques eram os quenianos Paul Kipkorir Kipkemoi e Stanley Biwott que lideravam o montante.

Com pouco mais de dez minutos de prova, um pequeno deslize marcou a prova masculina. Wellington Bezerra da Silva escorregou e acabou entrelaçando as pernas durante o trajeto do Pacaembu, derrubando acidentalmente o queniano Edwin Rotich. No entanto, mesmo com a pausa devido à queda, o africano mostrou incrível poder de reação e tomou a liderança da prova após 15 minutos desde a largada da 93ª Corrida Internacional de São Silvestre.

Depois do começo de prova com troca de posições na liderança, dois corredores começaram a se destacar: o queniano Edwin Rotich e o etíope Dawit Fikadu Admasu mantiveram um bom ritmo e lideravam o pelotão de frente. Depois de metade da prova, o campeão de 2014 conseguiu uma ótima arrancada e aumentava a vantagem a cada quilômetro percorrido.

A subida da Avenida Brigadeiro Luis Antônio não foi um problema para o campeão de 2017. A diferença para o segundo colocado Belay Bezabh chegou a diminuiu, porém Admasu permaneceu com o ótimo desempenho e garantiu pela segunda vez o lugar mais alto do pódio da 93ª Corrida Internacional de São Silvestre.

Confira o pódio da prova masculina:

1: Dawitt Admasu (ETI) – 44m17s
2: Belay Bezabh (ETI) – 44m33s
3: Edwin Rotich (QUE) – 44m43s
4:  Birhanu Balew (BAH) – 45m06s
5: Paul Kipchumba Lonyangata (QUE) – 45m28s

11: Ederson Vilela (BRA) – 46m59

Gazeta Esportiva

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SÉRIE D: Adversário do União E.C Operário-MS dispensa 22 jogadores e anuncia treinador Celso Rodrigues

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O Operário apresentou nesta tarde (25) o elenco e o técnico que comandará o time no Campeonato Brasileiro da Série D. O Galo reformulou o elenco em relação àquele que disputou o Estadual e traz para comandar o grupo o treinador Celso Rodrigues, campeão pelo clube no ano passado.

Segundo o presidente do Alvinegro, Estevão Petrallas, 22 jogadores foram dispensados. Chegam ao clube alguns que se destacaram pelo Estadual deste ano com as camisas do Comercial, Urso e Costa Rica. Alguns já estavam treinando há pelo menos 12 dias e se juntam ao treinador, que chegou na quarta-feira em Campo Grande. “Se fossemos o melhor time não tínhamos dispensado 22 jogadores”, afirmou.

“São jogadores de performance boa. Recebi informações. Outros atletas [do Estadual] foram procurados”, comentou Celso Rodrigues durante a apresentação. O treinador esteve no clube em 2017, quando chegou a semifinal, e também no ano passado, quando pôs fim ao jejum de 20 anos sem título do Galo.

Treinador Celso Rodrigues- Foto: Assessoria

O desafio do clube e do comandante agora é a Série D. E somente o acesso para a terceira divisão fará com que o Operário se mantenha em alguma competição nacional no ano que vem, já que ficou de fora da final do Estadual deste ano. Por isso, a responsabilidade na competição nacional aumenta. “Sonhamos em conquistar a vaga para a Série C. Vai ser bem difícil”, diz o treinador, que terá apenas dez dias para arrumar o time para a estreia.

A estreia na Série D será no dia 5 de maio contra o Patrocinense (MG), às 15h, fora de casa. Os dois clubes integram o grupo A11, que também é composto por União (MT) e Anapolina (GO). O Operário mandará seus jogos em Campo Grande no estádio Jacques da Luz, nas Moreninhas.

Situação econômica e despedida

O presidente do clube, Estevão Petrallas, também aproveitou o momento para prestar contas aos torcedores que acompanharam a apresentação e afirmou que pretende deixar o comando do clube ainda este ano. O vice, Nelson da Silva, também deve deixar o cargo, assumindo assim o atual presidente do Conselho Deliberativo, Edilson Duarte.

Assumiu erros de gestão na formação do elenco para o Estadual. “Falta de comprometimento. O comodismo tomou conta”.

Apontou ainda que as dívidas do clube caíram de R$ 13 milhões para R$ 2,7 milhões e que hoje o clube conta com as certidões negativas. Segundo ele, somente o débito com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), em torno de R$ 300 mil, foi liquidado através da Timemania, loteria federal com os clubes de todo o Brasil.

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HÁ 15 ANOS, CRAC ERGUIA, PELA SEGUNDA VEZ, A TAÇA DE CAMPEÃO GOIANO

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Na tarde de 18 de abril de 2004, a cidade de Catalão praticamente parou para testemunhar aquele que seria um jogo histórico e marcaria o bicampeonato do Clube Recreativo e Atlético Catalano (Crac) (1967/2004) no Campeonato Goiano de Futebol.

Time do Crac Campeão Goiano em 2004 (Foto: Reprodução Revista Placar)

Comandado pelo técnico Wanderley Paiva, o time de Catalão chegou à decisão após eliminar a equipe do Goiás na semifinal. Na tarde de 18 de abril, o Crac entrou em campo em busca da vitória contra o time do Vila Nova, tendo em vista que havia perdido a primeira partida por 2X1, em jogo realizado no domingo anterior, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Diante de uma torcida empolgada, que lotou o Estádio Genervino da Fonseca, o Leão do Sul fez bonito e não deu chances para o time visitante, vencendo o Vila Nova no tempo normal pelo placar de 3X0, com gols de Sandro Oliveira, Celinho e Guaru.
O regulamento da competição à época, previa então que o título estadual fosse decidido nos pênaltis. O time de Catalão deu mais um show, e os jogadores converteram todas as cinco cobranças para o Leão do Sul. Guaru, Celinho, Cacá, Cleiton Goiano e Cristiano marcaram para o Leão. Para o time do Vila Nova, converteram a cobrança os jogadores Bosco, Mendes, Jacques e Tim. Luciano desperdiçou e o Crac foi campeão com o placar de 5X4.
A torcida invadiu o campo e comemorou junto à equipe campeã, naquela que foi uma data histórica para a cidade de Catalão e colocou o Crac como a grande força do futebol no interior do estado de Goiás.
O time dirigido por Wanderley Paiva contava com Helder, Baiano, Cristiano, Cleiton Mineiro e Marcinho (Cleiton Goiano), Pedrino, Celinho, Cacá e Guaru, Sandro Oliveira e Sandro Goiano.
Confira reportagem da TV Serra Dourada sobre a conquista do Crac e a festa em Catalão:

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